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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A Cruz de Cristo

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A cruz de Cristo…


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1) O que era a cruz: Instrumento antigo de execução. Originária da Pérsia e depois legada aos gregos e aos romanos. “A mais cruel das mortes.” (Josefo).
2) Tipos de Cruz: Nos dias de Jesus havia três tipos de cruz: a X (de Stº André); a T (Comissa); a + (immissa).
3) No Brasil, Frei Henrique de Coimbra e sete confrades mendicantes, na companhia de um outro grupo de clérigos seculares fincou a 1ª cruz em solos brasileiros.
4) Por que a Cruz é tão especial que Paulo recusou gloriar-se em qualquer outra coisa (Gál. 6:14)?

I. NÃO É:
(1) Sofrer por causa de uma enfermidade.
(2) Aguentar esposo(a) pelo resto da vida
(3) aguentar as conseq. de uma profissão
(4) permanecer solteiro ou ficar viúvo
(5) uma catástrofe natural
(6) Perder o namorado
(7) um acidente;
(8) desempego;
(9) assalto
(10) morte;
(11) filho viciado;
(12) crise financ.
(13) parente alcoólatra
(14) infid. Conjugal

II. É UMA ESCOLHA
1. O paradoxo da metáfora: criminoso; escravo; fora dos padrões de ascensão social;
2. Não um determinismo divino. Deus não é um tirano e nossas provações não são algo insuportável
3. “Se alguém quiser…”
4. Jesus nunca quis que espiritualizássemos a cruz: como algo interior e místico.
5. Lc 14.33:
6. Perto da crucificação, Jesus dá uma lição de sua Filosofia da “Bacia e da Toalha”.

III. SEGUIR JESUS CUSTA CARO
1. Lc 14.25-33 – parentela a própria vida; construção e rei em guerra.
2. Muitos rejeitaram e continuam rejeitando a cruz de Cristo: Lc 9.57-62
III.1 QUAL SENTIDO QUE A CRUZ DE CRISTO REVELA NESSAS PASSAGENS?
1. Assumir a cruz de Cristo é algo muito dispendioso.
2. Jesus quer que racionalizemos as conseqüências da atitude de segui-Lo.
3. Significa pegar a bacia e a toalha – rejeição.
4. Não é um ato único e isolado e nem só de um aspecto.
5.Deus estará sempre dando novas oportunidades de tomarmos novas cruzes.
6. Quem está debaixo de uma cruz não está indo para uma festa divertida: mas sim,… Portanto, seguir a Jesus implica em estar disposto a morrer por amor ao seu Senhor.
7. A farsa do Ev. da prosperidade…
8. Não só mudar nossos hábitos pessoais, mas sim, permitir que Deus implante em nós a mente de Cristo.
9. Choques com os valores do mundo – e não se deixar levar por eles, pois são efêmeros –
10. Por isso o mundo ridiculariza a cruz de Cristo:
* No final de 1990, Só em nossos dias um artista homossexual, Mapple thorpe, recebe a honra de ter uma exposição de fotografias mostrada em todo o país, e que blasfema a cruz de Cristo. Ele fotografou a cruz saindo de um vaso de urina! Muita coisa do resto desta exposição itinerante era tão obscena e maligna que não dá para se repetir.
11) 1 Jo 2.15-17: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. 17 E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”.
10. Não posso levar a cruz e ter saudades do mundo.
11. O padrão de sucesso do mundo vai contra o q. J ensinou sobre sua morte –
a) Mc 8.31: E começou a ensinar-lhes que importava que o Filho do homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos e príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto…”
b) Mc 8.31-38:

12. Os sofrimentos advindos da Cruz de Cristo só acontecem, com a permissão do servo de Cristo: “Se alguém quer ….”.
13. Negar-se: (1) recusar a fazer do nosso prazer o alvo da vida; (2) recusar a fazer da nossa vontade a lei da vida. (3) Sujeitar-se à disciplina de Cristo
5. Jesus não força ninguém a levar a cruz. Levar a cruz é o ato de amor nosso para com Jesus. * ” Quem não sacrifica nada não ama. Quem sacrifica pouco ama pouco. Quem sacrifica tudo ama totalmente.” (Pe. Monier Vinard).
14. Você e eu temos nos colocado voluntariamente debaixo da cruz de Cristo?
15. Por isso, dizemos que a cruz não é ….. (ponto I), mas pode ser se… exemplos…”).

IV. O ASPECTO MISSIONÁRIO DA NOSSA CRUZ
1. levar a cruz significa enfrentar todos os nossos sofrimentos e lutas advindas de nossa idenficação com Cristo (Luc. 9:23). A cruz não é uma tragédia, mas algo que temos que carregar para que não nos voltemos para o orgulho. Assim, imitamos o nosso mestre, que carregou a sua cruz e sempre fugiu da plataforma dos holofotes.
2. Implicação: Quando carregamos a nossa cruz, nos tornamos instrumentos da glória do Pai e não de nós mesmos. Daí, pela graça dele, as pessoas não verão a nós simplesmente, e sim, verão Cristo em nós. Só que o negar-se a si mesmo exige uma determinação, uma renúncia muito trabalhosa. E o primeiro caminho árduo para um servo de Cristo é o da negação. Por isso que a cruz tem a ver com a identificação com Cristo Jesus. Na identificação com a cruz de Cristo, nós damos espaço para a negação diária. Daí, através da nossa vivência diária de negação, influenciamos outras pessoas que estão ao nosso redor, levando-as para o caminhos da cruz.
A ilusão do "símbolo" do cristianismo
Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa. É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.
Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema. A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há 19 séculos, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves. O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina. Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.
A "palavra da cruz": poder de Deus
Paulo afirmou que a "palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus" (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim coma morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho. O evangelho é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.
O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente: "venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei... por ele também sois salvos... que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Co 15.1-4).Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção. O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22)"é o sangue que fará expiação em virtude da vida" (Lv 17.11).
Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano. Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador! Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!
A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus
Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é "enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto" (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre. Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração? Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!
Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz. Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo "a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz" (Fp 2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.
A cruz prova que existe perdão para o pior dos pecados
Existe, ainda, um outro sério problema com o símbolo, e especialmente o crucifixo católico que exibe um Cristo perpetuamente pendurado na cruz, assim como o faz a missa. A ênfase está sobre osofrimento físico de Cristo como se isso tivesse pago os nossos pecados. Pelo contrário, isso foi o que o homem fez a Ele e só podia nos condenar a todos. Nossa redenção aconteceu através do fato de que Ele foi ferido por Jeová e "sua alma [foi dada] como oferta pelo pecado" (Is 53.10); Deus fez"cair sobre ele a iniqüidade de nós todos" (Is 53.6); e "carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados" (1 Pe 2.24).
A morte de Cristo é uma evidência irrefutável de que Deus precisa, em Sua justiça, punir o pecado, que a penalidade precisa ser paga, caso contrário não pode haver perdão. O fato de que o Filho de Deus teve que suportar a cruz, mesmo depois de ter clamado a Seu Pai ao contemplar em agonia o carregar de nossos pecados ["Se possível, passe de mim este cálice!" (Mt 26.39)], é prova de que não havia outra forma de o ser humano ser redimido. Quando Cristo, o perfeito homem, sem pecado e amado de Seu Pai, tomou nosso lugar, o juízo de Deus caiu sobre Ele em toda sua fúria. Qual deve ser, então, o juízo sobre os que rejeitam a Cristo e se recusam a receber o perdão oferecido por Ele! Precisamos preveni-los!
Ao mesmo tempo e no mesmo fôlego que fazemos soar o alarme quanto ao julgamento que está por vir, precisamos também proclamar as boas notícias de que a redenção já foi providenciada e que o perdão de Deus é oferecido ao mais vil dos pecadores. Nada mais perverso poderia ser concebido do que crucificar o próprio Deus! E ainda assim, foi estando na cruz que Cristo, em seu infinito amor e misericórdia, orou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23.34). Assim sendo, a cruz também prova que existe perdão para o pior dos pecados, e para o pior dos pecadores.
Cuidado: não anule a cruz de Cristo!
A grande maioria da humanidade, entretanto, tragicamente rejeita a Cristo. E é aqui que enfrentamos outro perigo: é que em nosso sincero desejo de vermos almas salvas, acabamos adaptando a mensagem da cruz para evitar ofender o mundo. Paulo nos alertou para tomarmos cuidado no sentido de não pregar a cruz "com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo" (1 Co 1.17).Muitos pensam: "É claro que o evangelho pode ser apresentado de uma forma nova, mais atraente do que o fizeram os pregadores de antigamente. Quem sabe, as técnicas modernas de embalagem e vendas poderiam ser usadas para vestir a cruz numa música ou num ritmo, ou numa apresentação atraente assim como o mundo comumente faz, de forma a dar ao evangelho uma nova relevância ou, pelo menos, um sentido de familiaridade. Quem sabe poder-se-ia lançar mão da psicologia, também, para que a abordagem fosse mais positiva. Não confrontemos pecadores com seu pecado e com o lado sombrio da condenação do juízo vindouro, mas expliquemos a eles que o comportamento deles não é, na verdade, culpa deles tanto quanto é resultante dos abusos dos quais eles têm sido vitimados. Não somos todos nós vítimas? E Cristo não teria vindo para nos resgatar desse ato de sermos vitimados e de nossa baixa perspectiva de nós mesmos e para restaurar nossa auto-estima e auto-confiança? Mescle a cruz com psicologia e o mundo abrirá um caminho para nossas igrejas, enchendo-as de membros!" Assim é o neo-evangelicalismo de nossos dias.
Ao confrontar tal perversão, A. W. Tozer escreveu: "Se enxergo corretamente, a cruz do evangelicalismo popular não é a mesma cruz que a do Novo Testamento. É, sim, um ornamento novo e chamativo a ser pendurado no colo de um cristianismo seguro de si e carnal... a velha cruz matou todos os homens; a nova cruz os entretêm. A velha cruz condenou; a nova cruz diverte. A velha cruz destruiu a confiança na carne; a nova cruz promove a confiança na carne... A carne, sorridente e confiante, prega e canta a respeito da cruz; perante a cruz ela se curva e para a cruz ela aponta através de um melodrama cuidadosamente encenado – mas sobre a cruz ela não haverá de morrer, e teimosamente se recusa a carregar a reprovação da cruz."
A cruz é o lugar onde nós morremos em Cristo
Eis o "x" da questão. O evangelho foi concebido para fazer com o eu aquilo que a cruz fazia com aqueles que nela eram postos: matar completamente. Essa é a boa notícia na qual Paulo exultava:"Estou crucificado com Cristo". A cruz não é uma saída de incêndio pela qual escapamos do inferno para o céu, mas é um lugar onde nós morremos em Cristo. É só então que podemos experimentar "o poder da sua ressurreição" (Fp 3.10), pois apenas mortos podem ser ressuscitados. Que alegria isso traz para aqueles que há tempo anelam escapar do mal de seus próprios corações e vidas; e que fanatismo isso aparenta ser para aqueles que desejam se apegar ao eu e que, portanto, pregam o evangelho que Tozer chamou de "nova cruz".
Paulo declarou que, em Cristo, o crente está crucificado para o mundo e o mundo para ele (Gl 6.14). É linguagem bem forte! Este mundo odiou e crucificou o Senhor a quem nós amamos – e, através desse ato, crucificou a nós também. Nós assumimos uma posição com Cristo. Que o mundo faça conosco o que fez com Ele, se assim quiser, mas fato é que jamais nos associaremos ao mundo em suas concupiscências e ambições egoístas, em seus padrões perversos, em sua determinação orgulhosa de construir uma utopia sem Deus e em seu desprezo pela eternidade.
Crer em Cristo pressupõe admitir que a morte que Ele suportou em nosso lugar era exatamente o que merecíamos. Quando Cristo morreu, portanto, nós morremos nEle: "...julgando nós isto: um morreu por todos, logo todos morreram. E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2 Co 5.14-15).
"Mas eu não estou morto", é a reação veemente. "O eu ainda está bem vivo." Paulo também reconheceu isso: "...não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço" (Rm 7.19).Então, o que é que "estou crucificado com Cristo" realmente significa na vida diária? Não significa que estamos automaticamente "mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus" (Rm 6.11). Ainda possuímos uma vontade e ainda temos escolhas a fazer.
O poder sobre o pecado
Então, qual é o poder que o cristão tem sobre o pecado que o budista ou o bom moralista não possui? Primeiramente, temos paz com Deus "pelo sangue da sua cruz" (Cl 1.20). A penalidade foi paga por completo; assim sendo, nós não tentamos mais viver uma vida reta por causa do medo de, de outra sorte, sermos condenados, mas sim por amor Àquele que nos salvou. "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 Jo 4.19); e o amor leva quem ama a agradar o Amado, não importa o preço."Se alguém me ama, guardará a minha palavra" (Jo 14.23), disse o nosso Senhor. Quanto mais contemplamos a cruz e meditamos acerca do preço que nosso Senhor pagou por nossa redenção, mais haveremos de amá-lO; e quanto mais O amarmos, mais desejaremos agradá-lO.
Em segundo lugar, ao invés de "dar duro" para vencer o pecado, aceitamos pela fé que morremos em Cristo. Homens mortos não podem ser tentados. Nossa fé não está colocada em nossa capacidade de agirmos como pessoas crucificadas mas sim no fato de que Cristo foi crucificado de uma vez por todas, em pagamento completo por nossos pecados.
Em terceiro lugar, depois de declarar que estava "crucificado com Cristo", Paulo acrescentou: "logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2.20). O justo "viverá por fé" (Rm 1.17; Gl 3.11; Hb 10.38) em Cristo; mas o não-crente só pode colocar sua fé em si mesmo ou em algum programa de auto-ajuda, ou ainda num guru desses bem esquisitos.
A missa: negação da suficiência da obra de Cristo na cruz
Tristemente, a fé católica não está posta na redenção realizada por Cristo de uma vez para sempre na cruz, mas na missa, que, alegadamente, é o mesmo sacrifício como o que foi feito na cruz, e confere perdão e nova vida cada vez que é repetida. Reivindica-se que o sacerdote transforma a hóstia e o vinho no corpo literal e no sangue literal de Cristo, fazendo com que o sacrifício de Cristo esteja perpetuamente presente. Mas não há como trazer um evento passado ao presente. Além do mais, se o evento passado cumpriu seu propósito, não há motivo para querer perpetuá-lo no presente, mesmo que pudesse ser feito. Se um benfeitor, por exemplo, paga ao credor uma dívida que alguém tem, a dívida sumiu para sempre. Seria sem sentido falar-se em reapresentá-la ou reordená-la ou perpetuar seu pagamento no presente. Poder-se-ia lembrar com gratidão que o pagamento já foi feito, mas a reapresentação da dívida não teria valor ou sentido uma vez que já não existe dívida a ser paga.
Quando Cristo morreu, Ele exclamou em triunfo: "Está consumado" (Jo 19.30), usando uma expressão que, no grego, significa que a dívida havia sido quitada totalmente. Entretanto, o novoCatecismo da Igreja Católica diz: "Como sacrifício, a Eucaristia é oferecida como reparação pelos pecados dos vivos e dos mortos, e para obter benefícios espirituais e temporais de Deus" (parágrafo 1414, p. 356). Isso equivale a continuar a pagar prestações de uma dívida que já foi plenamente quitada. A missa é uma negação da suficiência do pagamento que Cristo fez pelo pecado sobre a cruz! O católico vive na incerteza de quantas missas ainda serão necessárias para fazê-lo chegar ao céu.

1. A cruz de Cristo é a mais eloquente expressão do amor de Deus por você
• Deus ama você. Ele não escreveu essa verdade em letras de fogo nas nuvens, mas revelou esse amor na cruz do seu Filho. Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
• Você é tão especial para Deus, que ele amou você de tal maneira que deu tudo, deu a si mesmo, deu o seu único Filho.
2. A cruz de Cristo não foi um acidente, mas um apontamento de Deus desde a eternidade
• Cristo veio para morrer. Ele foi morto desde a fundação do mundo. Ele nasceu para ser o nosso substituto, representante e fiador. A cruz sempre esteve encrustrada no coração de Deus, sempre esteve diante dos olhos de Cristo. Ele jamais recuou da cruz. Ele marchou para ela como um rei caminha para a coroação.
• O amor de Deus por você é eterno. A causa do amor de Deus está nele mesmo. Ele não desiste de você.
3. A cruz de Cristo foi o seu gesto mais profundo de sacrifício
• Ele deixou a glória, o trono, esvaziou-se, tornou-se homem, servo, foi perseguido, preso, açoitado, cuspido, pregado na cruz. Sendo Deus se fez homem; sendo senhor, se fez servo; sendo santo, se fez pecado; sendo bendito se fez maldição; sendo o autor da vida, deu a sua vida.
I. QUEM LEVOU JESUS À CRUZ?
1. A morte de Cristo não foi determinada por fatores circunstanciais
• Cristo não foi morto porque os sacerdotes o prenderam, porque o sinédrio o sentenciou, porque Pilatos o entregou, porque os judeus o acusaram, porque Judas o traiu, porque Pedro o negou, porque os soldados o pregaram na cruz.
• Quem levou Jesus à cruz, então?
a) Os nossos pecados levaram Jesus à cruz 
• V. 5 – “ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades”.
• V. 8b – “por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido”.
• V. 12 – “levou sobre si o pecado de muitos”.
• V. 4 – “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si”.
• O que matou Jesus não foram os açoites, nem os soldados, nem o suplício da cruz, fomos nós, os nossos pecados. Ele morreu pelos nossos pecados. Ele foi moído pelos nossos pecados. Na cruz ele sorveu o cálice da ira de Deus sobre o pecado.
• Na cruz ele foi feito pecado por nós. A espada da lei caiu sobre ele, pois era o nosso substituto.
b) O Pai o levou à cruz
• V. 6 – “O Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós”.
• V. 10 – “Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar”
• V. 4b – “e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido”.
• Jesus não foi à cruz porque a multidão sanguissedenta critou: crucifica-o, crucifica-o. Ele não foi a cruz porque os sacerdotes o entregaram, por inveja; Judas o traiu, por ganância; Pilatos o sentenciou por covardia e os soldados o pregaram na cruz por crueldade. Ele foi cruz porque o Pai o entregou por amor.
c) Jesus voluntariamente foi à cruz
• V. 4 – “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermiasdes e as nossas dores levou sobre si”.
• V. 10 – “quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado”.
• V. 11 – “O seu servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si”.
• O apóstolo Paulo diz que o amor de Cristo nos constrange. Ele nos amou e a si mesmo se entregou por nós.
II. QUE TIPO DE SOFRIMENTO JESUS SUPORTOU
1. Jesus suportou o sofrimento moral e espiritual
• Seu sofrimento foi repulsivo. Ao vê-lo, “os homens escondem o rosto” (v. 3).
• Seu sofrimento não produziu compaixão nos outros: “e dele não fizemos caso” (v. 3).
• Ele teve experiência íntima e longa com o sofrimento: “homem de dores e que sabe o que é padecer”.
a) Rejeição – v. 3: “o mais rejeitado entre os homens”
1) Ele foi rejeitado pelo seu povo = “Ele veio para os seus, mas os seus não o receberam”.
2) Ele foi rejeitado pelos religiosos da sua época = que lhe chamaram de fanático, mentiroso, blasfemo, pecador, beberrão e até endemoninhado.
3) Ele foi rejeitado pela mesma multidão que o aplaudiu = empolgada com seus milagres, agora como uma turba, como uma súcia sanguissedenta, grita diante de Pilatos: crucifica-o, crucifica-o! Caia sobre nós o seu sangue!
4) Ele foi rejeitado pelas autoridades romanas = Herodes, o grande quis matá-lo quando infante. Pilatos covardemente o entregou para ser crucificado. Herodes, Antipas o escarneceu.
5) Ele foi rejeitado pelas autoridades judaicas = O sinédrio forjou testemunhas falsas para acusá-lo. Acusaram-no de blasfemo. Cuspiram no seu rosto.
6) Ele foi rejeitado pelos seus apóstolos = Jesus o traiu, Pedro o negou, os demais o abandonaram e fugiram.
7) Ele foi rejeitado pelo próprio Pai – Quando Deus lançou sobre ele as nossas iniquidades, ele foi feito pecado por nós. Nesse momento, sentiu o desamparo de Deus e gritou: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”
8) Ele ainda é rejeitado = quando amamos mais o pecado e ainda ultramos o seu Espírito e calcamos aos pés o sangue da eterna aliança.
b) Humilhação – v. 3 – “e como um de quem os homens escondem o rosto”
• O Sinédrio o humilhou cuspindo nele.
• Os soldados o humilharam o açoitando e resgando o seu corpo com fortes açoites, colocando na sua cabeça uma coroa de espinhos, dando-lhe pancadas na cabeça.
• Jesus foi humilhado ao ter que carregar uma cruz pelas ruas agitadas de Jerusalém ao lado de dois ladrões.
• Ele foi humilhado pelo vozerio da multidão ao pé da cruz. Ele foi humilhado até a morte e morte de cruz”.
• Ele foi humilhado quando clamou que estava com sede e lhe deram vinagre para agravar sua tortura.
2. Jesus suportou o sofrimento físico
a) Semblante desfigurado – v. 2 “…”
• Não havia beleza nele. Ele não aparência nem formosura. A nossa feiúra moral estava sobre ele. Todos os nossos horrendos pecados foram lançados sobre ele. Seu rosto ficou desfigurado. Ele foi feito pecado, maldição.
• Seu corpo foi ferido. Ele ficou ensanguentado. Seu corpo tornou-se cheio de hematomas e chagas. Toda a nossa tragédia foi lançada sobre ele.
b) Torturas crudelíssimas – v. 4b,5,10
• Ele ficou aflito, ferido, oprimido, traspassado, moído. Sofreu castigo. Ficou cheio de pisaduras. Ele foi moído e enfermou.
• Na noite em que foi preso, sua alma estava angustiada até à morte. Sendo o libertador, foi preso. Sendo santo, foi escarnecido como criminoso. Sendo o criador foi cuspido pela criatura.
• Agora, já arquejado e machucado pelos açoites, com seu rosto ensanguentado, empreende a longa caminhada ao calvário. Sua fronte está ferindo e sangrando. Seu corpo febril lateja debaixo das chicotadas e dos empurrões. Começa a grande marcha para o monte do juízo. A maior marcha da história, não com rodas dos carros de guerra, nem com o estrupido febril dos cavalos, mas com o ruído dos passos de um homem, andando sob o peso de seu próprio cadafalso.
• Jesus marcha arrastando consigo todas as máscaras da humanidade. Marcha debaixo da zombaria da multidão. Seu corpo titubeia, caia, mas é levantado aos empurrões e sob fortes açoites prossegue a marcha.
• Jesus é erguido no leito vertical da morte. Suas mãos foram rasgadas, seus pés pregados no lenho. Foram seis horas de vergonha e horror. Ali suspenso entre a terra e o céu sofreu sede, dor, vergonha, humilhação, abandono. Ali desceu ao inferno para nos libertar do cativeiro do pecado.
• O próprio universo entrou em convulsão: houve trevas. O sol cobriu o seu rosto de vergonha. As pedras se arrebaram nos vales, os túmulos foram abertos.
• Isaías 53:5 diz que Jesus foi ferido. Ferimentos, de acordo com a definição de um cirurgião podem ser classificados por suas características:
a) Contusão = É uma ferida produzida por um instrumento grosso e cego. Esta ferida resultaria de um golpe com vara, como profetizado em Miquéias 5:1: “Ferirão com vara a face ao juiz de Israel” e Mt 26:67: “O esbofetearam” e Jo 18:22: “Um dos guardas deu uma bofetada em Jesus”.
b) Laceração = É um ferimento produzido por um instrumento que rasga. A laceração dos tecidos era o resultado dos açoites e estes finham-se tornado uma fina arte entre os romanos. O chicote romano era uma tira de couro com várias extremidades, cada uma com uma ponteira de metal. “Pilatos tomou a Jesus e mandou açoitá-lo”. Seu corpo foi todo lacerado. Sua carne foi rasgada.
c) Penetração = Trata-se de um ferimento profundo causado por um instrumento pontiagudo. Esse ferimento foi causado pela coroa de espinhos que fez sangrar sua cabeça (Jo 19:2). “tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça” (Mt 27:30).
d) Perfuração = Perfurar vem do latim “passar através de”. As mãos e os pés de Jesus foram traspassados. Os cravos de ferro eram cravados entre os ossos seprando-os sem quebrá-los.
e) Incisão = É um corte produzido por um instrumento pontiagudo e cortante. “Um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança e logo saiu sangue e água” (Jo 19:34).
III. COMO JESUS REAGIU DIANTE DO SOFRIMENTO DA CRUZ
1. Ele se entregou como sacrifício
• A morte de Cristo foi substitutiva. Ele foi a cruz em nosso lugar. Nós é que devíamos ter suportado aqueles açoites. Nós devíamos ter carregado aquela cruz. Mas ele tomou o nosso lugar.
• Ele não tinha pecado: “nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca” (v. 9).
• Ele é o Cordeiro que tira o pecado do mundo. “Ele como cordeiro foi levado para o matadouro” (v. 7).
• “Ele foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo foi ele ferido” (v. 8).
2. Ele não abriu a boca para pedir vingança aos seus algozes
• “e como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca” (v. 7).
• Ele se entregou. Ele voluntariamente foi a cruz. Jesus não se rebelou ao ser preso, julgado, espancado, pregado na cruz. Ele não bradou por vingança ou por socorro.
3. Ele intercedeu pelos seus algozes
• “levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu” (V. 12).
• Em vez de vingar-se, de falar impropérios e despejar libelos acusatórios contra seus algozes bestiais, Jesus intercedeu por eles, ministrando-lhes seu amor e seu perdão. Ele intercedeu e atenuou a culpa dos seus exatores.
IV. A GLORIOSA RECOMPENSA DA CRUZ
1. Jesus venceu a morte
• Jesus venceu a morte. Ele tirou o aguilhão da morte. Ele matou a morte. A morte agora não tem a última palavra. Tragada foi a morte pela vitória.
• V. 10: “verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos”.
• Ele ressurgiu. Ele está vivo. Ele venceu a morte. Ele rompeu os grilhões da morte. Ele abriu o túmulo de dentro para fora. Ele conquistou para nós imortalidade. Aleluia!
2. Jesus remiu um povo para Deus – v. 11-12
• Ele nos comprou com seu sangue. Ele tirou-nos da maldição, da escravidão, do império das trevas, da potestade de Satanás, do jugo do pecado. Agora somos livres, somos filhos de Deus.
• Agora temos a justificação. Somos perdoados. Temos toda a justiça de Cristo em nossa conta.
• Agora somos filhos, herdeiros, adotados na família de Deus!
3. Jesus chama um povo para si – v. 11,12
• V. 11 – “Ele verá o fruto do seu penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito”
• V. 11 – “Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte”.
• Hb 12:2 – “o qual em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia”.
• A recompensa de Jesus é VOCÊ. É seu arrependimento. É sua volta para ele. É sua conversão. Rejeitar Jesus é crucificá-lo de novo. É cuspir no seu rosto outra vez. Recebê-lo traz-lhe alegria. Cristo suportou tudo para conquistar você. Ele ama você. Você é sua recopensa.
• Hoje, o Pai quer lhe trazer a Jesus, para alegria de Jesus, para celebração de uma festa no céu!

Judas - O Apóstolo Traidor

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Judas - O Apóstolo traidor

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Judas - O Apóstolo traidor
 Saiba mais sobre o Apóstolo Judas Iscariotes
Temperamento: Colérico.
Onde trabalhou: Somente nos três anos de ministério terreno do Senhor Jesus.
Curiosidades
O nome Judas é originário do Grego-Latino, e vem de Judá que significa festejado, celebrado em louvor a Deus.
É chamado de Iscariotes por ser natural de Queriote, cidade situada ao sul da Judéia, portanto, o único que não era da Galiléia ( Js 15:25 ).
Características
Quando se fala em Judas Iscariotes, tem opinião de todo lado. O Reverendo Campbell Morgan, nascido na Inglaterra e já falecido, afirmava que Judas era o próprio diabo encarnado. Já o escritor grego Kazantzaks, transformou Judas de vilão em herói, dizendo que se tratava de um privilegiado que nasceu marco para trair Jesus e entrar para a história. Porém, uma das melhores descrições de Judas foi feita por Doroty Sayers que disse: "Judas não pode ter sido desde o início um vilão, abjeto, desprovido de qualquer valor. Isto colocaria dúvida sobre o caráter e a inteligência de Jesus. Seria tolice escolher alguém assim para ser seu seguidor. E Jesus de Nazaré não era nenhum tolo".
Jesus escolheu seus discípulos após uma noite inteira de oração, inclusive Judas ( Lc 6:12-14 ). Ele não foi escolhido para ser traidor, e sim um apóstolo. O fato é que aos poucos, por algumas coisas, este polêmico apóstolo, que provoca tantas opiniões, quem sabe até sem perceber, devagarinho, como acontece com todos que se desviam, foi se transformando, vestindo aos poucos a capa da traição. Só ele tinha sotaque sulino, os outros todos falavam com sotaque de Galiléia. Será que gozavam com a cara dele ? Será que aos poucos foi ficando magoado ? Será que sentia-se meio estranho no grupo ? Será que havia problemas de adaptação com os demais ? O ciúme e o ressentimento encontrariam aí um terreno favorável ? Porventura já não vimos algo assim acontecendo pertinho de nós ou até mesmo conosco, dentro da igreja ? Ninguém se torna traidor da noite para o dia. Há sempre alguns passos preliminares, passos que levam ao desastre.
As escrituras já haviam profetizado que um deles trairia Jesus. Mas, será que precisava ser Judas ? Sabemos que multidões ficarão de fora do reino de Deus, precisamos ser um deles ou podemos escapar da condenação atentando para uma tão grande salvação ? Judas deixou-se dominar, ele se entregou aos convites discretos de satanás. Com isso as portas se fecharam para Jesus.
O Salvador não desiste daquele a quem Ele mesmo escolheu, Jesus tenta conquistar sua lealdade, apelar para sua consciência, lavando os pés de Judas, entretanto, ele se endureceu ainda mais ( Jo 13:11,12 ). Por trinta moedas de prata ( cerca de vinte dólares ) que era o preço de um escravo da época, Judas entrega Jesus. Obviamente que não era pelo dinheiro, era vingança pura, talvez fruto do ódio, ciúme, mágoas, frustrações, orgulho ferido e outras coisas mais que ele cultivou ao longo dos tempos, sem sarar o seu coração de todas estas doenças que corroem a alma.
No Getsêmani, Jesus faz o último apelo, numa tentativa ímpar de resgatar o apóstolo que percebia escorregar pelo último fio de esperança ( Jesus não desiste nunca mesmo, aleluia !!! ) E diz: "amigo, a que viestes ? " Contudo, a mente de Judas está fechada, e com um beijo ele traiu o Salvador, traiu a causa maior, colocou tudo a perder. Pedro também traiu Jesus, porém, conhecendo melhor o seu mestre, escolheu o caminho diferente, o caminho do arrependimento e do perdão. Talvez conhecer Jesus melhor seja o grande segredo para se tomar decisões sábias ! Se acontecer conosco algum dia, um ato de traição ao Senhor Jesus, traição a um amigo, ou quem sabe traição familiar, conjugal, lembremo-nos que o perdão e o amor que Jesus tem para nos dar são inesgotáveis, e podem ser sem dúvida alguma a grande solução sempre aos arrependidos.
Morte: Suicídio por enforcamento. Arrebentou-se ao meio e suas vísceras foram derramadas ( At 1:18).


A Verdade Sobre Judas - O Traidor de Cristo


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"Judas Iscariotes, que se tornou traidor" (Lucas 6:16).
Ele foi escolhido a dedo como discípulo de Jesus Cristo: um pregador do evangelho, que curava os enfermos, companheiro de viagens de Jesus. Era tão confiável que se tornou tesoureiro do grupo evangelístico apostólico. Não foi eleito para essa posição - Jesus pessoalmente escolheu Judas para a função.
Segundo Agostinho, a tradição diz que "Jesus muitas vezes livrou Judas da morte, e por ele curou seu pai de paralisia e curou a mãe de lepra, e depois de Pedro o honrou acima de todos os outros apóstolos".
Mas em realidade conhecemos certas coisas sobre Judas como fato: que Jesus lavou os seus pés, deixou que molhasse o pão em Seu próprio cálice, e o tornou Seu tesoureiro. Contudo esse seria exatamente o homem que iria trair Jesus no Jardim do Getsêmane - com um beijo de morte!
Judas levou a turba furiosa de governantes judeus ao jardim, onde identificou Cristo com um beijo. Depois do beijo, Jesus olhou dentro dos olhos de Judas e disse, "Judas, com um beijo trais o Filho do homem?" (Lucas 22:48). Estava dizendo, "É desse jeito que você irá me trair, Judas - com um beijo, um sinal de afeição?".
Imagino o que se passou na mente de Judas à medida que a cena ia se desdobrando: a turba caiu para trás à simples menção do nome de Jesus. Aí subitamente todos se levantaram em fúria demoníaca, agitando espadas e clavas - prenderam Cristo e O arrastaram à casa de Anas. Os escritores da igreja primitiva descreveram a cena deste jeito:
"Alguns se apoderaram de Suas vestes, outros meteram a mão nos cabelos de Sua cabeça: alguns O puxaram pela barba, outros O bateram com punhos raivosos; e furiosos por Ele com a voz haver lançando-os ao chão, eles então O derrubaram, e de forma vil O pisaram com pés sujos... Como um leão arrasta pela terra sua presa, a rasga e fere, assim também puxaram Cristo por todo o solo, cuspindo nEle, golpeando-O, tracionando-O pelos cabelos..."
Isso é confirmado pelas escrituras: "Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge" (Salmo 22:12,13).
A traição de Judas com Jesus foi tão atroz, tão diabólica, que um dos antigos pais da igreja disse: "Teria sido bom para o mundo, especialmente para os filhos de Deus, que Judas estivesse só em sua transgressão, que não houvesse mais traidores além dele". Em outras palavras: teria sido bom se houvera só um Judas.
Mas a verdade é: o mundo está cheio de pessoas do tipo de Judas! A igreja ainda testemunha a traição a Jesus Cristo todos os dias. O espírito de Judas está muito vivo nos corações de antigos seguidores de Cristo - e dentro das paredes da igreja igualmente!
Quero lhe fazer uma pergunta dura, de frente: será que você poderia ser um traidor de Cristo e não o saber? Você vendeu Jesus e O traiu? Traidores são aqueles que antes eram leais a quem traem. Só os de dentro do grupo podem trair.
Há dois fatos que eu desejo compartilhar com você sobre Judas. Podem lhe surpreender - mas por favor não os veja levianamente. Creio que eles me foram dados pelo Espírito Santo como advertência para a sua alma!
Jesus poderia facilmente ter sido capturado sem a ajuda de Judas. Ele havia ensinado nas sinagogas, ruas e mercados. O Seu rosto era um dos mais fáceis de ser reconhecido em todo Israel e Judá. As escrituras dizem que as pessoas O seguiam até aos lugares desertos para onde Ele se retirava para orar!
Jesus disse à multidão que O prendia: "Saístes com espadas e porretes para prender-me, como a um salteador? Todos os dias, no templo, eu me assentava [convosco] ensinando, e não me prendestes" (Mateus 26:55). Ou seja, "Sou bem conhecido de vocês. O meu rosto é familiar. Por que esse ataque súbito como se Eu fosse totalmente estranho a vocês?".
Claramente o beijo de Judas não era necessário para identificar Cristo - pois os inimigos de Cristo já O conheciam! A Sua face fora exaltada em suas consciências. E a aura de Sua poderosa presença por si era suficiente para identificá-Lo.
É verdade - está claro que os perpetradores deste crime não precisavam de Judas. O fato é que eles o desprezavam. O tratavam com superficialidade, usando-o e então rapidamente deixando-o de lado. Quando se arrependeu de repente de seu ato de traição, lançando o dinheiro ao solo e gritando, "Pequei, traindo sangue inocente" (Mateus 27:4), os líderes judeus simplesmente riram dele.
Disseram, "O que isso tem a ver conosco? Isso é contigo" (v. verso 4). "Isso é problema teu - resolva isso você mesmo. Não precisamos de você e nem de suas lágrimas!".
Judas não era necessário para o julgamento e nem também para a crucificação de Jesus. Em verdade, ele nem estava por perto em nenhum destes. Quando Cristo foi à cruz, Judas já tinha morrido, tendo cometido suicídio dentro das vinte e quatro horas após seu terrível ato.
Satanás estava por trás das cenas, dirigindo todos os movimentos de traição. A estratégia dele era encontrar um traidor - alguém próximo de Cristo, alguém em quem Ele confiasse, alguém que supostamente estivesse sob os Seus cuidados. Mas teria de ser alguém inclinado à cobiça - alguém que ele pudesse atrair e enfraquecer, plantando perguntas e dúvidas em sua mente. Aí então poderia o possuir e torná-lo traidor!
Veja, Satanás queria muito mais do que ter uma turba dirigida por ele indo ao jardim prender Jesus. Ele queria que todo o caso fosse uma afirmação, uma declaração - que fosse um testemunho satânico! Ele queria que um testemunho demoníaco pudesse ressoar alto por todo o espaço da criação. E eis a afirmação que ele queria fazer:
"Jesus Cristo não os guarda - Ele não consegue livrar nem a Si próprio! Ele não é Salvador e nem guarda a alma dos homens. Ele não conseguiu guardar Judas - e também falhou ao me guardar, eu - um de Seus anjos, e todos os demais anjos que caíram comigo. Vou provar que Jesus não tem poder para fazer com que alguém não caia. Ele lhe dá para o seu inimigo!"
Judas era para ser um sermão ilustrado de como Jesus Cristo era impotente para salvar os perdidos - pois não salvou o próprio discípulo! Satanás queria que parecesse como se ele houvesse arrancado Judas diretamente das mãos do Mestre. Queria mostrar que tinha o poder para se aproximar de qualquer pessoa íntima de Jesus e a tomar à vontade - e que Jesus o deixaria acontecer! Que ele poderia marchar para o rebanho do Senhor como leão rugindo, roubar e prender um cordeiro nos dentes, o amaldiçoar e destruir, levando-o a cometer suicídio.
Finalmente, quando chegasse a hora de impulsionar Judas para se matar, Satanás iria berrar o seu testemunho para todas as partes do inferno, dos céus e do mundo: "Viram o que aconteceu com esse homem? Olhem para ele - ele era um discípulo de Jesus. Mas Jesus não conseguiu guardá-lo!".
Satanás tinha de ter um Judas! Ele queria usa-lo para proclamar sua afirmação demoníaca para três diferentes ambientes:
Satanás queria primeiro fazer uma declaração a todos os principados e potestades das trevas. Creio que o Diabo planejava usar a queda de Judas para justificar a sua própria queda e a queda dos anjos que se juntaram a ele em sua rebelião!
Se o Diabo podia destruir um discípulo próximo de Jesus - alguém que havia expulsado demónios, curado enfermos, realizado milagres e andado na plena luz da verdade - então ele poderia dizer a todo anjo caído e aos poderes demoníacos: "Esta vendo? O amor de Deus é falho. As Suas misericórdias efetivamente não funcionam! Foi profetizado há muito tempo atrás que Judas viria, e mesmo assim Deus nada fez para protegê-lo ou salvá-lo".
"Deus também não conseguiu me guardar - Ele poderia ter conservado a nós todos livres do orgulho. Mas agora você pode claramente ver que Deus mais uma vez falhou em guardar os Seus!".
Satanás também queria fazer uma declaração a todos os santos anjos. Ele buscou lançar dardos de dúvida para dentro do próprio céu para corromper as testemunhas em glória que não caíram, incorruptas.
Não pense por um minuto que o Diabo desistiu da luta para derrubar os céus e se exaltar como Deus. Ele é o acusador de não apenas os irmãos, mas de tudo que é de Deus - incluindo os anjos!
Após o suicídio de Judas, Satanás gritou aos que estão na glória: "Deus não pôde salvar um de Seus próprios discípulos - e não guardou a nós, anjos criados por Ele. O que os faz pensar que Ele vai lhes guardar?".
"Ele criou o homem, e agora ficou claro que não consegue guardar o homem. Os de Seu próprio grupo O traem! Então o que impede outra rebelião entre vocês?"
Nós sabemos que a guerra ainda se fere, que Satanás ainda combate as hostes celestes. Ele combateu o arcanjo Miguel, que buscava trazer a palavra de Deus para Daniel. E certamente hoje ele usa todas as mentiras e estratégias diabólicas tentando plantar dúvidas e rebelião nas hostes de Jeová!
Mais do que tudo, a afirmação de Satanás foi dirigida à humanidade - para você e para mim! A mensagem que enviou foi dirigida primariamente para o povo de Deus sobre a terra. Ele a quer usar para destruir toda fé!
O Diabo conhece as escrituras bem - e sabia que todas as gerações futuras veriam os primeiros acontecimentos como exemplos "sobre quem os fins dos séculos têm chegado" (I Coríntios 10:11). Satanás queria um exemplo também - um padrão mostrando a todas as gerações seguintes aquilo que ele sustentava como fracasso de Deus em guardar os Seus próprios filhos da queda. A traição por parte de Judas objetivou abalar e questionar a fé dos filhos de Deus em Seu poder salvador e guardador.
E daí, diz o Diabo, qual o problema de Jesus ter exposto Judas como um "diabo"? "Não vos escolhi eu em número de doze? Contudo, um de vós é diabo" (João 6:70). Satanás responde: isso é ainda muito mais testemunho ao meu poder! Se Jesus sabia que Judas tinha o Diabo nele, então por que não me dominou? Por que deixou que Judas continuasse como um diabo? Por que não me expulsou?". "Se Deus não consegue cuidar de Seus próprios discípulos, como Ele pode cuidar de vocês?".
Amado, o inimigo quer plantar uma semente de dúvida na mente de todos os homens e mulheres - e repetirá a sua mensagem vez após vez. Enquanto o Senhor tiver uma terra, Satanás gritará de geração em geração, até à eternidade: "Deus não guarda os Seus filhos!".
Imagine o que os altos sacerdotes e o Sinédrio devem ter pensado ao barganharem com Judas, aquele patético homem diante deles. Viram esse diabólico exemplo traindo Cristo e indo à ruína. Devem ter dito entre si, "Estamos certos! Jesus não é Deus, ou o Filho de Deus. Se fosse, não teria deixado que esse discípulo caísse".
Podemos vê-los abrindo seus pergaminhos, citando: "Cita o salmista, 'É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel. O Senhor é quem te guarda...De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua. O Senhor te guardará de todo mal' (Salmo 121:4-7). Se Jesus fosse Deus, teria cumprido essa escritura!".
Diriam mais, "Está escrito 'Pois ele te livrará do lago do passarinheiro... Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma chegara à sua tenda' (Salmo 91:3,10). Jesus não pode ser Deus, pois permitiu que Judas caísse na armadilha. O mal caiu sobre este homem - e ele era um discípulo íntimo!". Pode-se ouvir Satanás gritando ao homem interior deles: "Se Jesus é Deus, por que não está guardando este homem? Por que Judas não está sendo livrado?".
Há poucas semanas atrás, durante a nossa reunião de oração das sextas-feiras, ouvimos o testemunho de uma mãe e de sua filha adolescente que havias sido atacadas por um grupo de jovens. A turba rasgou as roupas da menina e bateu na mãe. De algum modo, elas escaparam sem maiores estragos.
Quando vieram à frente para testemunhar, a mãe estava usando óculos escuros para esconder os olhos, arroxeados pelas pancadas. Agora a menina está lutando com a sua fé. Ela disse a mim em meio de lágrimas, "Olhe os meus lábios - uma menina me bateu, e vou ficar com cicatriz o resto da vida. Pastor David, a minha mãe serviu o Senhor por tanto tempo. Por que Deus permitiu que isso nos acontecesse? Por que as promessas dEle não funcionam? Onde Ele estava?".
Há dois meses, incêndios e roubos espalharam-se por Los Angeles. Nos primeiros dias destas agitações, todos os Desafios Jovens daquela área foram poupados, incluindo um enorme depósito no coração da cidade. Esse depósito é usado para armazenar roupas e ferramentas, que são vendidas a preços baixos para ajudar os pobres e necessitados.
Aí, no terceiro ou quarto dia das agitações, o depósito foi queimado inteiro. Uma área enorme com mercadorias foi totalmente destruída. Não sobrou nada!
Alguns dos jovens convertidos do Desafio Jovem perguntaram: "Onde estava o anjo do Senhor? Onde estava a proteção? Essa era uma boa obra em nome de Deus. Por que Ele permitiu que fosse destruída?".
Mais e mais, você ouvirá do povo de Deus enfrentando provações, e sofrendo todo tipo de mal. E Satanás irá usar tais exemplos tentando lhe convencer que Deus não aparece quando você precisa dEle - que não vai lhe guardar contra o maligno!
Foram nos dados grandes exemplos de fé sob sofrimentos: segundo a tradição da igreja, o apóstolo Paulo foi decapitado. Hebreus 11 lista os heróis da fé que foram queimados, despelados vivos, fervidos no óleo - tudo por não quererem desdizer o testemunho do Senhor Jesus Cristo.
Mas a minha mensagem aqui não pretende tratar dos motivos pelos quais o povo de Deus sofre - porque alguns são permitidos sofrer tanto, sendo que as promessas divinas são tão fortes. Eu não sei todas as respostas para isso. Mas efetivamente sei que Paulo diz isso: "Para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Romanos 8:18). Nada se compara com a glória que almejamos! "Se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados" (v. 17).
Sei também que Deus usa o sofrimento para nos preparar. Atravessaremos sofrimento económico, doenças e outras provações. Eu não sei porque a minha esposa, Gwen, teve câncer tantas vezes, ou porque as minhas filhas Bonnie e Debbie tiveram câncer. Eu não entendo este tipo de sofrimento.
Mas o que eu sei é: se você não está sendo preparado através das provações, então ouvirá o Diabo quando lhe cochichar, "Deus não guarda o Seu povo" - e ira procurar um caminho fácil para os céus! Você correrá a alguma igreja da prosperidade para que os seus ouvidos tenham comichão. Aí, quando o primeiro problema surgir, você acabara jogando fora a fé - porque ela não respondeu aos seus mais profundos problemas e necessidades!
O que estava por trás da queda de Judas? Como tal discípulo se tornou traidor? Isso é importante para nós - pois nos dá sinais de alerta para as nossas próprias vidas, para que também não tropecemos e caiamos:
"Este (Judas) foi entender-se com os principais sacerdotes e os capitães sobre como lhes entregaria a Jesus; então, eles se alegraram e combinaram em lhe dar dinheiro" (Lucas 22:4-5).
A palavra "combinaram" aqui quer dizer "barganharam". Ao se reunir com estes sacerdotes ímpios, Judas não aceitaria o negócio só por quinze ou vinte peças de prata - ele teria de receber trinta ou nada. Esse era o preço mínimo!
Comentadores bíblicos dão todos os tipos de desculpas para a traição de Judas. Muitos dizem que o dinheiro não era a motivação dele - que ele só queria forçar Jesus a estabelecer um reino terreno.
Mas a verdade é que o dinheiro foi o motivo! Por qual outra razão ele iria barganhar, discutindo preço? Ele poderia simplesmente ter dito, "Vejam, eu só quero que Jesus seja forçado a essa situação para fazê-Lo demonstrar o Seu poder" - e teria aceito qualquer quantidade de prata. Mas o amor pelo dinheiro havia feito com que todo o amor que havia tido por Jesus se esgotasse!
Em verdade, o amor pelo dinheiro é a raiz de todo este mal (veja I Timóteo 6:10). É a semente que o Diabo planta no coração de um homem ou de uma mulher e que expulsa todo o amor por Cristo. Faz brotar a necessidade de se acumular dinheiro. Aí vem a necessidade de contá-lo, e ter certeza de que não se perderá. Depois vem a necessidade de se construir coisas em cima dele. Pode-se estabelecer alvos para si - de aposentadoria, ou de segurança financeira. Estou certo de que Judas tinha um alvo financeiro também. Mas esse tipo de gente nunca tem o suficiente - porque o alvo está sendo sempre aumentado!
O Diabo lhe diz, "Se você quer servir a Deus, espere até ter uma certa quantia no banco. Aí então você estará livre para servi-Lo!". Mas após você conseguir essa quantia, Satanás cochicha: "Esse dinheiro na verdade não é suficiente, pois os juros estão caindo. Na verdade você precisa de tanto a mais...". E os números sobem em espiral!
Porém a Bíblia diz:
"Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmo se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas cousas" (I Timóteo 6:9-11).
Se a sua vida está focada em sustentar-se - na busca do dinheiro - então você tem o mesmíssimo espírito de Satanás que Judas tinha nele! Foi simplesmente a ganância que tornou Judas ladrão, traidor e assassino de Jesus Cristo.
E isso prova que o argumento de Paulo de que o amor pelo dinheiro é a raiz e o gérmen de todos os tipos de mal!
Ao ler essa mensagem, pergunte a si próprio: você vendeu Cristo desta maneira? Você se tornou traidor dEle, barganhando sua alma em troca de mais dinheiro?
Não há nada errado em ter economias e poupança. Mas se você negligencia Jesus porque a sua vida está enrolada no acúmulo de dinheiro, então você também vendeu Jesus, como certamente Judas fez!
Satanás havia lançado um véu sobre os olhos de Judas, para que não visse como estava sendo mudado. O discípulo ficou cego ao mal e à ruína que haviam se estabelecido em seu coração.
Judas estava familiarizado com as profecias sobre aquele que viria trair o Redentor. Imagino quantas vezes ele leu ou ouviu estas palavras: "Até o meu amigo íntimo, em quem eu confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o calcanhar" (Salmo 41:9).
Mas nem uma vez Judas chegou a pensar de si próprio como cumprindo esse horrendo papel! "Eu, objeto de profecia? Jeremias e Isaías viram os meus dias? Não sou traidor de Cristo - Sou um simples discípulo. Não sou mau!".
No entanto Jesus mui claramente apontou um dedo para os discípulos e disse: "Para que se cumpra a Escritura: Aquele que come do meu pão levantou contra mim o seu calcanhar...um dentre vós me trairá" (João 13:18,21). Judas estava tão cego que não podia ver que ele era o homem?
Hoje, nós também lemos profecias bíblicas que falam dos nossos dias. Por exemplo, Jesus disse que nos últimos dias muitos novamente O crucificariam, expondo-O abertamente à vergonha, pois deixariam seus corações esfriarem: "Por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos" (Mateus 24:12).
Tal profecia foi proferida há centenas de anos atrás. Ainda assim lhe pergunto: o seu coração está frio com o Senhor hoje? Jesus disse que o pecado iria se multiplicar por toda parte - e que o amor de muitos crentes se esfriaria! É você o homem ou a mulher a quem esta profecia esta apontando o dedo nesse momento?
Quero compartilhar com você a coisa mais vergonhosa que pode acontecer com aqueles que antes conheceram e amaram Jesus: sem o saber, eles se tornam a "declaração de Judas" para os últimos dias! Se o seu amor está se esfriando, o Diabo o usará como exemplo dele - do mesmo jeito que usou Judas!
Satanás irá lhe apontar diante de todos os poderes do inferno, de todos os anjos na glória e de todos que o conhecem na terra - e dirá: "Vejam! Ele antes andava com Jesus - e Jesus não o guardou! Mais uma vez dei uma passada no rebanho de Deus e roubei outra ovelha tão íntima de Cristo. O coração dele agora é meu, e eu o arruinarei e destruirei. Ele é a prova, através de sua queda, de que Deus não guarda!". Nada poderia lhe ser pior do que estar diante do Senhor e responder por seus amigos e conhecidos, por ter se desviado dEle. Alguém pode dizer, "Não ponha a culpa em mim - Sou responsável só por minhas próprias ações. Não preciso responder por mais ninguém!".
Não é assim. Quantos no seu trabalho sabiam que você era um apaixonado por Jesus? Você testemunhava; lhes dizia o quê Jesus fez por você. Eles sabiam do seu caminhar com Cristo.
Mas você Lhe virou as costas. E você mudou - mas não sabe que mudou, pois o Diabo o cegou! Dia após dia, semana após semana, ano após ano, você endureceu o coração.
Agora todos que antes o conheciam como apaixonado por Jesus o vêem como uma pessoa diferente. E uma multidão de testemunhas se levantará no dia do Juízo e o condenará ao Juiz: "Tu não me podes julgar, Deus, pois eu estava olhando para a vida dele! Dez anos antes ele fervia por Ti e O amava de todo coração. Eu estava mergulhado no pecado - mas mesmo assim eu ficava de olho nele. Eu via o quanto ele estava perto de Ti. Aí então ele caiu - e eu pensei, 'Que chance eu vou ter?'. Que o meu sangue caia sobre ele, Senhor! Aquela pequena esperança de me decidir por Ti me foi tirada por ele ter fracassado em Lhe seguir!". É assim que você se torna um testemunho de Judas!
Em Sua oração final com os discípulos, Jesus fez a Sua própria declaração - aos céus, ao inferno e à humanidade:
"Guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição [Judas], para que se cumprisse a Escritura" (João 17:12).
Você entende a verdade do que Jesus esta dizendo? "Perdi só um - e na verdade não o perdi, porque ele era do mal desde o começo. Guardei cada um dos que um dia Me deram o seu coração!". Eu creio que Judas poderia ter sido salvo - pois Jesus fez tudo que podia por ele. Não foi Deus que endureceu o coração de Judas. Ele apenas previu que Judas iria se endurecer para Cristo, vez após outra. Veja, Judas tinha um coração dividido - e escolheu não se arrepender! É assim que ele acabou sendo ferramenta de Satanás.
Ouça bem as palavras, amado santo: "(Eu) Guardava-os (os) que me deste...e nenhum deles se perdeu" (João 17:12).
O exemplo de Pedro deveria nos encorajar. Jesus lhe disse, "Pedro, Satanás está atrás de você. Ele tem querido lhe peneirar, destruir e lhe tornar um traidor também. Mas estou orando por você, para que a tua fé não fraqueje!".
Pedro não fraquejou na fé - porque Jesus o guardou! Apesar de ter falhado na hora da tentação, ele tinha um coração que ainda amava Cristo - e Pedro voltou para Jesus, dando-Lhe o coração e arrependimento pleno. Jesus viu aquele coração faminto e disse, "Vou lhe guardar do poder do Diabo!".
Amado, Deus vai lhe guardar "porque maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo" (I João 4:4). Você pode abrir no Salmo 91 e crer em cada versículo sobre a proteção dEle para você. Você pode enfrentar um período de sofrimento, mas ninguém pode tocar na sua paz com Deus!
Não podemos saber o que o amanhã trará - mas oro para que como crente cada um possa dizer com Jó, "Ainda que ele me mate, nele esperarei" (Jó 13:15). E tenho certeza de que se o Senhor realmente deixar cair a Sua muralha de proteção, será por algum motivo. Poderemos nunca entender isso por inteiro. Mas podemos saber isso: "Não dormitará aquele que te guarda" (Salmo 121:3).
É real e é certo: ELE "é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória" (Judas 24). Aleluia!


A traição de Judas.

A traição de Judas
Algumas pessoas justificam a traição como sendo fruto de uma profecia e por isso Judas Iscariotes não teria culpa. Há inclusive correntes de pensamento que dizem que se Judas não tivesse traído Jesus, que a profecia não teria sido confirmada.

Afinal de contas Judas tem culpa ou não?  Ele cometeu um pecado ou foi DEUS que o fez pecar?  Na verdade a profecia simplesmente estabelece que DEUS já sabia previamente que alguém ia pecar. E como DEUS sabe de tudo e de todos, é ÓBVIO que ele sabe se e quando cada um de nós vai pecar. Com Judas não seria diferente.

Examinando a passagem da traição de Judas Iscariotes, à luz dos três evangelhos (Mateus, Marcos e Lucas), é interessante observar uma nuance que de alguma forma pode ser que mude o julgamento de Judas:

Em Mateus (Mt 26.14-16) a escritura está assim (NTLH):

14 Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. 15 Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. 16 E daí em diante Judas ficou procurando uma oportunidade para entregar Jesus.

Em Marcos (Mc 14.10-11) a escritura diz o seguinte (NTLH):

10 Judas Iscariotes, que era um dos doze discípulos, foi falar com os chefes dos sacerdotes para combinar como entregaria Jesus a eles. 11 Quando ouviram o que ele disse, eles ficaram muito contentes e prometeram dar dinheiro a ele. Assim Judas começou a procurar uma oportunidade para entregar Jesus.

Em Lucas (Lc 22.3-6) o evangelho nos diz (NTLH):

3 Então Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, que era um dos doze discípulos. 4Judas foi falar com os chefes dos sacerdotes e com os oficiais da guarda do Templo para combinar a maneira como ele ia lhes entregar Jesus. 5 Eles ficaram muito contentes e prometeram dar dinheiro a ele. 6 Judas aceitou e começou a procurar uma oportunidade para entregar Jesus a eles, sem que o povo ficasse sabendo.

É interessante como cada um dos três evangelistas, cada um à sua maneira, nos mostra facetas diferentes de um mesmo acontecimento. Por isso é tão útil sempre ler uma passagem à luz da sua referência cruzada. Neste caso, Marcos, que em geral é o mais detalhista dos três (onde os mesmos coincidem), foi o mais resumido. Mateus nos disse das 30 moedas de prata, mas Lucas introduziu um elemento novo na narrativa: Satanás.

Muitos são induzidos a crer que os pecados que cometemos são obra de Satanás, que nos tenta, que nos provoca. Na verdade somos nós que não somos fortes o suficiente para enfrentar Satanás e por isso caímos em pecado. Seria muito simples colocar todos os créditos de nossos pecados em Satanás. Isso equivaleria a que fôssemos todos umas bestas inimputáveis, como se não tivéssemos o tão falado Livre Arbítrio.

Satanás não só existe como nos ronda, apenas esperando a melhor oportunidade de nos atacar, de nos enfraquecer, de nos induzir ao pecado. Por isso cabe a nós estarmos firmes na fé, sempre preparados, como coloca Paulo em Efésios (Ef 6.10-17) (NVI):

A Armadura de DEUS:

10 Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. 11 Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, 12 pois a nossa luta não é contra seres humanos, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. 13 Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo. 14 Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça 15 e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. 16 Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno. 17 Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.



A traição de Judas - Lucas 21:37 - 22:6
Lucas 21:37 - 22:6
[37] Cada dia Jesus estava ensinando no templo, e cada noite, ele saiu para passar a noite no monte chamado Monte das Oliveiras, [38] e todas as pessoas que vieram no início da manhã para ouvi-lo no templo.
[1] Agora, a Festa dos Pães Ázimos, chamada Páscoa, estava se aproximando, [2] e os sacerdotes e os mestres da lei estavam procurando alguma maneira de se livrar de Jesus, pois eles estavam com medo do povo. [3] Então Satanás entrou Judas, chamado Iscariotes, um dos Doze. [4] e Judas foi para os principais sacerdotes e os oficiais da guarda do templo e discutiu com eles como ele poderia trair Jesus. [5] Eles ficaram encantados e concordou em lhe dar dinheiro. [6] Ele consentiu, e viu uma oportunidade para a mão de Jesus sobre a multidão quando nenhum deles estava presente.
Exposição
Para os onze, a traição de Judas foi um choque! Vinte séculos depois, o relato bíblico da traição de Judas ainda levanta todos os tipos de perguntas - algumas das quais não sabemos as respostas definitivas. Mas como nós consideramos o texto desta semana, não vamos gastar tanto tempo especulando sobre o que não sabemos, como tentar compreender o que sabemos sobre Judas.
Jesus passa suas noites no Monte das Oliveiras (21:37-38)
"Cada dia Jesus estava ensinando no templo, e cada noite, ele saiu para passar a noite no monte chamado Monte das Oliveiras, e todo o povo veio no início da manhã para ouvi-lo no templo". (21:37-38)
Estes versos descrevem padrão de Jesus na última semana de sua vida. A seção de ensino do templo, que começa com frases semelhantes em 19:47-48, termina aqui.
Jesus iria começar a ensinar no templo e não no início da manhã, e iria ensinar lá durante todo o dia, mas à noite ele iria gastar no Monte das Oliveiras, numa colina a leste de Jerusalém. A frase "para passar a noite" (RA) ou "morada" (KJV) é o aulizomai verbo grego, o que pode significar (1) em geral, para ter sono arranjo temporário, «passar a noite", ou (2) ter habitação, sem referência especial à noite, "ao vivo, fique. "[1] Se ele acampados, ou passou a noite com amigos em uma das cidades pequenas no lado leste do Monte das Oliveiras, nós não sabemos. Mas sabia que Judas para encontrá-lo no Jardim do Getsêmani, através de Jerusalém , na encosta oeste do Monte das Oliveiras (22:39). Este verbo grego está no imperfeito, o que indica ação repetida no passado, que este era o padrão habitual de Jesus naquela semana.
Pães Ázimos ea Páscoa (22:1)
"Agora, a Festa dos Pães Ázimos, chamada Páscoa, estava se aproximando ...."(22:1)
A Páscoa é a mais antiga das festas judaicas, celebrando a noite no Egito, quando o anjo da morte "passou" o povo de Israel que habitavam em casas marcadas com o sangue de um cordeiro sacrificial no batente da porta. Cada ano os judeus que foram capazes teria ido a Jerusalém para sacrificar um cordeiro pascal no templo, e depois comê-lo juntos em uma refeição solene de comemoração do Êxodo e de Deus a vitória sobre os egípcios. Cada sprint, a Páscoa é celebrada no crepúsculo do dia 14 do mês judaico de nisã, [2]
Imediatamente após a Páscoa, a Festa dos Pães Ázimos foi realizada durante uma semana, do 15 ao longo do dia 21 de Nisan. (Êxodo 12:15, Levítico 23:5-6, Números 28:16-17, 2 Crônicas 35:1, 17). Esta festa celebra a rapidez do Êxodo. "Então o povo tomou a sua massa antes que o fermento foi adicionado, e levou-a sobre os ombros de amassar calhas embrulhado em roupas" (Êxodo 12:34). Para comemorar este, sempre após os judeus olharia toda a suas casas e remover qualquer fermentação que pudessem encontrar, antes da semana do festival. Muitas vezes, o Novo Testamento refere-se tanto em festas da Páscoa único nome.
Os inimigos de Jesus (22:2)
Por este tempo em seu ministério, Jesus tem acumulado bastante um elenco de inimigos que o medo eo ódio dele. Estas não são apenas Gallilean fariseus, mas os líderes de Jerusalém, que exercem um grande poder:
1. "Chefe Sacerdotes" (archiereus grego) são mencionadas neste versículo. Estes são designados por Herodes, para um mandato de um ano e rodado regularmente entre os bem colocados, as famílias ricas. Eles não são amigos dos fariseus, que praticam uma forma muito mais rigorosa do judaísmo. Os sacerdotes, aparentemente também têm um interesse financeiro em trocar dinheiro e venda de sacrifícios aprovado no templo.Quando Jesus desafios dessa prática, ele afasta os príncipes dos sacerdotes [3].
2. "Os professores da lei" (RA) ou "escribas" (NVI, RSV; grammateus grego) são estudiosos da Torah profissional com a responsabilidade de interpretar a lei. Opõem-se a Jesus, porque ele alega falar e agir de Deus (Marcos 2:7) de maneiras que desafiam a sua própria autoridade e interpretações. Escribas poderia ser fariseus ou saduceus.Jesus foi criticado severamente os escribas por sua hipocrisia farisaica, chamando a sua fúria, e os saduceus pelos seus erros na interpretação das Escrituras [4].
3. "Os agentes da guarda do Templo" (Strategos grego) são mencionados em 22:4. É considerado uma abominação para os soldados romanos para entrar na área do templo, assim que é guardado por levitas. O capitão se reúne com os sacerdotes e Judas para determinar uma maneira de captar a Jesus quando ele não está cercado pela multidão. [5]
4. "Anciãos do povo" são adicionados à lista de inimigos em Mateus 26:3 e Lucas 22:52.O presbuteros substantivo grego refere-se aqui a "membros de um grupo no Sinédrio." [6]

A esta lista de inimigos não vamos esquecer os outros dois que aparecem em 21:23:
5. Satanás
6. Judas
Buscando se livrar de Jesus (22:1-2)
Cada grupo tem fortes diferenças com os outros, mas eles têm uma coisa em comum - chegar a Jesus. Eles agora estão perguntando para além do estágio e de aprendizagem. Eles se sentem ameaçados e "estava procurando alguma maneira de se livrar de Jesus, pois eles estavam com medo do povo." Anaireo (22:1-2) A palavra traduzida como "livrar-se" (RA) ou "matar" (BLH) é grego ", para se livrar de execução, acabar com, destruir," principalmente de matar pela violência, na batalha, por execução, assassinato ou homicídio [7].
O problema é que "eles estavam com medo do povo." Jesus não está escondido, mas ele está cercado durante o dia, com centenas ou milhares de ouvintes atentos. Se os seus inimigos tentam prender Jesus em público, ele provavelmente irá provocar um motim, fazendo com que a intervenção militar romano, e talvez lhes custar o emprego. Ambas devem manter a frágil paz na cidade de Jerusalém e ao mesmo tempo, se livrar de Jesus. Eles são frustrados por Jesus como conseguir sozinho. Só então a resposta para seu problema entra pela porta - Judas, que podem fornecer informações privilegiadas.
Satanás, o Inimigo Invisível (22:3)
Mas este não é apenas uma conspiração de um homem mau, há uma dimensão cósmica em sua raiz. O versículo 3 menciona Satanás. Satanás aparece várias vezes nos Evangelhos Sinópticos e Lucas 4:8, 10:18, 11:18, 13:16, 22:31 e Atos 5:3; 26:18. Satanás parece ser usado como sinónimo de "diabo" (diabolos grego) que significa "adversário" (Lucas 4:2-13; 8:12 e Atos 10:38, 13:10).
Falei com um clérigo que hoje sugere que os seres Satanás eo diabo é provável que nós seres humanos criamos para explicar o mal que encontramos no mundo. Eu afirmo que, se não estamos dispostos a aceitar o fato de que o próprio Jesus acreditou em Satanás, ensinou sobre Satanás, e pessoalmente contra Satanás, é improvável que entender o que está acontecendo no Evangelho - ou a Bíblia, para esse assunto. Se você não acredita que você tem um inimigo externo real, então você é um pato sentado para a emboscada espiritual.
O Apóstolo Paulo viu o conflito em termos cósmicos, também:
"O deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que eles não podem ver a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus". (2 Coríntios 4:4)
"Quanto a você, foram mortos em suas transgressões e pecados, nos quais costumavam viver, quando seguiam os caminhos deste mundo e do governante do reino do ar, do espírito que agora está no trabalho, aqueles que são desobediente. " (Efésios 2:1-2)
"Pois ele nos resgatou do domínio das trevas e nos transportou para o reino do Filho que ama." (Colossenses 1:13)
Na visão de Paulo, os incrédulos, os cegos espiritualmente, siga o governante "usurpador deste mundo" sem saber. Estão sujeitas a sua visão de mundo e aberto a suas sugestões e inspirações.
Jesus também ensina que as pessoas podem estar sob a influência ou a direção de Satanás, sem ter consciência disso. Ele repreende Pedro, com as duras palavras, "Get behind me Satan" (Marcos 8:33). Ele observa: "Já que eu não escolhi a vós, os Doze? Contudo um de vós é um diabo! (João 6:70). Para seus adversários vocal ele diz: "Você pertence a seu pai, o diabo, e que pretende realizar o desejo de seu pai. Ele foi homicida desde o princípio, não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala a sua língua nativa, pois ele é um mentiroso e pai da mentira "(João 8:44).
As pessoas podem tornar-se porta-voz de Satanás e seus agentes, mesmo sem conhecê-lo.A única maneira de escapar de sua ampla influência é apegar-se a Jesus com firmeza. No contexto muito de ser escravizado por Satanás, Jesus diz: "Se você segurar a minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos. Então você vai saber a verdade, ea verdade vos libertará" (João 8:31-32) .
Judas 22:3
Um dos escândalos da Bíblia é que um dos seguidores de Jesus, escolhido a dedo 'trai-lo.Judas é um nome muito comum nos dias de Jesus, pois é o nome do patriarca da tribo de Judá. Outros com este nome foi o famoso Judas macabbees (um líder piedoso e negrito cerca de 165 aC, em uma guerra de rebelião contra os gregos que a Palestina ocupada), irmão do próprio Jesus (Mateus 13:55, talvez o mesmo que o autor da Epístola de Judas), e discípulo de um segundo, "Judas filho de Tiago" (Lucas 6:16). É um nome honrado - até Judas Iscariot vem.
Iscariotes, provavelmente, em hebraico significa "homem de Queriote". Queriote vezes é identificada com Queriote-Hezrom, um local mais tarde chamado de Hazor (Josué 15:15, 25), cerca de 12 quilômetros ao sul de Hebron. Há também uma Moab Queriote (Jeremias 14:41, Amós 2:2). Seja qual cidade ele vem, Judas parece ser a excepção, uma vez que as outras doze todos vêm da Galiléia [8].
Satanás Entra Judas (22:3)
Esta frase é curiosa:
"Então Satanás entrou em Judas, chamado Iscariotes, um dos Doze." (22:3)
Quando li isso, questões de inundação minha mente: O que significa "entrar"? Por que isso acontece a Judas? O que pode estar pensando Judas? Judas não tem qualquer controle sobre suas ações? É ele o responsável? Porque é que Judas Jesus escolher se ele sabe que não é confiável? Ou Jesus sequer sabe o que vai acontecer? Estas são as grandes questões que fundamentam tais doutrinas heavy-duty como predestinação, presciência, bem como a perseverança dos santos, a demonização, e mais algumas. Nós não podemos resolver todas essas questões em uma única lição, se nunca. As perguntas são maiores do que nós.
Mas vamos começar com o significado de "Satanás entra em Judas". Será que isso implica algum tipo de possessão demoníaca? A palavra traduzida como "entrada" é grego eiserchomai", para mover-se em um espaço, 'enter'." [9] Eiserchomai é uma palavra muito comum no Novo Testamento, usado sobre os maus espíritos que entram porcos e homens, causando uma espécie de loucura ou perda de controle (Marcos 5:12-13; 9:25 e Lucas 8:30, 32-33). O verbo também é usado em João 13:27 a Ceia do Senhor: "Assim que Judas tomou o pão, Satanás entrou nele".
Se alegam que Satanás assume Judas contra sua vontade, em seguida, Judas não se responsabiliza por sua ação - ele é uma vítima involuntária da mesma forma que uma criança raptada não tem qualquer culpa. Mas sabemos que essa traição é tanto anunciada por Jesus (João 6:70, 13:10-11, 21; Mateus 26:21, Marcos 14:18, Lucas 22:21) e da pessoa que comete a traição é condenado por Jesus (Lucas 22:22). "Mas ai do homem que trai o Filho do Homem! Seria melhor para ele se ele não tivesse nascido" (Mateus 26:24).
Portanto, concluo que Judas não é um peão não quis, e que "Satanás entra em Judas" não é como possessão demoníaca. Jesus construiu o seu ministério na carcaça demônios das vítimas relutantes. Mas você não pode expulsar demônios de uma pessoa que quer que eles existem, que exigiria uma violação da vontade. Modern-ministros livramento dia encontrei este para ser empiricamente verdadeira.
Encontramos algumas pistas quando examinamos uma passagem paralela no Evangelho de João:
"O jantar estava sendo servido, eo diabo já havia solicitado Judas Iscariot, filho de Simão, que traísse a Jesus" (João 13:2).
A palavra traduzida "solicitado" (RA) ou "posto no coração" (NVI) é uma frase que a KJV traduz literalmente e corretamente. O verbo grego é ballo, o que pode indicar tanto a ação vigorosa (o "lance"), bem como ação simples ( 'para colocar ou colocar algo em um local, colocar, lugar, aplica-se, leigos, trazer') [10]. Vemos uma expressão semelhante em Atos:
"Então Pedro disse: 'Ananias, como é que encheu Satanás o (pleroo grego) o seu coração que você mentiu para o Espírito Santo e ter mantido para si uma parte do dinheiro que recebeu para a terra?" "(Atos 5:3).
Certamente Satanás é o agente de plantar o pensamento de Judas 'e mentes de Ananias, mas então Judas e Ananias acompanhar através do pecado ao invés de rejeitar o pensamento.
Jesus é tentado por Satanás no deserto, mas em cada ponto, ele responde com a Escritura e resiste à tentação. Tiago nos dá uma compreensão melhor de como o pecado opera:
"Quando a tentação, ninguém deve dizer:" Deus está me tentando. " Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, nem a ninguém tenta, mas cada um é tentado, quando, pelo seu próprio desejo o mal, ele é arrastado e seduzido. Então, depois de desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, eo pecado, quando está maduro, gera a morte ". (Tiago 1:13-15)
Para tentação de ter qualquer poder, ele deve entrar em ressonância com uma motivação pecaminosa ou desejo dentro da pessoa. Isso é o que Jesus está se referindo quando ele diz, "o príncipe deste mundo, e nada tem em mim" (muito literalmente na KJV) ou "Ele não tem nenhum poder sobre mim" (Bíblia, João 14:30). Paulo escreve: "Em sua ira não pecado: Não deixe o sol enquanto ainda está com raiva, e não dar ao Diabo (grego topos," lugar ")" (Efésios 4:26-27).
Martinho Lutero disse uma vez que não é sua culpa se um pássaro voa sobre sua cabeça, mas é sua culpa se ele faz um ninho em seu cabelo. Quando nós abrigar o pecado em seus corações, que nós damos ao Diabo e pode facilmente se tornar sua vontade dupes. Este não é um jogo, mas a guerra mortal.
Eu passei algum tempo sobre isso, mas eu acredito que é importante estabelecer que "Satanás entrou em Judas" não faz referência a algum tipo de possessão demoníaca irresistível, mas uma deliberada cortejo de pensamentos pecaminosos e crenças que tornam vulnerável a Judas ser manipulado por Satanás, ainda totalmente responsável por suas ações.
Este não é o lugar certo para argumentar a favor ou contra a segurança eterna do crente.Como você vê Judas depende de sua posição teológica mais do que o texto realmente diz sobre ele.
Qual é o motivo de Judas para trair Jesus?
Quando tentamos adivinhar motivo de alguém que estamos em terreno muito instável. Nós não sabemos o que está acontecendo dentro do que a cabeça da pessoa. Mais frequentemente, uma série de motivações de roupa juntos e combinar - alguns desconhecidos, mesmo para nós - que fazem com que as nossas ações. Tentando descobrir a motivação de Judas é pura especulação, por isso não vamos gastar muita energia com isso, mas vamos considerar algumas das possibilidades:
1. Dinheiro. Selo esta ganância "."
2. A desilusão com o ministério de Jesus e causa. Chame essa incredulidade "."
3. Hurt por alguns repreensão por Jesus, que Judas não aceita, e que acumula e se transforma em ódio. Eu vejo isso como "rebelião" e "orgulho".
4. O ciúme de outros discípulos, que são mais importantes que ele. Talvez a traição é uma forma doente de fazer algo historicamente importante, mesmo que apenas por um momento. Pode ser misturado com ciúme uma baixa auto-imagem e uma extrema auto-absorção.
Destes, apenas o primeiro tem prova bíblica. O Evangelho de João declara: "... ele era um ladrão, como detentor do saco de dinheiro, que ele usou para ajudar a si mesmo o que foi colocado nele" (João 12:6). O dinheiro era claramente um dos pontos fracos de Judas. As pessoas têm feito algumas coisas bastante severo para dinheiro --- mesmo uma quantidade relativamente pequena de dinheiro. Mammon pode ser um deus que compete em nosso coração com o verdadeiro Deus e pretende nos governar (Mateus 6:24, Lucas 16:13).
Uma teoria vê "Iscariotes", como derivados de sicarius latim, que significa "homem-punhal", uma palavra aplicada aos membros do movimento zelote. Assim, Judas é um fanático político que acredita que Jesus é o verdadeiro Messias, que irá liberar a Palestina da ocupação romana. Mas ele está desapontado que Jesus parece estar a seguir uma agenda educacional e espiritual, ao invés de um que vai levar a um conflito com os romanos. Judas está convencido de que se o conflito com os romanos não ocorrer, Jesus, o Messias vai levar a nação à vitória militar. Assim, a traição é uma parcela destinada a forçar a mão de Jesus em tomar medidas contra os romanos. Ou, talvez Judas está decepcionado e trai Jesus por vingança. Ou .... Soa bastante convincente até você perceber que não há absolutamente nenhuma evidência para apoiá-lo.
A verdade é que simplesmente não sabem os motivos de Judas para trair Jesus, exceto que o dinheiro provavelmente desempenhou algum papel.
Judas negocia o Betrayal 22:4-5
"E Judas foi para os principais sacerdotes e os oficiais da guarda do templo e discutiu com eles como ele poderia trair Jesus. Ficaram encantados e concordou em lhe dar dinheiro." (22:4-5)
Os oficiais da guarda do templo são levitas, que trabalhou com os principais sacerdotes para manter a ordem no templo. Eles representam uma pequena força armada os príncipes dos sacerdotes têm à sua disposição. Observe que Judas parece iniciar a traição, ele não é seduzido a fazer isso por inimigos de Jesus, mas por Satanás - e desejos de Judas. O relato de Mateus deixa claro que Judas está atrás de dinheiro:
"Então um dos Doze - o chamado Judas Iscariot - foi para os chefes dos sacerdotes e perguntou:" O que você está disposto a dar-me se eu entregá-lo para você? "Então, eles contaram para ele trinta moedas de prata. A partir de então Judas assistiu de uma oportunidade para entregá-lo. (Mateus 26:14-16)
É uma negociação muito simples. Judas foi o que os inimigos de Jesus precisa - no interior de conhecimento de onde Jesus pode ser encontrado à noite, quando ele não está rodeado por uma multidão de pessoas. E os sacerdotes têm o que Judas parece desejo - o dinheiro. Eles concordam em trinta moedas de prata, que eles vão dar a Judas, quando ele segue através de seu fim do negócio (Marcos 14:11, Lucas 22:5). O "trinta moedas de prata" são provavelmente shekels Tyrian ou tetradrachmas [11]. Quanto vale eram eles? Não muito, realmente.

Tyrian Shekels ou Tetradrachmas
Judas procura uma oportunidade para entregar Jesus (22:6)
Jesus: "Ele consentiu, e viu uma oportunidade para entregar a eles quando a multidão não estava presente." (22:6)
De agora em diante, Judas está buscando seus próprios interesses e não os interesses de Jesus. Ele traiu Jesus no seu coração, e está prestes a traí-lo de fato.
Por que Jesus Selecione Judas?
Antes de concluir, vamos examinar algumas perguntas irrespondíveis. Jesus tem conhecimento prévio de que Judas vai traí-lo quando ele escolhe-lo para ser um apóstolo? Aparentemente sim. São João diz:
' "64 No entanto, existem alguns de vocês que não acredito." Pois Jesus sabia desde o começo que eles não acreditavam e quem iria traí-lo. 65 Ele passou a dizer: "É por isso que eu lhe disse que não Ninguém pode vir a mim se o Pai lhe permitiu. .... Então, Jesus respondeu: "Já não escolhi a vós, os Doze? Contudo um de vós é um diabo! 71 (Ele quis dizer Judas, filho de Simão Iscariotes, que, embora um dos Doze, mais tarde traí-lo.) "(João 6:64-65, 70-71)
Nós apenas não sabemos tudo o que Jesus sabia que Judas sobre quando ele selecionou ele.Sabemos, no entanto, que ele selecionou-lo com muita oração e consulta com o seu Pai (Lc 6:12-16). O Pai, que sabe todas as coisas, sabia. O que ele comunicou esta a Jesus, nesse momento, nós não conhecemos totalmente. Mas dizer que Jesus escolheu Judas para que ele pudesse traí-lo é especulativo, um passo além do que sabemos. A Escritura não nos diz por quê.
Judas não tem qualquer liberdade de escolha?
Nós vamos discutir em uma passagem posterior as profecias sobre a traição de Judas. Mas Judas não tem qualquer liberdade de escolha? Eu acredito que ele faz, embora o debate da predestinação versus livre-arbítrio, Calvinismo versus Arminianismo, não é um nós vamos resolver aqui. Não vamos debate entre nós mesmos estas perguntas irrespondíveis. Nós simplesmente não temos dados suficientes a partir da Escritura para entender bem o suficiente. Mas em poucas palavras, aqui está o que eu acredito, pois o que vale a pena.
1. Todos os homens parecem ter alguma liberdade de escolha, uma vez que são responsáveis por suas ações.
2. Presciência divina que Judas será no futuro trair Jesus não elimina o livre arbítrio de Judas ea responsabilidade pela sua acção, indica apenas que Deus sabe se antes do tempo.
3. Judas abriga pecados, como a ganância eo egoísmo. Estes fornecem uma abertura para Satanás para seduzi-lo em pecados cada vez maiores. Isso pode ser verdade para todos nós.
4. Em última instância (embora isso esteja fora do escopo do nosso estudo, uma vez que é discutido apenas em Mateus 27:3-10 e Atos 1:18-19), Judas se arrependido, mas perde toda a esperança, e comete suicídio. Pedro, que também trai Cristo, está cheio de remorsos, mas continua a esperança, e é finalmente restaurada.
Quem sabe "que se"? Nós não, a especulação e é inútil aqui.
Que lições A Traição de Judas nos ensinar como discípulos?
Para mim, Judas é um exemplo muito sóbrio de como um bom discípulo pode ir mal.
1. Sua traição é escondido de seus colaboradores mais próximos. Acho interessante que, embora o apóstolo João está consciente da fraqueza de Judas por dinheiro e roubo (João 12:6), ele não sabe quem é o traidor até que Jesus diz a ele. Todos os discípulos tinham fraquezas e padrões de pecado - que é como os seres humanos são pecadores. Assim que Judas foi um pecado recorrente há indicação para qualquer pessoa que ele é um traidor. É possível para você e eu a trair Jesus em nosso coração sem ninguém saber. Exceto Jesus. Jesus sabe.
2. O pecado de Judas ruínas ele - e outros. Faz com que ele vulneráveis a voz sedutora de Satanás. Nossos pecados podem arruinar a nós, também. E, muito possivelmente, aqueles que nos rodeiam a quem amamos.
3. Trata-se de mim? Veremos mais sobre isso, mas os discípulos na Última Ceia não sei quem vai trair Jesus, e cada um se pergunta se ele pode ser ele mesmo? Cada um de nós tem em nós as sementes de traição. Temos de estar vigilantes.
4. Até Jesus foi um de seus líderes se voltar contra ele. Às vezes, como líderes cristãos que castigar-nos quando um dos nossos líderes se volta contra nós. O que eu fiz de errado? nós pedimos. Mas mesmo Jesus que isso aconteça. Sim, uma boa liderança é importante, mas a raiz do fracasso está dentro da pessoa, não necessariamente o líder.

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