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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

PÚBLICO

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INAUGURADO EM 16 DE SETEMBRO DE 2012, O BLOG DO DIÁCONO SERGIO BARBOSA BARROS TEM OBTIDO UMA MÉDIA SUPERIOR A 1000 VISITAS POR MÊS; ESSE PÚBLICO É COMPOSTO POR PESSOAS INTELIGENTES E SENSÍVEIS QUE BUSCAM NOS ESTUDOS EVANGÉLICOS AUMENTAR SEUS CONHECIMENTOS SOBRE AS ESCRITURAS BÍBLICAS, EU FICO HONRADO PELO CARINHO E RESPEITO QUE É OUTORGADO A ESSA FERRAMENTA QUE É USADA PARA DIVULGAR A VOLTA DE JESUS CRISTO, E AGRADEÇO À TODOS QUE ACOMPANHAM O TRABALHO DESSE HUMILDE SERVO DE DEUS.



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SANTA CEIA


A importância da Santa Ceia.





A Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo: A Ceia do Senhor Jesus, é uma das Festas mais solene da Igreja, de muitíssima importância. A sua importância relaciona-se com o passado, o presente e futuro.

Sua importância no Passado: É um ato «memorial» (gr. anamnesis) da morte de Cristo no Calvário, para nos remir da condenação (Luc 22.19; 1 Cor 11.24-26). «...Fazei isto em memória de mim...». Este é um importante elemento na Ceia do Senhor Jesus. Trata-se de uma memorial em face de tudo quanto Cristo foi e fez pelos homens, sobre tudo em sua expiação. Umas das funções da Ceia do Senhor Jesus é de fazer-nos lembrar a redenção que possuímos através de Cristo, que estende potencialmente a todos os homens, tal como a páscoa levou a nação de Israel a lembrar-se de sua redenção da servidão no Egito. Na celebração da Santa Ceia, as nossas mentes se voltam para o Calvário, relembrando do Sacrifício de Jesus, em nosso favor. Embora, que em todo tempo devemos lembrar-nos deste Santo Sacrifício, todavia, temos um dia especifico e oportuno para esta comemoração e meditação. É também um ato de «ação de graças» (gr. eucharistia) pelos benefícios provenientes do sacrifício de Jesus Cristo (Mat 26.27,28; Marc 14.23; Luc 22.19). «...Fazei isto...», isto é, «repeti este rito memorial, em lembrança de minha pessoa». Cumpre-nos relembrar tudo quanto Cristo fez em prol da humanidade, na redenção e na esperança que Ele nos trouxe; não permitamos que a sua vida seja vã para conosco, reconheçamos a importância da mesma. Tudo isso devemos perenemente relembrar.

A ordenança sobre o elemento «memorial» da Ceia do Senhor Jesus, é levada a efeito para mostrar Cristo aos homens, para conservá-lo na lembrança dos crentes, e, sobretudo para relembra a «morte» de Cristo. É importante conservar o seu sacrifício expiatório perante os olhos dos homens. Este «memorial» entrou em vigor desde que Cristo encerrou a última refeição pascal com os seus discípulos, até à sua vinda. Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é uma forma especial de «ação de graças», pelo dom inefável de Jesus Cristo, o Redentor de todos os homens.

Sua importância no Presente: A Santa Ceia expressa a nossa «comunhão» (gr. koinonia) com Cristo e, de nossa participação nos benefícios oriundos da Sua morte sacrificial e ao mesmo tempo expressa a nossa «comunhão» com os demais membros do Corpo de Cristo (1 Cor 10.16,17). A Santa Ceia, a mesa do Senhor Jesus é o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos, é a mesa onde os dons preciosíssimos são dados e recebidos. É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma. A Santa Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo. É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível. A Santa Ceia é uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo. Lembre-nos que a Mesa é do Senhor Jesus, Ele é quem nos convida a participar deste ato glorioso, foi Ele que se ofereceu e se entregou por nós, o convite é de Cristo, o hospedeiro, nós somos os seus convidados. Que glorioso é saber que Cristo não está ausente, mas presente conosco, de uma forma tão tremenda, que dEle participamos, ao comermos do pão e bebermos do suco da videira, os elementos que representam essa comunhão.

Sua importância no Futuro: A Santa Ceia é um ato que antevê a volta iminente de Jesus Cristo para arrebatar a Sua Igreja e, um antegozo em podermos participar com Cristo, na Ceia das Bodas do Cordeiro (esta Ceia não é literal, mas figurada, espiritual, mística, pois lá (no reino celestial) não existe nem pão e nem suco de uva, (Luc 22.17,18,30; Apoc 19.9)). Uma das expectações de Paulo com relação à vinda de Cristo era a comemoração da Ceia do Senhor Jesus, quando esperançoso ele disse aos coríntios: «Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha» (1 Cor 11.26).

«...anunciais a morte do Senhor, até que ele venha». Cristo foi arrebatado de nós em sua presença física. Mas até mesmo essa sua presença física nos será restaurada. Paulo vivia na expectação diária desse acontecimento, visto que não esperava o grande intervalo daera da Igreja, que já se prolonga por quase vinte séculos. Mediante a adição destas palavras, ele determinou a prática contínua da ordenança da Ceia do Senhor, até à restauração da presença visível do Senhor Jesus. Isso ensina a «perpetuidade» desse rito; e vai de encontro a interpretação dos «hiperdispencionistas», os quais ensinam que o batismo em água e Ceia do Senhor Jesus não tinha por intuito fazer parte das atividades permanentes da era da Igreja, mas antes, que deveriam ser eliminados, como sucedeu a todos os ritos e cerimônias, a fim de que a pura graça reinasse sem quaisquer ordenanças que simbolize a fé cristã. Mateus (o único entre os evangelhos sinópticos) concorda com Paulo sobre o sabor escatológico e profético da Santa Ceia (Mat 26.29; 1 Cor 11.26). Nela não só exibimos a morte do Senhor Jesus, «até que ele venha», mas também pomo-nos a meditar o sobre o tempo em que ele voltará para celebrar a Sua Santa Comunhão com os que lhe pertence, em seu reino glorioso. Cada celebração da Ceia do Senhor Jesus é uma prelibação e antecipação profética do grande banquete de casamento que está sendo preparado para a Igreja.

As bênçãos e a segurança para aqueles que celebram a Santa Ceia

O Sacrifício de Jesus Cristo e a Santa Ceia estão inseparavelmente ligados. Consideramos que A Ceia do Senhor Jesus é um a «Festa espiritual em torno do Seu Sacrifício» (1 Cor 10.14-22). «Em memória de mim...» (Luc 22.19; 1 Cor 11.25,26). Visto que o sacrifício de Cristo tem que ser espiritualizado em tantos pontos, a linguagem acerca da Festa em torno de Seu sacrifício é indubitavelmente espiritualizada também, mas não deve ser despida do seu significado. Não participamos de um Cristo meramente físico, mas do Cristo Glorificado, o Deus que se encarnou. O modo pelo qual Cristo se mostra disponível para a nossa participação sobre a terra, hoje em dia, é presumivelmente na qualidade de Espírito Santo (João 14.16,17; 1 Cor 3.16).

Semelhantemente, quando Jesus tomou o pão e o vinho (fruto da vide) e deu aos Seus discípulos, dizendo: «Fazei isto em memória de mim», não estava simplesmente a exortá-los para que mantivessem boa comunhão entre si, mas estava transmitindo um rito mediante o qual podiam mostrar em símbolo a Sua Presença Eterna com a Sua Igreja. Assim é que a Igreja tem aceitado o simbolismo das ordenanças; o Batismo em Água e a Ceia do Senhor Jesus. No pão e no vinho (fruto da vide) o adorador recebe mediante a fé, o verdadeiro Corpo e o Sangue de Cristo. Porque celebrar a Santa Ceia é participar de tudo o que Cristo fez por nós. Nas águas do Batismo simbolicamente significa a identificação da pessoa com Jesus Cristo na Sua morte, sepultamento e ressurreição e também o seu ingresso no Corpo de Cristo, externando que a pessoa é Igreja de Cristo (Rom 6.3-5; Col 2.12). Com essas ações a Igreja simboliza sua fé; mediante disto, as ordenanças não são apenas ilustrações, «mas também canais prescritos para a recepção da graça Divina» Enquanto estamos neste mundo, as ordenanças e os símbolos são necessários. Somente um espírito desencarnado é que pode ignorar estes fatos. O cristianismo é uma religião espiritual e mística, mas, todavia, que tem os seus símbolos, que representam a verdade acerca do Cristianismo. Por isto, ao celebrarmos a Ceia do Senhor Jesus de modo correto e ordeiro, conforme os principio bíblicos, observando todo o estatuto para dela participarmos, podemos assegurar:

A) A Nossa genuína comunhão com Jesus Cristo: Ao participarmos da Santa Ceia estamos garantindo a nossa comunhão com Cristo, a Cabeça da Igreja. Afinal fomos chamados à comunhão com Jesus Cristo e através da Santa Ceia, ao participar-se dela é que nós demonstramos e provamos esta comunhão. A nossa comunhão com Cristo só é assegurada quando participamos do Seu Corpo e do Seu Sangue, quem não participa do Seu Corpo e do Seu Sangue não está em comunhão com Ele e, não tem a Vida Eterna (João 6.53–58). Ao celebrarmos da Santa Ceia, participamos da alegria, da vida, dos sofrimentos e da Glória de Jesus Cristo (2 Cor 1.3-7; 1 Ped 4.12-14). Afinal vivemos e participamos de Cristo (2 Cor 5.15). Cristo não é apenas o organizador da festa; Ele é a própria festa.

B) Nossa participação nos benefícios provindos do Sacrifício de Jesus Cristo: Na participação do Corpo e do Sangue de Cristo, demonstramos (tanto internamente como externamente) que seriamente temos aceitado o Sacrifício de Cristo e, que pela fé, assim fazendo, estamos compartilhando de todos os Benefícios oriundos daquEle Santo Sacrifício (Rom 3.24,25; 4.25; 5.6-21; 1 Cor 5.7; 10.16; Efés 1.5,7; 2.13; Cl 1.20; Heb 9-10; 1 Ped 1.18-21; Apoc 1.5). Ver o ponto acima.

C) Nossa comunhão com os demais membros do Corpo de Cristo: Primeiro é preciso termos comunhão com Cristo, a Cabeça do Corpo, mas também se faz necessário em ter comunhão como os demais membros do corpo de Cristo, a Sua Igreja (Atos 2.42: Filip 1.22; Col 1.18; 1 João 1.7). Ao celebrarmos a Santa Ceia de Cristo comprovamos a nossa «unidade espiritual» em Cristo Jesus e, que compartilhamos dos mesmos propósitos, da mesma fé, do mesmo amor, da mesma Palavra, das mesmas promessas, da mesma pureza e da esperança futura com Cristo na Sua Glória (João 17.21; Atos 20.34-38; Rom 12.5,10-20; 1 Cor 10.17; 12.12-27; Gál 3.28; Efés 4.13; 2 Tim 2.3). A Santa Ceia reúne todos os comprometidos com Cristo em torno dEle, pois está Presente conosco. Ninguém pode dizer que está em comunhão com Jesus Cristo e conosco se não participar do Seu Corpo e do Seu Sangue (João 6.53-58).

Ao Celebrarmos a Santa Ceia, estamos assegurando o nosso Arrebatamento para o céu: Alguém pode chegar a pensar que o arrebatamento da Igreja e a Ceia do Senhor Jesus são casos distintos, ou que o arrebatamento independe da celebração da Santa Ceia de Cristo. Todavia, aqueles que não participam da Santa Ceia de Cristo ou participam indignamente, podem estar preparados para o arrebatamento da Igreja de Cristo? a) Como estão preparados se não estão em comunhão com Cristo e com a Sua Igreja! b) Se não estão discernindo o Corpo e o Sangue de Cristo, nos elementos da Santa Ceia! c) Não estão participando dos benefícios oriundos do Sacrifício de Jesus Cristo! d) Se não estão em santificação! Por isso, dissemos com precisão, aqueles que comem o pão e o cálice do Senhor Jesus, conforme o estatuto contido nestes ensinamentos, estão preparados para a qualquer momento serem arrebatados (Sal 24.3-5; Mat 5.8; Col 2.10; Heb 12.14; 1 Cor 11.29). Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é o nosso «alimento e bebida espiritual» que satisfaz os anseios da nossa alma, significando participação no Cristo ressuscitado, garantindo-nos a Vida Eterna (João 6.32-32,48-58). Não podemos esquecer, que o simbolismo da Santa Ceia expressa a realidade espiritual e mística, da nossa participação no Sangue e no Corpo de Cristo. Sem essa participação espiritual e mística (contato genuíno), simbolizada pelo pão e pelo suco de uva, não temos qualquer garantia de salvação.




Páscoa, a última ceia

Aquela era a última ceia de Páscoa que Jesus celebraria com Seus discípulos antes da crucificação. Enquanto comiam, Jesus tomou um cálice, agradeceu e disse: “isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). É incerto quanto os discípulos entenderam desse pronunciamento profético. Porém, seu significado se esclareceria pouco depois, ao testemunharem a morte sacrificial de Jesus na cruz e lembrarem as palavras que Ele dissera ao erguer o cálice. Foi através de Sua morte e do Seu sangue derramado que Jesus estabeleceu uma Nova Aliança que mudaria o rumo da história da humanidade, tanto para os judeus quanto para os gentios.

Um Superior Sacrifício pelo Pecado
Dia após dia, um sacerdote levita entrava no templo e oferecia sacrifícios de animais para a remissão de pecados, conforme determinava a Lei de Moisés. O sistema sacrificial da Lei era apenas uma sombra do que Jesus iria realizar no futuro, através de Sua morte na cruz. O Livro de Hebreus ilustra de duas maneiras a ineficácia dos sacrifícios levíticos para remover o pecado. Em primeiro lugar, se o sacrifício pelo pecado aperfeiçoasse quem o oferecia em adoração, não haveria necessidade de repeti-lo (Hb 10.2). Em segundo lugar, se os israelitas tivessem sido verdadeiramente purificados do pecado através de sacrifícios de animais, “não mais teriam consciência [senso] de pecados” (Hb 10.2). Mas o fato é que nenhum de seus sacrifícios podia torná-los perfeitos ou livrá-los da consciência do pecado (Hb 9.9). Por quê? “Porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados” (Hb 10.4). O sangue de animais não tinha o poder de efetuar a redenção; a imolação ritual não podia purificar a carne, isto é, realizar a purificação cerimonial (Hb 9.13).

Através de um nítido contraste, o Livro de Hebreus explica como Deus providenciou um sacrifício melhor para a redenção do homem. Deus Pai enviou Seu Filho Jesus para ser o sacrifício pelo pecado. Jesus tomou parte na obra da redenção e tornou-se o sacrifício da expiação, com profundo e total envolvimento, e não em resignação passiva. Obedecendo à vontade do Pai, Cristo entregou Seu corpo como uma oferta definitiva, permitindo que o pecado do homem fosse removido (Hb 10.5-10). A conclusão é óbvia: Deus revogou o primeiro sacrifício, que dependia da morte de animais, para estabelecer o segundo sacrifício, que dependia da morte de Cristo.


Qual a diferença entre o sacerdócio de Cristo e o sacerdócio dos levitas?Na Antiga Aliança, centenas de sacerdotes levitas ofereciam, continuamente, sacrifícios inefetivos que “nunca jamais podem remover [apagar completamente] pecados” (Hb 10.11); mas o sacrifício de Cristo removeu os pecados, de uma vez por todas. Os sacerdotes araônicos ofereciam sacrifícios pelo pecado, dia após dia; Cristo sacrificou-se uma só vez. Os sacerdotes araônicos sacrificavam animais; Cristo ofereceu a si mesmo. Os sacrifícios dos levitas apenas cobriam o pecado; o sacrifício de Cristo removeu o pecado. Os sacrifícios dos levitas cessaram; o sacrifício de Cristo tem eficácia eterna. Assim, Cristo está agora assentado “à destra de Deus” (Hb 10.12; cf. Hb 1.3; 8.1; 12.2), o que demonstra que Ele completou Sua obra, obedientemente, e foi exaltado a uma posição de poder e honra.

Cristo, o holocausto supremo e perpétuo, é o único sacrifício pelo pecado que existe atualmente. Os que rejeitam o sacrifício de Cristo têm sobre sua cabeça três acusações: (1) Eles desprezam a Cristo, calcando-O sob seus pés; (2) consideram o sangue de Cristo como profano (comum) e sem valor; e (3) insultam o Espírito Santo, que procurou atraí-los para Cristo (Hb 10.29). Os que rejeitam Seu holocausto redentor são considerados adversários. Na aliança mosaica, os adversários eram réus de juízo e morriam sem misericórdia. Conseqüentemente, as pessoas que rejeitam a Cristo aguardam o horrível juízo de Deus (Hb 10.30-31).

Por meio de Sua morte, Jesus inaugurou um “novo e vivo [vivificante] caminho” (Hb 10.20) para que a humanidade possa chegar à presença de Deus com “intrepidez [confiança]” (Hb 10.19). Portanto, o que possibilita a existência de uma Nova Aliança é o sacerdócio e o sacrifício superiores de Cristo.


Uma Aliança Superior Para os SantosO Livro de Hebreus revela que Cristo é o “Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas” (Hb 8.6). Ela é mais excelente porque as promessas do pacto mosaico eram condicionais, terrenas, carnais e temporárias, enquanto as promessas do Novo Testamento são incondicionais, espirituais e eternas.


Quais as diferenças entre o Antigo Testamento e o pacto abraâmico?Deus estabeleceu a aliança mosaica (Antigo Testamento) com a nação de Israel, no Monte Sinai. Esse pacto não foi o primeiro que Deus firmou com o homem, mas foi o primeiro que Ele fez com Israel como nação. A aliança mosaica foi escrita 430 anos depois da aliança abraâmica, e não alterou, não anulou, nem revogou as cláusulas da primeira aliança, a abraâmica (Gl 3.17-19), que era incondicional, irrevogável e eterna.

Muitas pessoas, hoje em dia, confundem a aliança mosaica com a abraâmica e afirmam que a Terra Prometida não pertence mais ao povo judeu porque a nação perdeu seu direito em razão do pecado. Entretanto, Deus garantiu a Israel a posse permanente da terra, não através da aliança mosaica, mas da aliança abraâmica (Gn 15.7-21; 17.6-8; 28.10-14).

As promessas do pacto mosaico eram condicionais. O pré-requisito era que Israel obedecesse aos mandamentos para que Deus cumprisse as promessas de bênçãos, estabelecidas no pacto (Êx 19.5). Mas Israel não cumpriu as cláusulas do pacto. A falha não estava na Lei, pois o mandamento era “santo, e justo e bom” (Rm 7.12), mas na natureza pecaminosa do homem, que se rebelou contra as condições estipuladas no pacto. Essa aliança tinha um poder limitado e não podia conceder vida espiritual nem justificar os pecadores (Hb 8.7-9).


Com quem Deus firmou a Nova Aliança?A Escritura deixa claro que a Nova Aliança foi feita exclusivamente com Israel (os descendentes de Jacó, pelo sangue) – e não com a Igreja (Hb 8.10). Em nenhum lugar da Escritura a Igreja é chamada de Israel ou “Israel espiritual”, como alguns ensinam. Está claro na Escritura que as bênçãos nacionais, espirituais e materiais prometidas na Nova Aliança serão cumpridas com o Israel literal, no Reino Milenar (Jr 31.31-40).

A Nova Aliança foi profetizada pela primeira vez por Jeremias, seis séculos antes do nascimento de Cristo (Jr 31.31; cf. Hb 8.8). Ao falar do novo pacto, Deus usa os verbos no futuro (“firmarei”, “imprimirei”, “inscreverei”, “serei”, “usarei”, “lembrarei”, veja Hb 8.8,10,12), mostrando que cumprirá as cláusulas dessa aliança. Além disso, o cumprimento depende unicamente da integridade de Deus, e não da fidelidade de Israel.

Se a Nova Aliança não foi firmada com a Igreja, por que foi apresentada em Hebreus 8?
O escritor de Hebreus foi movido pelo Espírito Santo a citar a Nova Aliança com o propósito de ressaltar o fracasso da aliança mosaica e mostrar a Israel que as promessas reunidas num pacto melhor estavam disponíveis através de Jesus Cristo. A Nova Aliança foi instituída na morte do Senhor (Hb 9.16-17), e os discípulos ensinaram seus conceitos à nação de Israel (2 Co 3.6). O fato da nação de Israel ter rejeitado seu Messias resultou num adiamento do cumprimento cabal do pacto, que só ocorrerá quando Israel receber a Cristo, na Sua Segunda Vinda.


Quais são as promessas da Nova Aliança?Em primeiro lugar, a Nova Aliança proporciona uma transformação interior da mente e do coração, que só pode ser produzida através da regeneração espiritual. Deus disse: “Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as inscreverei” (Hb 8.10). A Antiga Aliança era exterior, lavrada na pedra (Êx 32. 15-16); a Nova Aliança é escrita “em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2 Co 3.3), através do ministério do Espírito Santo. Isso acontecerá com Israel, como um todo, na Segunda Vinda de Cristo, quando Deus derramará o Seu Espírito sobre o povo judeu não-salvo, fazendo com que se arrependa de seus pecados e aceite Jesus como seu Messias (Zc 12.10; Rm 11.26).


Em segundo lugar, a aliança mosaica estipulava que os conceitos da Lei, com seus complicados rituais e regimentos, só fossem ensinados pelos líderes religiosos. Os que vivem sob os preceitos da Nova Aliança são ensinados pelo Senhor, por meio do Espírito Santo que habita em seu interior, e recebem poder para andar nos caminhos do Senhor e guardar os Seus estatutos (Ez 36.27).


Em terceiro lugar, na Antiga Aliança, o pecado era lembrado sempre que um animal era oferecido em sacrifício (Hb 10.3). Na Nova Aliança, Jesus foi o Cordeiro do sacrifício, que, de uma vez por todas, removeu o pecado (Hb 10.15-18) através do Seu sangue. O Senhor disse: “Pois, para com as suas iniqüidades usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Hb 8.12; cf. Jr 31.34). A palavra jamais é uma dupla negativa no texto grego, o que significa que “não, nunca, sob nenhuma circunstância” Deus se lembrará dos pecados do Israel redimido.


Em quarto lugar, Cristo é o Mediador da Nova Aliança (Hb 9.15-20). O mediador atua como um intermediário entre duas partes que desejam estabelecer um acordo entre si. Os mediadores põem seus próprios interesses de lado pelo bem das partes envolvidas no acordo. Um mediador precisa ser digno de confiança, aceitável pelas partes e capaz de assegurar o cumprimento do pacto. Através de Sua morte, Cristo tornou-se o Mediador da Nova Aliança, e possibilitou a reconciliação de todos aqueles que confiam em Sua obra redentora.

A mediação de Cristo também se estende aos santos que viveram debaixo da Antiga Aliança, bem como aos que virão a crer, no futuro. Cristo concede uma herança eterna a todos os crentes, através da Nova Aliança. Um beneficiário só pode entrar na posse legal da herança com a morte do testador. Para que a Nova Aliança tivesse efeito e, legalmente, pudesse conceder a salvação aos pecadores, Cristo tinha que morrer (Hb 9.15-17).

Até mesmo a aliança mosaica teve de ser inaugurada com sangue para ter efeito legal. Moisés mediou o primeiro pacto tomando o livro da Lei, lendo-o diante dos filhos de Israel – que concordaram em guardar os seus preceitos – e, depois, aspergindo o livro e o povo com sangue (Hb 9.19-20). O fato do Antigo Testamento ter sido firmado com sangue mostrou que era necessária a morte de uma vítima inocente para consagrar e estabelecer uma aliança. Aquele pacto era apenas um tipo e uma sombra que apontava para o dia em que Cristo consagraria e firmaria um Novo Testamento, através do derramamento de Seu próprio sangue. Somente Ele poderia mediar a Nova Aliança entre Deus e a humanidade (1 Tm 2.5).

A Nova Aliança, ao contrário da aliança mosaica, é eterna. O Senhor disse: “Farei com eles aliança de paz; será aliança perpétua” (Ez 37.26). Depois de servir ao seu propósito, o pacto mosaico tornou-se sem efeito. As palavras “antiquado” e “envelhecido” (Hb 8.13) mostram que o pacto mosaico estava esgotado, perdendo as forças e prestes a ser dissolvido.

Embora a Nova Aliança tenha sido feita com Israel, e não com a Igreja, os cristãos têm garantido o extraordinário privilégio de experimentar certos benefícios do novo pacto que passaram a vigorar quando Cristo derramou Seu sangue na cruz. Hoje, a Igreja usufrui das bênçãos espirituais da salvação, estabelecidas na Nova Aliança. As bênçãos físicas do Novo Testamento serão cumpridas com Israel, no Milênio. Os que seguem a Cristo são “ministros de uma nova aliança [testamento, pacto]” (2 Co 3.6) e foram chamados para divulgar a mensagem da salvação. Louvado seja Deus por tão grande salvação!



O Que Significa Come a Minha Carne e Bebe do Meu Sangue?

Como tantas outras vezes, Jesus usou uma linguagem figurativa. Ele também disse “Eu sou a porta”, “Eu sou a videira verdadeira”, e nem por isso compreendemos que Ele seja literalmente uma porta de madeira, ou uma árvore. Frutas, legumes, carne e leite servem para alimentar nosso corpo, mas o alimento do nosso espírito é a Palavra. Devemos ter fome da Palavra. Outra expressão figurada usou Jesus na instituição da santa Ceia. Disse, referindo-se ao pão: “Tomai, comei, isto é o meu corpo”. E, referindo-se ao vinho: “Isto é o meu sangue” (Mt 26.26-28). Em Ezequiel 3.1, lê-se: “Depois, me disse: Filho do homem, come o que achares; come este rolo, e vai, e fala à casa de Israel”. Antes de iniciar a missão de proclamar a mensagem de Deus, o profeta teria que guardá-la no coração, ou seja, comer a Palavra, impregnar-se dela, encher-se dela. “Comer a minha carne e beber do meu sangue” significa, portanto, a necessidade que temos de estarmos permanentemente em comunhão com Jesus, e em obediência a sua Palavra, para que a chama da nossa fé continue acesa. É esse o verdadeiro sentido da mensagem. Jesus disse que "quem come a minha carne, e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" (Jo 6.56). Não se pode traduzir literalmente esta passagem, pois não é pela simples ingestão do pão e do vinho que uma pessoa será salva.



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Fonte:
www.iecpguaruja.com/products/estudo-sobre-santa-ceia-do-senhor/
www.youtube.com/watch?v=h1u60zW2nKs
www.esbocandoideias.com/...santa-ceia...estudo-santa-ceia..
www.estudosgospel.com.br/datas.../pascoa/pascoa-a-ultima-ceia.html
pt.wikipedia.org/wiki/A_Última_Ceia_(Leonardo_da_Vinci)
www.midiagospel.com.br/estudos/.../o-que-significa-come-a-minha-c...
pt.scribd.com/doc/7079813/Estudos-Biblicos-Santa-Ceia
www.ministeriofama.org › Home › Estudos › Esboços
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sábado, 2 de fevereiro de 2013

O CHORO


POR QUE CHORAMOS?

Muitos ficam angustiados, achando que o mundo todo lhes cai na cabeça e isso só acontece consigo e não acontece com os outros.
Fecham-se e choram penalizados por si mesmos, pelo que estão passando, acham que Deus os esqueceu, que “Ele não me ama”, “não agüento mais Senhor” e coisas desse tipo.

Na verdade choramos por muitas coisas e na maioria das vezes choramos pelas coisas erradas.

A Bíblia nos ensina que devemos nos examinar, olhar para o nosso interior e perscrutar o profundo do nosso coração, e então perceber o que fizemos ou vivemos durante toda a nossa vida.

Se você fizer isso vai descobrir que a maior parte das suas dores foram causadas por decisões erradas que você tomou, e principalmente por não conhecer e não seguir a vontade de Deus na sua vida.

O caminho de Deus é perfeito para cada um de nós, mas nós achamos que o nosso é melhor e seguimos quase sempre pelo nosso, ou então queremos dar uma “ajuda” para Deus na hora de decidir as coisas.

Abraão fez isso. Não esperou o tempo e a vontade de Deus e gerou Ismael junto com Hagar a Egípcia.
De Ismael veio um povo que se tornou inimigo ferrenho do povo de Israel, os Ismaelitas, dos quais descendem os atuais Árabes.

Quando o Senhor Jesus diz no sermão do Monte: Bem aventurados (felizes) os que choram porque serão consolados (Mt 5:4), Ele não está falando dos que choram por causa das suas dores, pelo que sofreu ou perdeu na vida, ou pelas decepções e frustrações sofridas durante a caminhada.

O mundo todo chora por essas coisas e nem por isso são bem aventurados (felizes).

O Senhor Jesus pregou o sermão do monte para aqueles que O seguiam, para os que acreditavam que Ele era o Messias, O Enviado de Deus para nos reconciliar com o Pai , pois o homem se afastou de Deus e a maioria ainda vive em inimizade com Ele.

Ele estava falando de outra coisa, de outro tipo de choro, não para os que estão no mundo, que não aceitam a sua vontade, mas para os que o conhecem, o amam o obedecem a sua Palavra.

“BEM AVENTURADOS (felizes) OS QUE CHORAM POR CAUSA … DOS SEUS PECADOS” !

POIS O CHORO SIGNIFICA QUE VOCÊ SE EXAMINOU, E DESCOBRIU QUE É GRANDE PECADOR, E SE ARREPENDEU DE TUDO O QUE FEZ NA VIDA ; COISAS QUE FOI CONTRA A VONTADE DO SENHOR!

Examine-se ! , olhe para dentro de você, olhe para o seu passado, para as decisões erradas que você tomou!
Olhe também para os seus sentimentos, desejos de vingança, de ódio, desejos impuros, pensamentos que se fossem manifestos e as pessoas “ouvissem” fariam você corar de vergonha.

Todos os dias sentimos e pensamos coisas que não se pode expressar, pois as vezes até matamos pessoas que não gostamos, desejamos o mal, odiamos, temos pensamentos impuros, egoístas, e tantos sentimentos errados que nos passam e nos afastam da santidade e da perfeição de Deus.

Ao se examinar profundamente, e também à sua vida, então chore pelo que você é!
Chore por todos os seus pecados e seus erros durante a vida!
Chore por que desobedeceu a Deus e não fez a vontade Dele!
Chore porque as suas dores foram causadas por não conhecer os caminhos Dele, mas por andar nos seus próprios caminhos !!!

Chore porque confiou nos homens e não em Deus !
Chore porque confiou em você mesma muitas vezes e não quis saber o que Deus queria !
Chore ao ver que Deus é SANTO e você tem tanta imperfeição !
Chore, e se arrependa, e peça perdão à Ele pelos seus muitos pecados !
Chore também, por que, apesar disso tudo que você fez e que você é, Ele te ama com um amor imenso, e você não tem nada que possa mostrar para justificar tão grande amor que Ele mostrou por ti!
Chore porque não há nada que você possa fazer para pagar, ou devolver, ou retribuir por um amor tão grande !
Chore porque apesar de ser tão miserável como nós somos, Ele ainda nos ama e nos quer com Ele, e veio morrer em teu lugar e em meu lugar, pagando a sentença de morte que o pecado trouxe ao homem, para nos restaurar para Deus !
Chore porque você não entende esse amor e não sabe mais o que fazer… e eu também não!

Com certeza, se você chorar pelo motivo certo, as suas dores vão passar e Deus vai ser verdadeiramente o seu primeiro amor !
E você vai sentir o amor que Ele tem por ti, e a paz te envolverá de tal maneira que você vai desejá-la sempre! Vai querer estar perto Dele sempre !

Se chorarmos pelo motivo certo, que são os nossos pecados, querendo ser libertos do mal que há em nós, como nos ensina o apóstolo Paulo em Romanos 7: 14 a 25, (abaixo) então vamos ver cumprido em nós o texto que o Senhor Jesus pregou no Sermão do Monte: Felizes os que choram, porque serão consolados !!

Sim, o Espírito Santo de Deus virá sobre a sua vida e te encherá da alegria do Senhor. Haverá consolo em teu coração e a tua alma estará serena diante dos sofrimentos e das provações, pois saberás que Ele nunca te deixará, jamais te abandonará.

No mais, espere no Senhor, alegre-se porque o Senhor de todo o Universo te ama !

Busque o Senhor com todo o teu coração e Ele te ouvirá, e virá para saciar a tua sede de paz e te dará a Alegria da salvação, a qual nunca deveria ser abandonada pelos filhos de Deus!!

Hoje ao orar, chore pelos motivos certos! Examine-se e verás quantas coisas precisam ser lavadas pelas suas lágrimas.

Tenha certeza que o Senhor te ouvirá e te limpará, te ajudará nas suas dificuldades e te abençoará com alegria.

O choro faz parte da condição humana e só não existirá depois da morte, quando Deus enxugará todas as lágrimas humanas (Ap 7.17). A história bíblica é uma demonstração desta verdade.
Choramos de alegria por algum reencontro, como nos casos da reconciliação entre Jacó e Esaú (Gn 33.4) ou entre José e seus irmãos (Gn 42.24; 43.30; 45.2,14; 46.29; 50.1,17), ou por se estar fazendo a obra de Deus (Sl 126.5,6). Este tipo de choro é excepcional e não precisa de consolo.
Choramos de tristeza, pela perda de alguém, como Abraão em relação a Sara (Gn. 23.2), como Davi em relação a Jônatas (2Sm 1.26) e a tantas outras perdas, pois ninguém chorou tanto na Bíblia quanto Davi (1Sm 20.41, 2Sm 1.17; 3.32; 13.36; 15.23,30; 18.33), e como Jesus diante do túmulo do seu grande amigo Lázaro (Jo 11.35).
Choramos de amargura diante de uma derrota, como Ana que não conseguia engravidar (1Sm 1.7), ou de um engano, como Esaú ao descobrir que fora enganado pelo irmão (Gn 27.38).
Choramos de pesar diante de uma realidade que nos soa trágica, como Neemias diante da destruição do seu país (Ne 1.4) ou de Jesus diante do pecado de Jerusalém (Lc 19.41).
Choramos como resultado de um ato de contrição diante de Deus, como Ezequias à beira da morte (2Re 20.3; Is. 38.3), como Pedro diante do reconhecimento do pecado de ter traído a confiança do seu Senhor (Mt 26.75; Mc 14.72; Lc 22.62).
Será que todos estes que choraram foram consolados? Nem todos. Esaú, por exemplo, chorou e não foi consolado, porque a amargura tornou-o cego para o amor de Deus. O choro de remorso (como o de Judas) não é consolado
Nem todo choro é bem-aventurado porque nem todo choro será consolado. O que quer dizer, afinal, esta bênção?
Nela há algo do consolo de Deus aos que sofrem, mas não nos parece que os que assim chora(ra)m sejam bem-aventurados. [Quanto ao choro que vem do sofrimento dele trataremos numa série a ser iniciada no penúltimo domingo de setembro, à noite.]
Que choro será consolado?

2. Serão consolados os que choram diante da beleza da mensagem de Jesus.
Possivelmente quando Jesus proferia suas bem-aventuranças o povo chorava diante de tanta profundidade, seja em termos de sabedoria de vida, seja pela revolução de vida proposta. Ele falava e o povo chorava. Aquelas lágrimas eram bem-aventuradas que produziram um novo estilo de vida. Sem espera por um messias (Deus), sem medo de presente, sem medo do futuro, com um sentido para a existência.

3. Serão consolados os que choram diante da majestade de Deus.
A Bíblia registra vários episódios de pessoas que se encontraram com Deus e tiveram a sensação de que iriam morrer, tamanha a glória sentida. É assim até hoje que devemos vê-lo, conquanto a glória tenha se transformado em graça. Não podemos banalizar Deus.
Maria foi abençoada por que chorou aos pés de Jesus, como reconhecimento do senhorio dele sobre a sua vida (Lc 7.38).

4. Serão consolados os que choram por não conseguirem alcançar os padrões do Reino de Deus.
Imaginemos o público palestino ali ouvindo os alvos de Deus para suas vidas e as pessoas chorando por estarem longe daquelas verdades. Aquele choro seria consolado.
O choro bem-aventurado é o choro de tristeza de quem não vê o Reino de Deus se realizando por causa da maldade dos homens.

5. Serão consolados os que choram de arrependimento diante do próprio pecado.
O Reino não se realiza por causa do pecado dos homens. Quando eu me filio a este grupo e também me vejo pecador, só me resta chorar de arrependimento.
O arrependimento não é uma atitude negativa, de negação do pecado, de recusa à vida no pecado, mas é uma disposição positiva para uma volta a Deus.
Podemos pensar em dois tempos para o arrependimento. O primeiro é o arrependimento primordial: aquele de tomar uma decisão radical por Deus, depois da percepção do nosso carecimento fundamental, o da sua graça. Há muitos aqui que já fizeram esta escolha.
O segundo tempo é o arrependimento quotidiano, que se celebra a cada dia, a cada consciência de pecado cometido. Podemos pensar naqueles que, alcançados pela graça, vivem uma vida dupla (sem pureza como um propósito, acostumado na duplicidade) ou uma vida relaxada (sem alvos na vida).
Se você ainda não fez uma opção por Deus, arrependa-se. Disponha-se para uma nova vida, não mais sozinho, mas agora com Cristo para sempre. Quando você o fizer, lágrimas verterão de seu coração. Estas lágrimas serão consoladas. O profeta Joel nos diz como devemos ir a Deus: “Convertei-vos de todo o vosso coração, e isso com jejuns, com choro e com pranto” (Jl 2.12).
Se você já fez, veja seja leva uma vida dupla ou relaxada e chore. Seu choro será bem-aventurado.
Quando nada mais parece adiantar, a gente senta no chão e chora. Quem faz assim é porque resolveu desistir de lutar sozinho, reconhece que não adianta mais e aceita a mão de Deus. Arrepender-se, no fundo, é descansar em Deus.

6. Conclusão
Cuidado com o medo de chorar, como se isto não fosse para os fortes e para os racionais.
Cuidado com a cultura do choro (carpideiras, choradeiras profissionais). Os que choram por qualquer coisa.
Choremos diante da beleza da mensagem de Jesus.
Choremos diante da majestade de Deus.
Choremos por não conseguirmos alcançar os padrões do Reino de Deus.
Choremos de arrependimento diante do nosso pecado e dos nossos pecados.

Se não chorarmos, seremos escravos de nós mesmos. Se chorarmos, seremos consolados.


"Felizes os pobres". Existem pessoas tão pobres cuja única riqueza que têm é o dinheiro, vivem só para ele,  Não sabem compartilhar os bens que possuem. Por outro lado,encontramos pessoas muito generosas, compartilham seu sorriso, sua presença e marcam nossa vida pelo bem que nos fazem. Onde está a verdadeira riqueza? Pobre de espírito é quem está sempre aberto a aprender e a receber. Eis a grande riqueza!

Feliz quem tem o coração de pobre e todos os dias recorre ao Coração de Deus e busca n'Ele a luz para a caminhada.

"Felizes os que choram, porque serão consolados". Estamos caminhando rumo ao Pentecostes e, de forma especial, nos voltamos para a Pessoa do Espírito Santo. Há uma forma muito antiga de rezar que é a oração em lágrimas, mas não é chorar de qualquer jeito. O choro tem a capacidade de aprofundar nossos sentimentos, mas não são lágrimas de raiva nem de rancor. Existe um choro que é dom de Deus, que vai além de uma expressão física, é um dom, as lágrimas vêm quando a palavra já não pode comunicar.

Quantas vezes, em oração, você chorou sem saber por que estava chorando? Suas lágrimas já eram oração, porque estas comunicam o que está em seu interior. Por que choramos na oração? Porque, nesse momento de intimidade com Deus, acontece um encontro nosso com o Senhor. Sob a luz de Deus Pai nós nos vemos como, de fato, somos.

Choramos diante de Deus, pois nossas misérias se encontram com a Misericórdia do Pai. Dom das lágrimas é uma libertação para o nosso coração. Por meio desse dom somos invadidos por uma paz imensa, as lágrimas lavam nosso coração, lavam nossa alma.

Precisamos entender que, à medida que reconhecemos nossos pecados, conhecemos a Deus. Precisamos reconhecê-los [pecados] e nos libertar deles. Temos dois exemplos claros na Palavra de Deus: Pedro e Judas. Ambos traíram Jesus. Contudo, Judas, ao perceber o que havia feito, foi incapaz de chorar; diferentemente, Pedro chorou e deixou que o arrependimento lavasse seu coração. Chorou amargamente, pois o pecado que ele havia cometido tinha sido amargo.

Existe um tipo de lágrima capaz de nos modificar e mudar também o outro, porque esse dom também é intercessão. Santa Mônica viveu isso com o filho Agostinho, as lágrimas dela, que se transformaram em intercessão, o tornaram o grande santo que conhecemos hoje.

Sei que somos ativistas e queremos fazer muitas coisas, mas nem sempre estas irão gerar frutos. Cardeal Van Thuan ficou preso durante 13 anos no Vietnã e não deixou nada se perder. É dele a frase: "Quem trabalha pela Igreja faz bem, quem reza pela Igreja faz muito, porém, quem sofre pela Igreja faz tudo".

Felizes os que choram, porque serão consolados! Coloque suas lágrimas diante de Deus e Ele o consolará.


Por que choramos ao descascar uma cebola?

Você já se sentiu incomodado com aquele ácido ardido nos olhos, seguido de umas lágrimas ao cortar cebola? Algumas pessoas para evitar essa sensação desagradável, recorrem a vários recursos, muitos deles até um pouco místicos como: cortar cebola com palitos de fósforos na boca; mas por que isso acontece ao cortarmos a cebola?

A explicação para esse incomodo fenômeno está na própria formação da Cebola, pois a mesma possui uma parte rica em enzimas e a outra rica em sulfuretos, quando você corta a cebola essas substâncias se misturam formando uma outra, chamada ácido sulfénico e é transformada em um gás. Quando o gás entra em contato com a água, uma vez que os olhos estão constantemente úmidos, é produzida uma solução fraca de ácido sulfúrico. O organismo se defende do incômodo, produzindo mais lágrimas. Por isso algumas pessoas cortam cebolas ao lado de um prato cheio de água ou embaixo de uma torneira.

As lagrimas produzidas pelo corte da cebola nos incomoda, e ficamos por um pouco de tempo com uma ardência nós olhos, porém existe um tipo de lágrima que nos incomoda bem mais, são as lágrimas provocadas pelo luto, ao perdermos alguém que amamos, essas lágrimas não nos provoca uma dor nos olhos, mas sim no coração, para elas não existe uma dica prática, para evitá-las , mas a Bíblia fala de um dia em que elas simplesmente deixaram de existir.



Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; não haverá mais morte, nem haverá mais pranto nem dor; por que as primeiras coisas passaram. Apocalipse 21:4


Suas lágrimas estão diante de Deus


Salmo 56.8 - Tu contaste as minhas vagueações; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro?
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Encontramos na Bíblia Sagrada muitas pessoas que choraram por diversos motivos.
Você já ouviu esta frase? Menino não chora, ou senão, homem que é homem não chora. Porém a realidade é outra bem diferente. O choro vem quando nos confrontamos com: a dor, saudade, morte, enfermidade, traição, decepção, abandono, perdas e tantos outros motivos que nos fazem derramar algumas ou muitas lágrimas. Às vezes somos consolados por alguém, ou choramos sozinhos as nossas dores.
Existe alguém que chora por sentir ódio, e por não poder se vingar. Outros choram por se arrependerem de algo que cometeram, e por não terem oportunidade de consertar os seus erros.
Outros choram por sentirem solidão. Existem aquelas pessoas que têm tudo para serem felizes, no entanto sentem um vazio na alma e choram sem saberem por que estão chorando.
Quantos choram por sentirem fome de pão. Passam dias e dias mendigando, estendo a mão e clamando por misericórdia.
Muito choram porque não terem um teto para morar. Outros choram de remorso.
Existem pessoas que choram lágrimas de sangue, por perderem suas fortunas no jogo. Têm os que choram, porque perderam um grande amor. Choram pela perda de um excelente emprego. Outros choram de alegria, de felicidade, este é um choro bom, com certeza.
Enfim, são muitos os motivos, porque choramos.


Pesquisei na Bíblia Sagrada, pessoas que choraram, por diversos motivos. Nesta pesquisa descobri algo muito interessante. Observei que homens e mulheres importantes, como reis, rainha, governadores, sacerdotes e profetas choraram em público, não se envergonharam de suas lágrimas.


Descobri que os apóstolos, as mães, a escrava a pecadora também derramaram suas lágrimas.


A pessoa mais importante da Bíblia Sagrada que chorou, derramou suas lágrimas, chama-se Jesus Cristo.


Ora, se o Senhor Jesus Cristo, Senhor dos senhores, Rei dos reis, o Salvador do mundo, o Filho de Deus chorou, por que não podemos chorar? Porque teremos vergonha de expressar a nossa dor através do pranto?


Neste momento, em que você está lendo esta pesquisa, não sei qual o motivo de suas lágrimas, por que você está chorando, por que tem chorado, ou quem sabe , está sentindo necessidade de chorar.
Não sei o que ou quem você perdeu, não sei quem te traiu, desconheço a causa de sua tristeza, sua solidão, saudade. Talvez você chore por uma enfermidade que o médico lhe disse que não tem cura, não tem mais esperança através da medicina.
Mas saiba de uma coisa muito importante: Deus conhece o seu passado, presente e futuro, mesmo sem que você diga uma só palavra, Ele conhece a sua dor, por isto Ele te diz através das Escrituras Sagradas; para o seu choro, Ele tem solução. Ele tem o consolo, Ele pode curar a sua enfermidade. Ele é o Consolador. Jesus enxuga o seu pranto. Tão somente creia.
Quero deixar nesta pesquisa, alguns versículos para sua meditação, por favor, não deixe de ler:


Jesus ressuscitou o filho de uma viúva e disse para ela: Não chores
Lucas 7.13 - E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela e disse-lhe: Não chores.


Apocalipse 5.5 - E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, que venceu para abrir o livro e desatar os seus sete selos.


O REI DAVI RECORRE À MISERICÓRDIA DE DEUS E ALCANÇA PERDÃO.
Salmo 6.6-9 - Já estou cansado do meu gemido; toda noite faço nadar a minha cama; molho o meu leito com as minhas lágrimas.
7 Já os meus olhos estão consumidos pela mágoa e têm envelhecido por causa de todos os meus inimigos.
8 Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniqüidade; porque o SENHOR já ouviu a voz do meu lamento.
9 O SENHOR já ouviu a minha súplica; o SENHOR aceitará a minha oração.


Salmo 30.5 - Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.


Salmo 56.8-9 - Tu contaste as minhas vagueações; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro?
Quando eu a ti clamar, então, retrocederão os meus inimigos; isto sei eu, porque Deus está comigo.


Isaías 25.8-9 - Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor JEOVÁ as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a terra; porque o SENHOR o disse.
E, naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação, exultaremos e nos alegraremos.


Isaías 30.19 - Porque o povo habitará em Sião, em Jerusalém; não chorarás mais; certamente, se compadecerá de ti, à voz do teu clamor; e, ouvindo-a, te responderá.


ISAÍAS PROFETIZOU PARA O REI EZEQUIAS QUE ELE IA MORRER. O REI OROU E DEUS RESPONDEU:
Isaías 38.5 - Vai e dize a Ezequias: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos


Apocalipse 7.17 - Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda lágrima.


Apocalipse 21.4 - E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas.




A ESCRAVA AGAR HAVIA SIDO DESPEDIDA POR SARA, ELA ESTAVA NO DESERTO, SEM ÁGUA E SEM PÃO.
Gênesis 21.15-19 - E, consumida a água do odre, lançou o menino debaixo de uma das árvores.
16 E foi-se e assentou-se em frente, afastando-se a distância de um tiro de arco; porque dizia: Que não veja eu morrer o menino. E assentou-se em frente, e levantou a sua voz, e chorou.
17 E ouviu Deus a voz do menino, e bradou o Anjo de Deus a Agar desde os céus e disse-lhe: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do rapaz desde o lugar onde está.
18 Ergue-te, levanta o moço e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação.
19 E abriu-lhe Deus os olhos; e viu um poço de água, e foi-se, e encheu o odre de água, e deu de beber ao moço.


Gênesis 21.16 - A escrava Agar chorou no deserto, pelo seu filho Ismael. A água do odre tinha acabado.
Gênesis 23.2 - Abraão chorou e lamentou a morte de Sara.
Gênesis 27.38 - Esaú chorou ao tomar conhecimento que Jacó enganou o pai, e recebeu a bênção em seu lugar.
Gênesis 29.11 - Jacó chorou quando encontrou Raquel, sua futura esposa.
Gênesis 33.4 - Jacó e Esaú choraram quando se encontraram.
Gênesis 37.35 - Jacó chorou ao receber a notícia da suposta morte de seu filho José.
Gênesis 42.24 - José chorou, ao reconhecer seus irmãos.
Gênesis 43.30 - José chorou ao rever seu irmão Benjamim.
Gênesis 45.2 - José chorou quando declarou para seus irmãos: eu sou José.
Gênesis 45.14 - José lançou-se ao pescoço de Benjamim, seu irmão, e chorou; Benjamim chorou também ao seu pescoço.
Gênesis 45.15 - José beijou todos os seus irmãos e chorou sobre eles.
Gênesis 46.29 - José ao encontrar-se com o pai Jacó, lançou-se sobre o seu pescoço e chorou por longo tempo.
Gênesis 50.1 - José chorou por causa da morte de seu pai Jacó.
Gênesis 50.3 - Os egípcios choraram durante 70 dias a morte de Jacó.
Êxodo 2.5-6 - A filha de faraó encontrou o menino Moisés chorando dentro do cesto no rio.
Números 11.4 - Israel chorou no deserto, perguntando: Quem nos dará carne a comer?
Números 11.10 - Israel chorou no deserto pelas suas famílias, cada qual à porta da sua tenda.
Números 11.13 - Donde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram dizendo: Dá-nos carne...
Números 14.1 - Israel chorou e murmurou no deserto, desejando voltar para o Egito e morrer por lá.
Números 20.29 - Israel chorou durante trinta dias a morte de Arão.
Números 25.6 - Os filhos de Israel choraram ao apresentarem a Moisés uma mulher midianita.
Deuteronômio 34.8 - Os filhos de Israel prantearam a morte de Moisés durante trinta dias.
Juízes 2.4 - Quando Israel ouviu o Anjo do Senhor, o povo levantou a sua voz e chorou.
Juízes 11.38 - A filha de Jefté chorou por dois meses pelos montes a sua virgindade.
Juízes 14.16 - A mulher de Sansão chorou porque queria descobrir o segredo do enigma.
Juízes 20.23 - Os filhos de Israel choraram perante o Senhor, durante a peleja contra Benjamim.
Juízes 20.26 - Todos os filhos de Israel subiram a Betel e choraram durante a peleja contra benjamim.
Juízes 21.2 - Em Betel o povo levantou a sua voz, e todos prantearam com grande pranto.
Rute 1.9 - Noemi ao deixar Moabe chorou como também suas duas noras, Orfa e Rute.
I Samuel 1.7 - Ana chorava porque sua competidora Penina excessivamente a irritava.
I Samuel 1.10 - Ana chorou abundantemente por ser estéril.
I Samuel 11.4 - Israel chorou sobre a cidade de Gileade, por causa das ameaças de Naás.
I Samuel 20.41 - O rei Davi e Jônatas choraram por causa da perseguição do rei Saul.
I Samuel 24.16 - O rei Saul chorou por causa da sua própria maldade, ao perseguir o rei Davi.
I Samuel 30.4 - O rei Davi chorou por causa da destruição da cidade Ziclague.
II Samuel 1.11-12 - O rei Davi chorou por causa da morte do rei Saul e seu filho Jônatas
II Samuel 3.16 - O choro de uma mulher, que fora tomada de seu marido e entregue ao rei Davi.
II Samuel 3.32 - O rei Davi chorou por causa da morte de Abner.
II Samuel 3.34 - Todo o povo chorou pela morte de Abner
II Samuel 12.21-23 - O rei Davi chorou por causa da morte de seu filho com Bate-Seba
II Samuel 13.36 - O rei Davi, seus filhos e todo o povo, choraram a morte de Amnom
II Samuel 15.23 - Toda a terra chorava por causa da perseguição de Absalão sobre seu pai, o rei Davi.
II Samuel 15.30 - O rei Davi chorou quando fugia de diante de seu filho Absalão.
II Samuel 18.33 - O rei Davi chorou por causa da morte do seu filho Absalão.
II Samuel 19.1 - E disseram a Joabe: Eis que o rei (Davi) anda chorando e lastima-se por Absalão (seu filho).
II Reis 8.11-12 - O profeta Eliseu chorou por causa da futura crueldade do rei Hazael com o rei Bem-Hadade.
II Reis 13.14 - O rei Jeoás chorou por causa da doença e morte do profeta Eliseu.
II Reis 20.2-3 - O rei Ezequias chorou quando o profeta Isaías o avisou de sua morte.
I Crônicas 7.22 - Efraim chora a morte de seus filhos.
Esdras 3.12-13 - Quando foram postos os alicerces do templo em Jerusalém, os sacerdotes choravam de alegria.
Esdras 10.1 - Esdras e o povo choraram por causa dos pecados dos habitantes de Jerusalém.
Neemias 1.4 - Neemias chorou por causa da destruição dos muros de Jerusalém.
Neemias 8.9 - Todo o povo chorou quando Esdras leu o livro da lei.
Ester 4.3 - Havia choro em todas as províncias aonde chegava a ordem do rei, para matar os judeus.
Ester 8.3 - A rainha Ester chorou quando se lançou aos pés do rei Assuero, suplicando pela vida de seu povo.
Jó 2.12 - Os amigos de Jó choraram ao contemplar o seu sofrimento.
Jó 16.20 - Os meus amigos são os que zombam de mim; os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus.
Salmo 6.6 - O rei Davi chorava durante a noite.
Salmos 39.12 - O rei Davi ora a Deus: Ouve, SENHOR, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lágrimas, porque sou para contigo como um estranho, e peregrino como todos os meus pais.
Salmos 42.3 - As minhas lágrimas servem-me de mantimento de dia e de noite, porquanto me dizem constantemente: Onde está o teu Deus?
Salmos 56.8 - Tu contaste as minhas vagueações; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro?
Salmos 116.8 - Porque tu, Senhor, livraste a minha alma da morte, os meus olhos das lágrimas e os meus pés da queda.
Salmos 126.5 - Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
Salmo 137.1 - Os judeus cativos choravam junto aos rios de Babilônia.
Jeremias 31.16 - Assim diz o SENHOR: Reprime a voz de choro, e as lágrimas de teus olhos, porque há galardão para o teu trabalho, diz o SENHOR; pois eles voltarão da terra do inimigo.
Jeremias 41.6 - E, saindo-lhe ao encontro Ismael, filho de Netanias, desde Mispa, ia chorando.....
Lamentações 1.16 - O profeta Jeremias, chora e lamenta por causa do pecado de Judá.
Lamentações 2.11 - Já se consumiram os meus olhos com lágrimas, turbada está a minha alma, o meu coração se derramou pela terra, por causa do quebrantamento da filha do meu povo; pois desfalecem os meninos e as crianças de peito pelas ruas da cidade.
Lamentações 3.49 - Os meus olhos choram e não cessam, porque não há descanso.
Mateus 2.13-18 - Em Jerusalém muitas mães choraram por causa da morte de seus filhos.
Mateus 26.75 - Pedro chorou amargamente por causa do seu pecado. Negou que conhecia o Senhor Jesus Cristo.
Marcos 5.38-39 - A filha de Jairo havia morrido. Muitos choraram e prantearam com ele.
Marcos 9.24 - O pai de um menino endemoninhado chorou pedindo a Jesus que o ajudasse em sua incredulidade.
Marcos 16.10 - Os discípulos estavam chorando por causa da morte de Jesus.
Lucas 7.13 - A viúva de Naim chorava por causa da morte de seu filho.
Lucas 7.38 - Uma pecadora chorou aos pés do Senhor Jesus Cristo.
Lucas 19.41 - Jesus chorou por causa de Jerusalém.
Lucas 23.27-28 - As filhas de Jerusalém choraram por causa do sofrimento e morte do Senhor Jesus Cristo.
João 11.32-33 - Maria e os judeus choraram por causa da morte de Lázaro.
João 11.35 - Jesus chorou pela morte de seu amigo Lázaro.
João 20.11-15 - Maria Madalena chorou por causa da morte do Senhor Jesus Cristo.
Atos 9.39 - As viúvas choravam a morte de Dorcas e mostravam para Pedro as túnicas que ela fazia.
Atos 20.19 - Servindo o Senhor com toda a humildade e com muitas lágrimas e tentações que, pelas ciladas dos judeus, me sobrevieram;
Atos 20.31 - Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, durante três anos, não cessei, noite e dia, de admoestar, com lágrimas, a cada um de vós.
Atos 20.37 - Os anciãos da Igreja de Éfeso choraram por causa do apóstolo Paulo.
Atos 21.13 - Os cristãos em Cesaréia choraram por causa do apóstolo Paulo.
II Coríntios 2.4 - O apóstolo Paulo chorou por causa da Igreja em Corinto.
II Coríntios 7.7 - O apóstolo Paulo sente-se consolado com o choro da Igreja de Corinto.
II Timóteo 1.4 - Desejando muito ver-te, lembrando-me das tuas lágrimas, para me encher de gozo;
Hebreus 5.7 - O Senhor Jesus, nos dias da sua carne, oferecendo com clamor e lágrimas, orações e súplicas...
Hebreus 12.17 - Esaú buscou com lágrimas o direito de sua primogenitura. Leia Gênesis 25.29-34
Apocalipse 5.4-5 - João chorou na Ilha de Patmos, porque não havia ninguém para abrir e ler o livro que tinha os 7 selos.

Deixa Deus enxugar suas lágrimas.






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FONTES:
www.sermao.com.br › Sermões
www.prazerdapalavra.com.br/.../348-mateus-54-a-bem-ave...
super.abril.com.br/cotidiano/choramos-443091.shtm
estudosbiblico.arteblog.com.br/478501/O-choro/
clube.cancaonova.com/materia_.php?id=12347
www.cienciamao.usp.br/.../busca.php?...por%20que%20ch..
www.impactocerebral.com/.../por-que-choramos-ao-descasc...

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