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domingo, 21 de dezembro de 2014

FESTAS




FESTAS


FESTAS BÍBLICAS
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Citaremos as 3 (três) festas bíblicas e seu significado. Festas que não são celebradas pela igreja a mais de 1700 anos, e são mandamentos perpétuos do Eterno.
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FESTA DE PESSACH OU FESTA DE PÁSCOA
A Festa de Pessach celebra a vida. Comemorar Pessach é obedecer ao Eterno, a sua Palavra e aos seus mandamentos - e perceber a extensão espiritual e vivê-la. Pessach ocorre no décimo quinto dia do mês de Nissan, na estação da primavera. É comemorada de acordo com o direcionamento bíblico por um período de sete dias. Destes, o primeiro e o último dia são considerados como Yom Tov (Dia Festivo – festas) nos quais nenhum trabalho é realizado. Nos outros dias que se seguem um trabalho leve é permitido.
No relato bíblico do livro de Êxodo, Pessach surge com a intervenção carinhosa de Elohim para libertar seus filhos da escravidão do Egito. Segundo a tradição bíblica judaica, Pessach comemora a saída do povo judeu da nação do Egito.  De fato, a cerimônia de Pessach segue uma ordem pré-estabelecida pela Torah e pela tradição bíblica. A Torah ordena: “Conservareis, de geração em geração, como instituição perpétua”. Êxodo 12:14. A idéia básica do Seder é a obrigação que cada um tem de reviver e recriar a experiência da noite em que os nossos irmãos judeus partiram do Egito. A simbologia do Seder é para judeus e gentios.
Para nós a Páscoa é realizada como a obra perfeita para toda a humanidade - Yeshua HaMashiach quando foi entregue como “O Cordeiro Perfeito” derramando o seu sangue em favor de toda humanidade, para nos livrar da morte e perdoar os nossos pecados. “... pois Yeshua, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós”. Pelo que celebremos a festa, não com fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade” (I Co 5:7b,8). O apóstolo João quando viu Yeshua disse: “... Eis o Cordeiro de Elohim, que tira o pecado do mundo”! (Jo 1:29b). O Cordeiro Pascal torna-se símbolo do preço pago por Elohim pelo resgate de Israel e do mundo inteiro. Assim sendo, somos ordenados a cumprir o estatuto perpétuo) como nos ensinam as Escrituras Sagradas: comendo pães ázimos e ervas amargas para que possamos lembrar quão amargo é viver na escravidão e no sofrimento do Egito (símbolo do mundo e do pecado). Fazendo assim, estaremos obedecendo ao mandamento. “Naquela noite comerão a carne assada ao fogo, com pães ásmos e ervas amargas”. (Ex. 12:8) Além de celebrarmos Pessach, devemos fazer com que esta mitzvah seja conhecida por todos - assim nos ordena o Eterno: “Portanto, guardai isto por estatuto para vós e para vossos filhos, para sempre. Quando vossos filhos vos perguntarem: que cerimônia é esta? Respondereis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Eterno, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os Egípcios e livrou as nossas casas. Então o povo se inclinou e adorou”. (Êxodo 12: 24, 26,27).
Podemos com toda liberdade, e sem nenhum preconceito, restaurar as raízes bíblicas judaicas da nossa fé, saboreando as comidas simbólicas do Seder que têm como intenção ajudar,   aos que foram chamados para serem santos, a obedecer às Escrituras Sagradas, e a vivenciar o sofrimento e a redenção do povo de Elohim.
São aproximadamente 1700 anos que a Igreja não comemora esta importante festa bíblica, como se deve. É uma festa que fala de libertação, que simboliza a “passagem” das trevas para A luz, a “Luz do Senhor”. É a única festa bíblica que traz o juízo de D’us sobre os espíritos malignos que atuam na vida do homem e potestades que atuam nas cidades.
Celebraremos Pessach dia 19/04/2011, na Sede do Logos & Rhema. Informações: (37)3232-5777.  Você é nosso Convidado!
Imagem vazia padrãoFESTA DE SHAVUOT OU FESTA DE PENTECOSTES
“CHAG HA'SHAVUOT" significa "Festa das Semanas"; o término da contagem de sete semanas (Sefirat Ha' Omer) que se inicia no segundo dia de Pessah (Páscoa). Ou "Festa da Ceifa" e Yom Ha' Bikurim, ressaltando seu caráter agrícola.
O que significa OMER?
OMER é uma antiga medida agrícola. No segundo dia de Pessah costuma-se levar ao templo uma oferta de um OMER de cevada recém colhida, em comemoração "SEFIRAT OMER", a contagem dos 49 dias entre Pessah e Shavuot (Pentecoste).
Em Pessah comemoramos a libertação do povo Judeu do cativeiro no Egito. Porém, a liberdade física não é um fim em si, mas sim, um meio para um fim maior; a liberdade espiritual. E esta é associada à entrega da Torá ao povo de Israel no Monte Sinai, em "Shavuot". O Êxodo marcou o nascimento dos judeus como um povo, enquanto que a revelação no Sinai forneceu ao povo recém-nascido a substância moral e ética que o sustentaria através dos tempos.
A liberdade não tem sentido se não for acompanhada do COMPROMISSO. Se não há lei e disciplina, deveres e obrigações, a liberdade transforma-se em anarquia.
E nós, como seguidores de Jesus, celebramos também a constituição da "Igreja", que deve ser para todos nós uma grande alegria celebrar "Shavuot". Atos 2:1-2; Atos 2:5; ;Atos 2:41.
FESTAS DAS SEMANAS
A base Bíblica para celebrarmos Shavuot encontra-se na Torah – cinco primeiros livros da Bíblia Sagrada – através dos seguintes mandamentos: “E proclamareis nesse mesmo dia, e haverá para vós convocação de santidade, nenhuma obra servil fareis; estatuto perpétuo em todas as vossas habitações pelas vossas gerações”. Levítico 23:21
Imagem vazia padrãoFESTA DE  "SUCOT"  OU TABERNÁCULOS

“Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do Senhor que proclamareis, são santas convocações. São estas as minhas festas”. (Levítico 23:1-2). As festas são estatutos perpétuos estabelecidos e ordenados por D'us. Podemos citar: Páscoa (Pessach) Levítico 23:4-8, Pentecostes (Shavuot) Levítico  23:15-22, Tabernáculos ( Sucot) Levítico 23:33-43. Convocar o povo à festejar e proclamar as santas solenidades do Senhor é papel nosso como Igreja fundada por Yeshua Ha Mashiach, Jesus o Cristo. Em hebraico o termo convocação significa “chamar para reunião”.
Por isso, o povo se reúne, com alegria e ações de graça, em agradecimento à D'us por tudo que Ele tem feito a nosso favor. Através desta festa, somos estimulados a proceder de maneira reta e santa diante de D'us, pois só há colheita se houver plantio. Isto quer dizer que vivemos dentro de um ciclo anual que só se torna completo quando todas as etapas são bem executadas. Assim, somos compelidos a viver em obediência e santidade ao Senhor durante todo o ano, para que a colheita seja bem sucedida.  Duas ordenanças devem ser observadas neste período festivo:
A Sucah
“Celebrareis esta Festa ao Senhor durante sete dias cada ano. É estatuto perpétuo pelas vossas gerações: no sétimo mês a celebrareis. Sete dias habitareis em tendas”. Levítico 23:41-42. A palavra Sucah significa: cabana, tenda ou uma construção frágil e temporária; seu teto é feito de ramos, palha, arbustos ou ripas de madeira soltas, para que as estrelas sejam vistas; por ele infiltram chuva,  vento e a luz do sol.  Base bíblica para convocação de não judeus celebrarem a Festa dos Tabernáculos “Então todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, O Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos. Se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, O Senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva”. Zacarias 14: 16-17.

(Hag) Festa, Festa Religiosa
(Hagag) é um verbo que significa: “Festejar” deriva provavelmente da raiz “houng” que significa “círculo”, de onde vem a idéia de fazer uma roda, dançar evocando o rito das danças Sagradas, ou de andar em volta de um altar sacrificial, um rito de peregrinação quase universal.
A idéia básica é: Observar uma festa ou celebrar um dia de “santificação”. Ordem de Deus para Faraó. “Depois foram Moisés e Arão e disseram a Faraó: Assim diz o Senhor, o Deus de Israel: deixa ir o meu povo, para que me celebre uma Festa no deserto.” (Ex 5:1)
O Substantivo “Hag” designa as vocações Sagradas durante as quais são realizados os ritos próprios de cada solenidade. Na Bíblia “todas as Festas” tem como origem um mandamento de Adonai, mesmo quando suas raízes se encontram nos ciclos da natureza e das estações. O Mandamento é usado para expressar autoridade Divina.
Todos esses dias estão baseados em Mandamentos específicos da Torah e será como memorial; no hebraico é “Zikarôm”.
“Este dia vos será por memorial, e celebrá-lo-eis por Festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.”(Ex 12:14)
“Dize aos filhos de Israel: No sétimo mês, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, um memorial com som de trombeta, santa convocação.”(Lv 23:24)
Este é um termo técnico muito preciso mediante o que as pessoas tem em sua memória avivada, trazendo a lembrança à essência do culto religioso para proveito do homem.
- A raiz da palavra memorial significa: Ferroar, espinhar, fazendo-nos lembrar o que foi dito. Aquilo que espinhar, penetra ou estimula a mente e serve-nos de lembrete.
Exemplo: A Páscoa faz-nos lembrar como o Senhor poupou o seu povo, tirando-os das mãos de Faraó. “Portanto, guardai isto por estatuto para vós e para os vossos filhos, para sempre. Quando tiverdes entrado na terra que o Senhor vos dará, como tem dito, guardareis esta cerimônia. Quando vossos filhos vos perguntarem: Que cerimônia é esta? Respondereis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcio, e livrou as nossas casas. Então o povo se inclinou e adorou.” (Ex 12:24-27)
No Novo Testamento a palavra Memorial aparece por três vezes.
1º. A Mulher que ungiu a Yeshua com ungüento caro, preparando o seu corpo para sepultamento. O Memorial servirá em favor dela (Cf Mt 26:13)
2º. Oração do justo Cornélio servirá de perene Memorial em favor dele. (Cf At 10:4)
3º. Todas as vezes que celebramos a “ceia” temos o propósito de relembrar, trazer a memória à pessoa de Yeshua. (Cf Lc 22:19) (I Co 11:24-25)
As Memórias servem para destacar aquilo que é importante do comum. O Shabat é relacionada no Decálogo como um memorial.“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar”. (Ex 20:8)
A primeira Festa citada no Código de Santidade é o “Shabat”. “Disse o Senhor a Moisés: Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: As festas fixas do Senhor, que proclamareis, serão santas convocações; são estas as minhas festas. Seis dias trabalhareis, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis; é sábado do Senhor em todas as vossas moradas.” (Lv 23:1-3).
O Sábado vem à frente, como a primeira Festa, como que encabeçando, ou melhor, convencendo o homem e persuadindo-o, a um objetivo único “Santidade”. “... sem a santificação ninguém verá o Senhor.” (Hb 12:14b)
A guarda do Sábado é um dia de “Festa” onde devemos “honrar” esse dia que nos é dado pelo Criador como um presente, uma dádiva dos céus. O “Shabat” significa no hebraico descansar, cessar algo que se estava fazendo, repouso.
Em Êxodo 20:10 o mandamento associa a guarda do “Shabat” ao fato do próprio Deus ter descansado no sétimo dia, depois de seis dias de trabalho. (Cf Gn 2:2-3)
O Sábado, portanto é um convite a reconhecer a “Soberania de Deus”.
O Sábado é um sinal da Aliança de Deus com o homem. “Os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua. Entre Mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre, pois em seis dias fez o Senhor o céu e a terra e ao sétimo dia descansou e tomou alento.” (Ex 31:16-17) (Cf Ez 20:12)
Após o “Shabat” haver terminado, a “havdalá” é dita. A palavra “havdalá” significa: “separação”. A cerimônia deve ser realizada para assinalar a divisão entre o “Shabat” (que é santo) e o resto da semana que são dias comuns.
Podemos compreender bem, a profundidade desta cerimônia, e a necessidade que temos como povo de Deus de colocá-la em prática; porque a cada semana que guardamos o “Shabat”, estamos profetizando que iremos separar com firmeza aquilo que é santo do profano. O profeta Ezequiel, quando fala da “Restauração”, ele deixa bem claro que a tarefa dos sacerdotes e levitas é ensinar o povo à diferença, a divisar e identificar entre o Santo e o profano.
“O meu povo ensinarão a distinguir entre o Santo e o profano, e o farão discernir entre o impuro e o puro.” (Ez 44:23)
Assim sendo, as celebrações bíblicas que estão prescritas na Torah são tão necessárias para nós, que ao voltarmos a celebrá-las como fazia a Igreja primitiva, deve ser considerado uma honra, um privilégio como também um grande benefício espiritual individual e coletivo para o povo de Deus.

“... As minhas leis e os meus estatutos em todas as minhas festas fixas guardarão, e os meus sábados santificarão.” (Ez 44:24b)

Zacarias profetiza que as nações celebrarão as Festas. Então compreendemos que elas são determinadas pelo Senhor não apenas para os judeus, como também para os gentios. “Então todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e celebrar a Festa dos Tabernáculos. Se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva. Se a família dos egípcios não subir, nem vier, cairá sobre eles a praga, com que o Senhor ferirá as nações que não subirem a celebrar a Festa dos Tabernáculos. Este será o castigo dos egípcios e o castigo de todas as nações que não subirem a celebrar a Festa dos Tabernáculos.”(Zc 14:16-19)
O profeta Jeremias no capítulo quatorze e quinze compartilha da indignação de Adonai por causa dos pecados do povo. O Senhor estava irado, principalmente com os líderes, pois não ensinavam o seu povo separar o santo do profano. Porque o modelo de serviço dos líderes é o interesse próprio. A Bíblia Sagrada classifica esse comportamento como aquele que busca alguma coisa de valor para si mesmo, e não visa o bem estar da comunidade. (Cf Ez 34:2)
O ensino de Yeshua está em perfeita harmonia com a Torah e os profetas, cujo objetivo é orientar e encaminhar o homem, a fim de que seu comportamento seja modificado; a alma tratada. A principal coisa na Restauração da Fé Bíblica é a recuperação, o conserto, pondo em bom estado as nossas almas.

Yeshua diz assim: “... Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo...”. (Mt 16:26a)
“... renuncie-se a si mesmo...”. É aquele que conseguir libertar-se do seu próprio “Eu” (ego); pode então servir ao Senhor completamente. O ego é a personalidade do indivíduo, a alma humana.
A segunda ordenança de Yeshua é: “... tome a sua cruz e siga-me.” (Mt 16:24b)
Para entendermos melhor a citação do Senhor a respeito da “cruz”, vejamos o contexto histórico da época. Quando Yeshua era criança, tinha acabado de voltar do exílio no Egito com seus pais, que haviam fugido do furor assassino de Herodes, (Cf Mt 2:13-16) havia explodido a revolta de Judas o Galileu; todo o grupo de pessoas unidas a ele contra as determinações de Roma (ano 6 d.C) foram impiedosamente reprimidos pelo governo romano, e a cruz foi o instrumento de tortura usado para que dois mil homens fossem crucificados. Você encontra no livro de Atos dos apóstolos Gamaliel se referindo a Judas o Galileu. (Cf At 5:37)
Não devemos nos esquecer que a “cruz” é ferramenta de tortura dos romanos e de outros povos produzindo violência física. A ocupação militar romana executava seus condenados à morte com uma lei de escravo. Assim fizeram com nosso rabino Yeshua HaMashiach.
Hoje, Roma e outras nações pagãs, não usam a cruz física para submeter seus oponentes à morte. Porém, lança um dardo espiritual inflamado tão poderoso, que é capaz de aprisionar os homens a eles mesmos e aos seus ídolos.
A conseqüência é o cativeiro do ser humano às suas doutrinas filosóficas pagãs, ao misticismo, vivendo num mundo imaginário. Tudo isso produz intenso sofrimento moral, muita angústia que pode gerar a morte. Esta é uma forma sutil, porém, violenta de submeter às pessoas a tortura.
O profeta Jeremias recebeu do Senhor uma amarga responsabilidade: retornar com o povo de Deus para a sua Palavra, principalmente para a Torah.
 
“Portanto assim diz o Senhor: Se tu voltares, então te trarei, e me servirás...”. (Jr 15:19a)

Para que isto acontecesse, seria necessário um processo de refinamento (ato de separar uma substância dos elementos que lhe são estranhos, purificar) através do juízo de Adonai (cativeiro babilônico) a fim de separar a escória do verdadeiro e precioso metal, como a prata e o ouro. “... se apartares o precioso do vil, serás o meu porta-voz...” (Jr 15:19b)

Se, obedecermos ao Senhor e confessarmos os nossos pecados, principalmente a nossa infidelidade, como reconheceu Esdras e Neemias, os líderes do período da Restauração; (Cf Ed 9:1-15) (Ne 9:1-38) com certeza o Eterno nos ouvirá e ficaremos livres dos juízos do Senhor.
Porque Deus insiste tanto na celebração das Festas?

Primeiro: Porque as celebrações Bíblicas nos restituem o nosso Direito de Unidade da nossa Fé com Israel, acertando assim a nossa situação jurídica que estava pendente, pois, a Lei (Torah) prescreve: “... as Festas do Senhor, que proclamareis como santas convocações são estas.” (Lv 23:2)
Se deixarmos de cumprir a ordenança do Eterno, a nossa situação relativa ao direito fica como que pendurada, pendente, mais inclinada para a queda que qualquer outra coisa. Se obedecermos ao que está prescrito, entramos em acordo com as normas da Torah e então ganhamos a estima, a regeneração moral perante Israel, nossos verdadeiros pais espirituais, podendo assim cumprir em nossa vida as palavras do profeta Malaquias.
“Lembrai-vos da Lei de Moisés, meu servo, a qual lhe mandei em Horebe, para todo o Israel, os estatutos e juízos. Vede, Eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor. Ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição.” (Ml 4:4-6)
A devolução do nosso Direito de Unidade da nossa Fé com Israel é um bem muito precioso que teremos de volta, que retornará às mãos da Igreja de Yeshua.
Vejamos no livro de Bereshit (Gênesis) para tentarmos entender com base bíblica o que estamos afirmando.
“Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre o homem, e este adormeceu; tomou, então uma das suas costelas, e fechou a carne em seu lugar. Então da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou a mulher, e a trouxe ao homem.” (Gn 2:21-22)
Os Rabinos ensinam que o fato de a mulher ter sido tirada do corpo do homem explica o desejo que “Ele” possui de estar unido a ela. Então podemos afirmar que a unidade entre os dois foi celebrada e determinada pelo Eterno desde a criação da mulher. O apóstolo Paulo escrevendo aos Efésios ele diz assim: “Afinal de contas, nunca ninguém odiou a sua própria carne, antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à Igreja; pois somos membros do seu corpo. Por isso deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher, e serão os dois uma só carne. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Yeshua e a Igreja.” (Ef 5:29-32)
O Mistério que o apóstolo está se referindo, consiste na Restauração da unidade entre Israel e a Igreja, antes, uma revelação oculta, mas agora descoberta e declarada.
E porque a mulher foi tirada de uma costela, de um osso? Para chamar a nossa atenção em relação quanto a nossa Vocação Sacerdotal, nosso chamado espiritual. Nosso chamado está limitado a um corpo e no interior dele.
“Disse o homem: Esta é agora osso dos meus ossos, carne da minha carne; ela será chamada mulher, pois do homem foi tomada.” (Gn 2:23)
Tradução Original: “... Esta aqui, esta vez, é osso dos meus ossos, carne da minha carne e esta será chamada mulher, pois do homem foi tomada.” Esta no hebraico é “zôt” é empregado três vezes neste versículo para marcar a alegria do homem quando ele recebe sua mulher. Ele a acolhe com uma tríplice benção: “... Esta aqui, esta vez é osso dos meus ossos... esta será chamada mulher”.
O corpo é sustentado pelo arcabouço (esqueleto) os ossos. Assim, podemos afirmar que nos “ossos” está a estrutura da Igreja; e que o seu chamado é limitado a um corpo e no interior dele. Quando o Rei Davi consolidou o Reino e o poder sobre todo o Israel, ele unificou o reino, reunindo-o como um só corpo. (Atenção: O Reino de Davi simboliza o reino de Yeshua, firme, forte, sólido e durável; e Ele fará convergir todos para um só fim). Os anciões de Israel, representantes das tribos, vieram a Davi que estava em Hebrom, porque reconheceram a sua autoridade sobre toda a nação. A Bíblia diz que uma multidão juntou-se ao grupo e assim ocorreu uma grande assembléia, com numerosos representantes vindos de todo o país, a fim de dar posse a rei. “Dia a dia vinha Davi para o ajudar, até que se fez um grande exército, como o exército do céu. Ora estes são os números dos chefes armados para a peleja, que vieram a Davi em Hebrom, para transferir a ele o reino de Saul, conforme a Palavra do Senhor.” (I Cr 12:22-23)
A aliança foi selada com os mesmos termos usados pelo homem para marcar a sua alegria quando ele recebeu a sua mulher.
“Todo o Israel se ajuntou a Davi em Hebrom, e disse: Somos teus ossos e tua carne.”
(II Sm 5:1) (Cf I Cr 11:1)
Cremos irmãos, que Adonai não aceitará, outro termo de compromisso para selar a unidade entre Israel e Igreja a não ser o que já foi estabelecido na sua palavra. “... Esta aqui, esta vez, é osso dos meus ossos, carne da minha carne e esta será chamada mulher, pois do homem foi tomada.” (Gn 2:23)
Cabe a nós clamarmos ao Eterno por misericórdia, sabedoria, discernimento, coragem para declararmos com as nossas atitudes a unidade da nossa Fé com Israel.
Segundo – Porque as celebrações bíblicas contêm elementos espirituais muito ricos que tratarão o nosso ser.

Terceiro – As celebrações nos ajudarão a preservar em nossa memória aquilo que Deus aprova.
Então, precisamos ser bem criteriosos, comedidos, sinceros, cheios de discernimento nas celebrações, pois elas não se resumem no “Shabat”. Se ficarmos apenas no Shabat, temos uma meia verdade, e uma meia verdade não é verdade.
O Calendário Bíblico Religioso dá início do mês de Nissân (março e abril) ele marca o começo dos meses religiosos.
“Disse o Senhor a Moisés e a Arão na terra do Egito: Este mês será para vós o primeiro mês, o primeiro mês do ano.” (Ex 12:1-2) (Cf Lv 23:5)
Dotado de dois calendários especiais o povo de Deus possui o Ano Religioso e o Ano Civil. O ano civil dá início no mês de “Tishri” (setembro e outubro). Esse é também o ano judaico. Entre os dias festivos principais chamados “Os Grandes Dias Santos” se encontram “Rosh Hashaná” (Ano Novo) e “Hag Zikaron Teruah” (Festa das Trombetas) (Cf Lv 23:24) o “Yom Kippur” (O dia do Perdão) no hebraico são chamados: “Yomim Noraim” (Dias de Temor).
As três Festas que são denominados “Festa da Peregrinação” em hebraico, são chamados “Shalosh Regalim” (As três Peregrinações): “Sucot” (Tabernáculos), “Pessach” (Páscoa) e “Shavuot” (Pentecostes). Porque os judeus em obediência a Torah faziam uma peregrinação, de todas as partes de Israel, até o templo em Jerusalém.
“Três vezes no ano me celebrareis Festa. A Festa dos pães asmos guardarás, sete dias comerás pães asmos, como te ordenei, ao tempo apontado, no mês de Nissân, pois nele saíste do Egito, ninguém apareça de mãos vazias perante Mim. Guardará a Festa da sega dos primeiros frutos do teu trabalho quando tiveres recolhido do campo os frutos do teu trabalho. Três vezes no ano, todos os homens aparecerão diante do Senhor Deus.”
(Ex 23:14-17) (Cf Dt 16:16-17)
 
“Rosh Hashaná”e “Hag Zikaron Teruah”

“Rosh Hashaná” é o Ano Novo Judaico. O primeiro dia é conhecido como “Rosh Hashaná” que quer dizer em hebraico “Cabeça do Ano”. Trata-se de uma festividade alegre, mas ao mesmo tempo, solene, celebrada durante dois dias; junto com a Festa das Trombetas em hebraico “Hag Zikaron Teruah”. “Dize aos filhos de Israel: No sétimo mês, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, um memorial com som de trombeta, santa convocação.” (Lv 23:24) (Cf Nm 29:1)
O termo “Zikaron Teruah” significa o som (alarme) das Trombetas.

1º. O Som do Shofar, nós temos a obrigação de tocar e ouvir. Maimônides diz que: o Som do Shofar é um chamamento à nossa consciência, cujo objetivo é despertar-nos, dando-nos um impulso inspirador para nos dedicarmos a Torah.
. O Som do Shofar nos liberta do engano dos sentidos ou do espírito que faz tornar a aparência em realidade; as quais nós nos perdemos enganados pelo inimigo e levados pelos nossos próprios instintos, que juntos trabalham para encobrir-nos a verdade (Torah).
. O Som do Shofar confunde Satanás que tenta nos subjugar e nos derrotar, quando nós nos despertamos para a verdade e para o serviço de Deus.
. O Shofar é um instrumento de convocação dos pecadores ao arrependimento.
. O Som do Shofar anuncia a vinda do Senhor. (Cf I Co 15:52) (I Ts 4:16-17)
6º. O Som do Shofar anunciará os juízos de Deus. (Cf Ap 8:7, 8, 10, 12)) (Ap 9: 1,13) (Ap 9:11-15)

Bênçãos do Shofar:

“Baruch ata Adonai Eloheinu Melech Haolam, Asher Kedshanu Bemitzvotav vertzvanu lishmoa Kol Shofar. B’Shem Yeshua HaMashiach.
“Abençoado é você Senhor nosso Deus, criador do universo, que nos torna sagrados com suas bênçãos e conclama-nos a ouvir o som do Shofar. Em nome de Yeshua HaMashiach.
“Baruch ata Adonai Eloheinu Melech Haolam, Shehecheyanu Vekinanu V’Higuianu Lazman Hazé. B’Shem Yeshua HaMashiach.
“Abençoado é você Senhor nosso Deus, criador do universo, por nos dar a vida, sustentar-nos e permitir-nos alcançar este momento. Em nome de Yeshua HaMashiach.
A partir do primeiro dia do mês de “Ellul” um mês antes de “Rosh Hashaná” são recitados orações pelos judeus “sefaradin” com uma preparação para o “Grande dia do juízo Divino”; pois, esse dia abre o julgamento decisivo e temeroso dos dez dias que se seguem até “Yom Kippur”.
Em “Rosh Hashaná” o Eterno se coloca em seu trono de juízo onde todas as criaturas passam ante d’Ele como um rebanho de ovelhas. O julgamento vai determinar não somente o nosso destino material, durante o Ano que inicia, como também a avaliação espiritual de cada um segundo os frutos produzidos. “Todo ramo em Mim que não dá fruto Ele corta, e todo ramo que produz fruto Ele o poda, para que produza mais fruto ainda.”( Jo 15:2)
Mas a decisão que o Eterno toma a nosso respeito nesse dia, não é selada até o dia de “Yom Kippur”. Então compreendemos que ela pode ser mudada para melhor no decorrer dos dez dias intermediários. Esses são dias de exame da alma e arrependimento, o que em hebraico significa literalmente “mudar”. Então a ênfase recai não só em sentir-se culpado pelo que tenha feito ou deixado de fazer, mas também “decidir mudar” o estilo de vida anterior que se vinha seguindo e agir de modo diferente no novo ano que inicia. Em “Rosh Hashaná” Deus apresenta-se a nós como rei e isso nos compromete aceitar sua vontade expressa na Torah.
O serviço de “Rosh Hashaná” é seguido em casa por um “Kidush” (cálice com vinho) e uma Festa. A “Chalá” (pão) não é servido em forma de trança como o resto do ano, mas redonda simbolizando o ano que apenas começou. É costume comer o pão mergulhado no mel, a fim de indicar a “Esperança” de que o ano vindouro seja bastante doce. Usam também Maçãs com Mel. Algumas famílias tradicionais comem a cabeça de peixe nesta noite, pois, a palavra “Rosh” significa na verdade a cabeça do Ano.
 
“Yom Kippur”

Depois do juízo Divino que teve lugar em “Rosh Hashaná”, fixando o destino de cada um para todo o Ano Novo que se segue, um prazo nos é outorgado até o grande e temeroso dia de “Yom Kippur” que sela o juízo.
Esse período de “Dez dias”, entre “Rosh Hashaná” e “Yom Kippur” é designado como os “Dez Dias” de “teshuvá”. Período durante o qual temos que fazer um exame de consciência e passar em revista nossas ações e nossa conduta, procurando ver se elas estão em harmonia com a Vontade do Eterno, expressa em sua palavra. Devemos procurar reparar nossas faltas e buscar a purificação de nossas almas. Assim realizamos uma “teshuvá” completa.
De acordo com a “Midrash”. “O Senhor é a minha luz...” em “Rosh Hashaná”. E em “Yom Kippur” “... é a minha salvação...” (Sl 27:1)
“Yom Kippur” é chamado em inglês “Day of Atonement” (Dia da Expiação) e em português (Dia do Perdão). “Isto vos será por estatuto perpétuo; No sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhuma obra fareis. Nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós”. (Lv 16:29) (Cf Lv 23:27) (Cf Nm 29:7)
Ambas as denominações Dia da Expiação e Dia do Perdão estão corretas, embora as palavras expiação e perdão não signifiquem a mesma coisa.
A palavra “Kippur” contém ambos os sentidos: expiação e perdão. Expiação significa: remissão dos pecados. “Porque nesse dia far-se-á expiação por vós, para serdes purificados. Diante do Senhor sereis purificados de todos os vossos pecados.” (Lv 16:30)
O significado literal: “... far-se-á expiação por vós...” no contexto da Torah é que enquanto o templo existiu o “Cohen Gadol” (Sumo Sacerdote) fazia expiação por Israel inteiro nesse dia, como representante do povo Judaico. Não se deve pensar que durante o serviço do templo o Sumo Sacerdote concedeu obsolvição. As palavras “... sereis purificados perante o Senhor...” indicam que ele apenas oficiava como o representante do povo. O perdão provém somente de Deus.
O profeta Isaías anuncia aquele que faria expiação por nós perante o Eterno. (Cf Is 53:4-11)
O apóstolo João anuncia-o como o Cordeiro de Deus que fará expiação pelos nossos pecados. “... Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.” (Jo 1:29b)
Assim, por meio d’Ele os homens têm acesso a Deus, reconciliando tanto judeus quanto gentios. “E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, matando com ela a inimizade. E, vindo, Ele evangelizou a paz a vós que estáveis longes, e aos que estavam pertos. Pois por Ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo espírito”.(Ef 2:16-18)
As palavras “estatuto perpétuo”. “Será sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.” (Lv 15:31) (Cf Lv 16:29) (Lv 23:31)
Mostra-nos claramente que a expiação continuará a ser feita por nós. Fazemo-la através do jejum, da oração e da confissão dos nossos pecados tanto individuais como comunitários. Devemos fazê-la como uma “Mitsvot” em obediência ao calendário Bíblico, como está determinado pelo Senhor em sua Torah.

“No dia dez deste sétimo mês será o dia da expiação. Tereis santa convocação, afligireis as vossas almas, e oferecereis oferta queimada ao Senhor.” (Lv 23:27)
A oração de Davi suplicando ao Eterno que purifique o seu ser. (Cf Sl 51:2) (I Jo 1:7-8)
A visão judaica é bem clara quando ensina que em “Yom Kippur” só são perdoados os pecados cometidos pelo homem contra Deus. O pecado contra Deus é pecado deliberado (decidido, proposital, premeditado). A Bíblia deixa bem clara a diferença entre o pecado por ignorância (Cf Nm 15:25-28) e o pecado deliberado. Nós devemos saber discernir entre os dois casos. “Mas a pessoa que fizer uma coisa deliberadamente quer seja dos naturais, quer dos estrangeiros, injúria ao Senhor; tal pessoa será eliminada do meio do seu povo. Porque desprezou a palavra do Senhor, e anulou o seu mandamento, totalmente será eliminada essa pessoa, e a sua iniqüidade será sobre ela”. (Nm 15:30-31)
Exemplo: Pecados dos filhos de Elí. (Cf I Sm 2:25)
Pecado Saul. (Cf I Sm 13:8-14) (I Sm 15:1-26)
“... Rejeitaste a palavra do Senhor e Ele te rejeitou...”. (I Sm 15:26b)
Os pecados cometidos pelo homem contra os seus semelhantes, não serão perdoados por Deus, até que tenha sido perdoado pela pessoa contra quem foi cometido.
As palavras: “... é um sábado solene para vós...”. (Lv 16:31) mostra-nos que todas as leis que se aplicam ao “Shabat” com referência ao trabalho aplicam-se também ao “Yom Kippur”, e que devemos flagelar nossas almas pelo jejum. O propósito do jejum nesse dia não é por sinal de luto como acontece com “Tisha B’Av”. (9º dia de Av); mas sim o purificar de nossos pensamentos e buscar a graça e a misericórdia do Eterno em nosso favor.
No encerramento do dia de “Yom Kippur”, pronunciamos o:
“Shemá Israel, Adonai Eloheinu, Adonai Echad”
(Ouve, ó Israel, O Eterno é nosso Deus, o Eterno é único)

Três vezes se repete:
“Baruch Shem Kvod Malchutei Leolam Vaed”
(Bendito seja o nome daquele cujo glorioso nome é Eterno)

Por sete vezes seguidas se pronuncia a profissão de Fé:
“Adonai Hu HaElohim”
(Só o Eterno é Deus)

Faz-se então o toque do Shofar, que é pronuncio a “Redenção Final” ao acompanhamento da proclamação de:
“Leshaná Habá B’Yerushalaím”
(No ano vindouro em Jerusalém) 

 No antigo calendário israelita estão relacionadas três festas (Ex 23.14-17; 34.18-23): a primeira é a Páscoa, celebrada junto à dos Ázimos ou Asmos; a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; finalmente, a festa dos Tabernáculos ou Cabanas. As duas primeiras celebrações foram adotadas pelo cristianismo, porém, a terceira foi relegada ao esquecimento.

Este estudo abordará a Festa das Colheitas ou Semanas, a partir de sua celebração no culto israelita. Seria extremamente exaustivo tentar abordar a origem dessa festa a partir dos cananeus, ou de outros povos do Antigo Oriente Médio. Todavia, é perfeitamente justo suspeitar que o costume de realizar a Festa das Colheitas pertencia aos cananeus. Há três razões que substanciam esta suspeita:

  1. Os agricultores sedentários cananeus dominavam os férteis vales de Canaã quando os hebreus chegaram à Canaã;
  2. Originalmente, os hebreus ou israelitas não eram agricultores, mas pastores de ovelhas, vivendo como semi-nômades nas montanhas centrais e estepes localizadas nas periferias das ricas regiões agrícolas de Canaã;
  3.  Pouco a pouco, o povo israelita veio tornar-se agricultor e sedentário.


No Antigo Testamento, a liturgia mais desenvolvida dessa festa encontra-se em Lv 23.15-21. Porém, Dt 16.9-15 mostra uma outra liturgia que reflete um diferente período e, conseqüentemente, um novo ambiente de celebração. Este estudo tomará como base essas duas liturgias.


Do nome

Pentecostes não é o nome próprio da segunda festa do antigo calendário bíblico, no Antigo Testamento (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes:

  1. Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse segundo nome. Provavelmente, hag haqasir Festa da Colheita é o nome original (Ex 23.16).
  2. Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de duração dessa celebração: sete semanas. O início da festa se dá, cinqüenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Dt 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).
  3. Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.
  4. Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinqüenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego assumiu o controle do mundo, em 331 anos antes de Jesus, é provável que o nome Pentecostes ganhou popularidade a partir desse período.

Vale a pena uma observação. Além da Festa da Colheita ou Semanas hag haqasir ou hag xavu´ot, o antigo calendário israelita apontava uma terceira festa que acontecia no período do Outono, isto é, nos meses de setembro e outubro. Na verdade, essa festa era também da colheita, porém, sega das frutas, especialmente, uva, figo e tâmara. A Bíblia Hebraica tem dois nomes para essa festa: Festa dos Tabernáculos ou Cabanas hag hasucot e Festa da Colheita hag ha`asip (a palavra asip colheita vem do verbo asap que significa colher e reunir.


Da cerimônia

Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:

  1. a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
  2. a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
  3. o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
  4. no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
  5. Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
  6. As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).


Observação: Era ilegal usufruir da nova produção da roça, antes do cerimonial da Festa das Colheitas (Lv 23.14).


Características da celebração

  1.  A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11);
  2.  A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
  3. Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus famíliares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
  4.  Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
  5. Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
  6. Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida...

Observação: A Festa da Colheita não celebra um mito, mas a ação de Deus que cria e sustenta a vida do mundo criado.


Principais motivos da Festa das Colheitas

A Festa das Colheitas (Cabanas ou Pentecostes) não era uma cerimônia neutra, isto é, os celebrantes não se reuniam para um simples lazer ou diversão. Toda a cerimônia buscava reafirmar e aprofundar o sentido da fé em Javé, o Deus Criador e Libertador.

Aprender a fraternidade

Ao ler todas as reportagens sobre a Festa das Colheitas (Semanas ou Pentecostes) é possível captar partes da cerimônia e, conseqüentemente, sua legislação. Um dos detalhes marcantes dessa "Santa Convocação" é o fortalecimento da fraternidade entre os trabalhadores do campo, incluindo a população israelita, os servos e estrangeiros.

Aprender a ter compromisso com Deus e com a comunidade

Ao celebrar a festa, toda a comunidade aprendia a ser responsável para com a vontade de Deus e com o próximo - não somente com os irmãos de sangue e fé. O ritual da festa ensinava, pedagogicamente, que Deus é o Criador e Sustentador das leis que regem o mundo. Ele fez uma distribuição comunitária da terra e manda a chuva para hebreus e gentios, bons e maus, homens e mulheres, jovens e crianças. O ritual da festa entendia que o grande problema da humanidade é a falta de amor uns para com os outros.

Aprender a repartir os dons

Primitivamente, o povo bíblico convivia com as leis divinas de modo feliz, sem lhe causar sofrimento. Por exemplo, a festa das Colheitas ensinou a comunidade de trabalhadores do campo que se deveria entregar o excedente de sua produção agrícola para Javé, a fim de que essa oferta seja compartilhada com os menos favorecidos (Lv 25.6-7, 21-22). A pedagogia dessa lei possui uma profunda sabedoria, pois ela tem como alvo educar o povo dentro dos princípios da solidariedade e igualdade social.

Aprender a agradecer

Ao agradecer a Deus pelo dom da terra - para morar, plantar e alimentar dos frutos produzidos nela - o povo descobria os mistérios da graça divina. Ser grato pela "terra que mana leite e mel", pela cevada, trigo e outros grãos que sustentam vida representam uma alegria de enormes proporções. Além da terra, os celebrantes eram ensinados a agradecer a Deus pela instrução que disciplina e ordena a vida comunitária.


Conclusão

A Festa da Colheita ou Semanas tomou o nome de Festa de Pentecostes, a partir do Período Grego (fim do século IV antes de Cristo em diante).

Todas as festas, ao longo da história do povo bíblico, sofreram metamorfoses. São modificações e adaptações, perfeitamente normais, sofridas ao longo da história, sem contudo, perderem as colunas principais de sua estrutura de sustentação. Por exemplo, na formação cultural de Israel ocorreram metamorfoses que se refletem no nome. Assim:

... hebreu » israelita » judeu » judeu da diáspora ...

Com a Festa da Colheita ou Semanas, também, ocorreram transformações significativas:

... Festa da Colheita » Festa das Semanas » Festa de Pentecostes.

A troca do nome da festa

Originalmente, a festa recebeu o nome "Festa da Colheita", porque se tratava de uma cerimônia que girava em torno de uma sega de grãos, após o período de formação e maturação. O nome "Festa das Semanas" também faz sentido, porque ele diz respeito às sete semanas de duração da festa quando se processava a colheita de trigo e cevada.

Como parte da forte influência exercida pela cultura grega sobre os judeus, a partir do século IV, antes de Cristo, o nome "pentecostes" - cujo significado é "cinqüenta dias depois" - foi usado para substituir o nome da Festa das Colheitas ou Festa das Semanas. O livro Atos dos Apóstolos usa o nome Pentecostes (At 2.1).

Da natureza e do local da festa

Originalmente, a festa das Colheitas era agrícola. Era uma reunião de agricultores que se prolongava por sete semanas. O longo tempo de duração da festa e o nome "colheita" sugerem que os agricultores reuniam-se, originalmente, para uma sega em mutirão. Como na época dessa celebração (maio/junho) não há chuva, em Israel, os celebrantes, que moravam longe do local da colheita, se abrigavam em tendas.

Contudo, o livro de Deuteronômio apresenta duas novidades à festa: a memória da libertação do Egito e a recomendação de estudar os estatutos (a Torá de Javé) durante as sete semanas de festa. Além disso, ele fornece uma outra informação: o nome da festa para o livro de Deuteronômio é Semanas e o local é o templo de Jerusalém (16.9-12). A centralização das festas foi parte da política reformista do reinado de Josias (640-609 a.C.).

Quanto ao relato do livro Atos dos Apóstolos, o nome da festa é Pentecostes e o local é a cidade de Jerusalém, não especificando se a reunião foi realizada no Templo ou próxima a ele. Quanto ao número de pessoas presentes à festa, é possível crer que os relatos de Levítico (23.15-22) e Deuteronômio (16.9-12) sugerem um limite máximo de pessoas bem inferior ao número indicado no livro de Atos dos Apóstolos (2.1-13).

A "ecumenicidade" da festa

Basicamente, a festa, tanto no período do Antigo Testamento como no Novo Testamento, era cosmopolita, isto é, ela reunia pessoas de todas as raças e condições sociais (conforme Dt 16.11 e At 2.1-13). O que varia entre os dois relatos é a quantidade de pessoas presentes no evento: o relato de Atos dos Apóstolos fala que uma multidão estava reunida em Jerusalém, enquanto que o relato de Deuteronômio refere-se a uma presença bem menor.

A fraternidade da festa

A fraternidade era estimulada, entre os agricultores, na Festa das Colheitas, conforme os textos de Levítico e Deuteronômio. Contudo, essa fraternidade é descrita, em sua plenitude, na reunião reportada no livro de Atos dos Apóstolos, através da palavra grega koinonia comunhão (At 2.42-47). Essa comunhão entre os trabalhadores do campo, na prática, forma o mutirão para colher o trigo pronto para a ceifa.

O estudo da Bíblia na festa

Quando mais necessitava de uma disciplina comunitária, a festa das Colheitas, ou Semanas, agregou a prática de estudar a Tora (Pentateuco). No relato de Atos dos Apóstolos, há uma ausência de informação sobre o estudo da Torá.

Jerusalém como local da festa

Tudo leva a crer que, originalmente, a Festa das Colheitas, ou Semanas, era realizada na roça, particularmente, no campo de trigo. No projeto de reforma, empreendido pelo rei Josias, no século VII a.C., todas as festas foram levadas para o Templo em Jerusalém. Por que Jerusalém?

    Jerusalém é a sede do governo, a capital política e espiritual;
    Jerusalém é uma cidade que possui uma carga fortíssima de tradição (Sl 48);
    Jerusalém encarna-se todas as contradições e conflitos;
    Jerusalém é o centro de todas as tensões da vida judaica:
    em Jerusalém, sente-se amor dentro da condição de ódio;
    em Jerusalém, nasce a esperança em meio ao desespero;
    em Jerusalém, o povo acredita que se dará a plenitude da vida;
    No Novo Testamento, o sentido de Jerusalém atinge o sentido universal.

Assim, A escolha da cidade de Jerusalém, para celebrar a Festa das Colheitas, não é arbitrária.

Ensinando a importância da terra

Terra é uma palavra muito significativa na Bíblia, particularmente no Antigo Testamento (AT). Há duas importantes palavras hebraicas para terra: a primeira é adamah terra, solo, chão. Originalmente, Adamah carregava o sentido de "solo vermelho", arável e cultivável. Conforme o livro de Gênesis - "... Javé Eloim modelou o 'adam ser humano com o pó da 'adamah terra" (2.7) -o ser humano possui uma estreita relação com a terra. Essa ligação fica mais íntima quando se pensa no alimento. O alimento, como gerador da vida, tem a ver diretamente com o trabalho do adam ser humano e a fertilidade do adamah terra. Por isso entre o ser humano e a terra não poderá acontecer violência. Tanto o 'adam ser humano como a' adamah terra são posses de Javé, e ambos estão sob o cuidado dEle (Gn 2.6). A segunda palavra hebraica para terra é eres, um substantivo feminino que ocorre 2.500 vezes, no A.T. Seu significado é amplo: (a) no sentido cósmico, eres possui o significado de terra em oposição ao céu, o mar e a água (SI 89.11); (b) no sentido físico, eres carrega o significado de solo, sobre o qual o ser humano vive, planta e colhe os frutos (Dt 26.9); (c) no sentido geográfico, eres designa determinadas regiões e zonas (Jr 16.13); (d) no sentido político, eres indica a soberania de determinados clãs, tribos, estados e povos (Is 9.1) e, por fim, (e) o sentido teológico, quando eres é definida como posse de Deus (Lv 25.23). Como uma propriedade divina (Os 9.3), a terra espera de seu usuário uma forte disciplina e uma profunda espiritualidade. Para tanto, a violência contra a terra é considerada uma desobediência a Javé (Jr 2.7).


Resumindo

Pentecostes é uma festa adotada pelo Cristianismo ao Judaísmo. Em primeiro lugar, a palavra festa (hag, no hebraico) significa fazer um círculo. Isso revela o sentido primitivo de festa, isto é, uma reunião comunitária (Êx 5.1). Nela, o povo celebrante reunia, especialmente, para estudar os textos sagrados que, mais tarde, viriam a ser a Bíblia. Em segundo lugar, o nome Pentecostes vem da língua Grega e significa cinqüenta dias depois, a saber, da festa da Páscoa. Originalmente, esta festa possuía três nomes hebraicos: festa das Semanas, festa das Colheitas ou Dia das Primícias. Estes três nomes revelam um pouco do conteúdo da festa: era agrícola e situada no período das colheitas. A troca de nome para Pentecostes deu-se a partir do período grego (333-63 anos antes de Cristo), quando a Grécia dominou culturalmente o mundo. O mais primitivo motivo desta festa foi gratidão a Deus pelo dom da terra. Posteriormente, o povo bíblico incorporou o motivo de gratidão pela doação da Torá (450 anos antes de Cristo). A Torá é a instrução divina por excelência, contida no Pentateuco (cinco primeiros livros da Bíblia). Provavelmente, a festa de Pentecostes, descrita em Atos dos Apóstolos 2, celebrava a doação da Torá. Os salmos 19 e 119 mostram que a manifestação do Espírito Santo está diretamente relacionada ao estudo da Torá.


“E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo de Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.” 2 Co 6.16

         Estamos numa época do ano em que acontecem, como em todos os anos, as ditas festas juninas, que apesar do nome acontecem também no mês de julho. Festas estas consideradas como folclóricas, mas que tem as suas raízes na idolatria. Vejamos: o Apóstolo João e o Apóstolo Pedro foram homens que serviram fielmente ao Senhor, mas eram homens comuns como nós que nasceram, cresceram, trabalharam, envelheceram e morreram (João de morte natural e Pedro foi crucificado de cabeça para baixo), mas nenhum deles ressuscitou como Jesus. Se não ressuscitaram estão mortos aguardando a volta do Senhor que virá buscar a Sua Igreja. Veja 1 Tessalonicenses 3: 16-17 que diz:
"Pois o mesmo Senhor descerá do Céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. . Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor”.  1 Tessalonicenses 3: 16-17
         Ora, se festejarmos ou participarmos destes eventos, até mesmo simplesmente com a nossa presença, estamos sendo participantes de festa de ídolos, o que é contrário à Palavra de Deus que diz em Êxodo 20: 4-5
"Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás, pois Eu, sou o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam". Êxodo 20: 4-5
        Isto é maldição. Em Atos 15:20 Lucas diz que devemos nos abster das contaminações dos ídolos. Em 1 Coríntios 8: 1-13, o Apóstolo Paulo fala que "quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só", no versículo 7 deste capítulo o Apóstolo diz que a nossa consciência poderá ficar contaminada.
         Também baseado na Palavra de Deus, tenho a considerar que qualquer festividade ou homenagem de caráter religioso a alguém que não seja o Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é idolatria. E quando louvamos, buscamos, veneramos, idolatramos ou consultamos a alguém morto, estamos praticando a necromancia (culto aos mortos) o que é abominação ao Senhor, baseado no capítulo 18 de Deuteronômio.
         No Salmo 119: 11 o salmista diz:
"Escondi a Tua Palavra do meu coração, para não pecar contra Ti". Salmos 119: 11
        E baseado nesta Palavra orientamos aos nossos discípulos que se abstenham de participar, organizar, freqüentar estas festas, pois será laço para sua vida espiritual.
         Oriente também aos seus filhos e discípulos a não participarem de danças, quadrilhas e não comerem as comidas, não vender rifas. Ao participar estarão firmando uma aliança com os chamados padroeiros.

“Filhinhos guardai-vos dos ídolos. Amém.” 1 João 5.21

         Abaixo a transcrição de texto retirado do site da Uol, o que demonstra que não temos parte nestas ditas festas folclóricas, que na verdade são rituais pagãos. A nossa orientação é que não participem, não permita que seus filhos participem, que vendam rifas e comam comidas típicas (são comidas consagradas a ídolos – At 15.29). A idolatria é abominação diante de Deus - Ap 21.8.

         "A tradição de celebrar o mês de junho é bem velha. Há mais de dois mil anos, os povos antigos da Europa já festejavam nesta época do ano o início das colheitas. Fogueiras, danças e muita comida sempre fizeram parte destes rituais pagãos.
         No Brasil, a data é celebrada desde 1583. O costume foi trazido para cá pelos portugueses e espanhóis, ainda como uma forma de agradecer pelas colheitas, mas também como uma maneira de homenagear os santos do mês de junho. O Dia de Santo Antônio, 13 de junho, costuma marcar o início dos festejos. Também são homenageados São João, no dia 24/6, e São Pedro, no dia 29/6.
         Aos poucos, outros elementos foram sendo introduzidos nas festas juninas. A quadrilha, por exemplo, chegou ao Brasil no século 19, trazida pela corte portuguesa. O costume de acender uma fogueira, por sua vez, vem de uma lenda: Santa Isabel, grávida de São João, era prima de Maria, mãe de Jesus. Ela estava morando nas montanhas e, para poder avisar Maria quando seu filho nascesse, combinou de acender uma fogueira. Desde então, a prática virou costume e é realizada no dia 23 de junho.
         Os fogos e as biribinhas também têm sua razão de ser: eles são utilizados para espantar o mau-olhado. Os balões -que são muito legais de fazer, mas que não se deve soltar, para evitar queimadas e acidentes- surgiram com o intuito de enviar mensagens a São João.
         Atualmente, cada região do país possui seus próprios costumes. No Nordeste, por exemplo, festa junina é sinônimo de forró. Já no Sul do país, no lugar de roupas caipiras as pessoas usam trajes típicos, com direito a bombacha e chimarrão"

Autor: Paulo R. Alves
quarta 23 junho 2010 10:28 , em Festas Pagãs

O que a Bíblia Diz sobre o Natal?

Blog de estudosbiblicos :Estudos Bíblicos, O que a Bíblia Diz sobre o Natal?
Nada. O Natal não é mencionado nenhuma vez nas Escrituras. Todos os anos, em todo o mundo, algumas pessoas guardam o dia escolhido pelos homens para comemorar o nascimento de Jesus. Algumas pessoas o guardam como um dia santo especial, enquanto muitas outras fizeram dele um tempo de comercialização, de interesses egoístas.

As modernas comemorações do Natal têm pouco a ver com os fatos da Bíblia. A Bíblia não revela a data do nascimento de Cristo, nem mesmo o número de magos que o visitaram em Belém. As Escrituras não autorizam uma comemoração especial na igreja, nem um dia santo para comemorar o nascimento de Jesus. Evidentemente, a Bíblia não dá aprovação ao materialismo egoísta, tão comum nessa época do ano.

Mas Jesus nasceu, e por um motivo muito bom. Ele veio para salvar-nos do pecado (1 Timóteo 2:6).  Ele é o Rei, não só dos judeus, mas de todos os homens (Mateus 28:18-20). Sua grande vitória veio, não com seu nascimento, mas com sua morte e ressurreição. Esta é a vitória que o faz nosso Redentor, digno de honra e adoração (Apocalipse 5:8-14).

Hoje, precisamos imitar os magos, que procuraram tão esforçadamente encontrar Jesus. Não podemos nos contentar com as crenças tradicionais, as doutrinas humanas, ou os dogmas das igrejas. Temos que examinar as Escrituras (Atos 17:11). Temos que aceitar o que é certo e rejeitar o que é errado (1 Tessalonicenses 5:21-22). Temos que estar certos de que Jesus veio a esta Terra uma vez, e que ele voltará para chamar-nos ao julgamento (Atos 17:30-31;  2 Coríntios 5:9-10).

Na época do Natal, quando muitas pessoas mostram uma religião superficial e falam sobre um Jesus desconhecido para elas, nós devemos lembrar que é possível ser só cristãos, seguidores de Jesus. Não devemos ensinar ou defender doutrinas de homens. Temos que simplesmente seguir a Jesus e encorajar outros a fazerem a mesma coisa. Que possamos adorar a Cristo de acordo com a vontade dele!

-por Dennis Allan
Fonte: www.estudosdabiblia.net
terça 22 dezembro 2009 20:05 , em Festas Pagãs

A NOSSA PÁSCOA

Blog de estudosbiblicos :Estudos Bíblicos, A NOSSA PÁSCOA
Assunto: A figura do Cordeiro Pascal se faz realidade em Jesus Cristo.
Festa em que os israelitas comemoram a libertação dos seus antepassados da escravidão no Egito. (Êxodo- 12:1-20).
A FESTA DOS PÃES ASMOS.
Festa realizada no início do ano; PÁSCOA e PÃES ASMOS; “Sete dias especiais de comemorações religiosas dos israelitas:
LEVÍTICOS- 23 :6,7,8 -  E aos quinze dias deste mês é a festa dos pães ASMOS  do SENHOR; sete dias comereis pães ASMOS . “Sem fermento”
1) Substância que faz o pão crescer. 2) Símbolo da divulgação do reino dos céus (Mateus -13.33, 34,35).
3) Símbolo de ensinos indesejáveis (Mateus- 16:6 ) Símbolo da multiplicação do mal.
1CORÍNTIOS -  5:7,8 - Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso  façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade.
No primeiro dia da festa dos pães asmos os discípulos perguntaram ao Mestre: onde celebraremos os preparativos para comermos a Páscoa?
João Batista O chamou de “Cordeiro de Deus” que tira o pecado do mundo (João- 1.29).  Paulo disse que Ele é a nossa páscoa , e Ele mesmo prometeu a libertação a todos quantos crerem n’Ele (João- 8.32,36 e Mateus- 11.28).
No Velho Testamento: Na festa dos pães asmos ao iniciar, era feita a santa convocação… para a purificação pessoal.
No quinto dia era novamente feita a segunda convocação para a purificação do cordeiro santo que deveria ser imolado para expiação do pecado… O cordeiro pascoal era separado no décimo dia 14 de Abibe (abril) e examinado minuciosamente antes do seu sacrifício, pois o cordeiro tinha que ser “… imaculado, perfeito”.
Lucas registra a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém poucos dias antes da crucificação, o faz exatamente na hora em que o povo estava trazendo os seus cordeiros pascoais para serem examinados pelos sacerdotes. Segundo Hebreus- 7: 26.
Jesus tinha que ser declarado “Santo”, irrepreensível, imaculado, e inviolado pelos pecadores.
O cordeiro da Páscoa era submetido a um exame pelos sacerdotes que o julgavam, com base sua perfeição, apto para ser sacrificado.
Jesus O Cordeiro de Deus, sendo examinado por Herodes, saduceus, escribas e fariseus e nenhum deles conseguiram achar n’Ele nenhum defeito que o incriminasse pelas autoridades civis.
João- 18: 13,14,19, á 24- Anás levou Jesus  ao tribunal na casa de Caifás, e como era ocasião da páscoa, os judeus não podiam entrar no tribunal para não se contaminarem, pois se assim fizessem não poderiam comer da páscoa. Naquele momento também, os cordeiros pascoais estavam também sendo examinados.
E Caifás queria evidências para o entregar a Pilatos, mas não as encontrou; por isso, ao invés de apresentar ofensa, disse apenas que se Ele não fosse ofensor não seria entregue (João-18:29). Pilatos por sua vez, após ter examinado Jesus, “… não achou n’Ele crime algum…” (João- 19:4). E com estas palavras, o veredicto legal e civil estava dado, e três vezes Pilatos declarou que Jesus era inocente (João- 18: 28 -  19: 4,6).
A lei dizia que o cordeiro teria que ser sem defeito algum, senão, ele não poderia ser sacrificado ao Senhor.
Jesus foi achado sem defeito diante de todos, só depois foi crucificado.
Tendo em vista que o sacrifício do cordeiro pascoal era suficiente para justificar os hebreus. Diante do destruidor, o sacrifício de Cristo também foi suficiente para justificar o homem diante de Deus satisfazendo a justiça divina.
A páscoa, comemorada pelo mundo, não nos traz nenhum beneficio. Quando entendemos que nossa Páscoa é Cristo!!! Aí é diferente!!!
E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta páscoa, antes que padeça; porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no reino de Deus e, tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós; porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus e, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós. (Lucas- 22: 15- 20)
No corpo de Cristo se fez a nossa expiação do pecado, nas suas pisaduras fomos sarados de toda maldição e purificados de todo o nosso pecado; libertos da escravidão de Satanás.
A nossa Páscoa: é o dia que festejamos em comemoração a morte e ressurreição do nosso Salvador “O Cordeiro Pascal” O corpo de Cristo que foi oferecido por amor a todos .
João- 6:54 - Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
Temos vida eterna… Nunca veremos a morte, pela sua graça temos a ressurreição.
O partir do pão (Atos- 2:42).
A Ceia do Senhor (1 Coríntios- 11:20).
Esta cerimônia foi instituída na véspera da morte de Jesus Cristo, e na presença dos Seus discípulos mais intimamente a Ele ligados, mostrando isto que só podiam tomar parte naquele ato os que já estavam instruídos nas doutrinas do Mestre, e não os que se andavam preparando para ser do número dos crentes.
Ele havia simbolizado antecipadamente a Sua morte em linguagem altamente metafórica.  (Mateus- 16:21), explicando que esse fato era “pela vida do mundo” (João - 6:51), pois ia dar  sua vida em resgate por muitos’ (Mateus- 20:28).
Cerimônia que Cristo instituiu na noite em que foi traído, logo depois da refeição da PÁSCOA, para servir de lembrança da sua morte (1Co- 11:23-34). “é um MEMORIAL ” do cumprimento das profecias anunciadas.
Isaias-  53: 4,5 -  Verdadeiramente Ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
O templo construído pelos homens que ofereciam sacrifícios de animais foi destruído e não ficou pedra sobre pedra. Mas o corpo de Cristo que foi morto e foi levantado feito  primícias dos mortos, ressuscitou para dá formação a um novo povo  nascido do Espírito Santo para Deus.
Posteriormente, a morte de Cristo fez a expiação definitiva a favor dos crentes, para sempre tornando desnecessário qualquer sacrifício pelo pecado.(Hebreus-  9,23-28).
A Ceia da Páscoa.
Neste sentido, a Páscoa deve ser celebrada por nós com profunda reverência, afinal, Cristo é a nossa Páscoa. Sua vida foi posta como Cordeiro que sendo morto derramou seu sangue em favor de muitos. A nossa libertação espiritual foi conquistada na cruz por Cristo Jesus.
Desejamos a todos,  Feliz Páscoa!!!
quinta 09 abril 2009 11:41 , em Festas Pagãs

CARNAVAL - FESTA DA CARNE

Blog de estudosbiblicos :Estudos Bíblicos, CARNAVAL - FESTA DA CARNE
Pr. Nélson R.Gouvêa
www.ministeriocomfamilia.com.br
 Mais uma celebração vem por aí. O Brasil é tradicionalmente conhecido como o país do carnaval. Normalmente esta festa da carne, esta celebração pagã acontece no mês de fevereiro de cada ano. Em todas as cidades e principalmente nas capitais, milhares de pessoas se preparam para o tão sonhado acontecimento. Em algumas regiões semanas inteiras são dedicados aos foliões que se habilitam a percorrerem as principais avenidas atrás de um carro de som extravasando suas emoções e suas paixões carnais.

Um Site da Bahia faz o seguinte convite: "Pule o carnaval Carnal, lúdico, dilacerador, espiritualizado, físico, o Carnaval da Bahia é a maior festa urbana do Brasil, criada e mantida pelo povo. Uma manifestação espontânea, criadora, livre, pura, onde todos são-com maior ou menor competência-sambistas, frevistas, loucos dançarinos, na emoção suada atrás do som estridente, eletrizante, do trio. Ou no ritmo calmo, forte, tranqüilizante, orientalizado, do afoxé, incorporado num só movimento. Um ato de entrega, de transe e êxtase, de liberação de todas as tensões reprimidas e da envolvência absoluta entre o real e o fantástico, capaz de, num único e frenético impulso, balançar o chão da praça."

Fantasias das mais variadas cores extravagantes e modelos com criatividades sem precedentes, desfilam pelas passarelas. O culto à sensualidade já marca o compasso de espera e é a marca registrada dos componentes, dos integrantes das escolas de samba que desfilam seus carros alegóricos em meios às luzes dos refletores e câmaras de TVs tentando focar os corpos desnudos das mulheres em meios aos gritos desconexos vindo das arquibancadas abarrotadas de multidões esperando suas escolas passarem para serem aclamadas e reverenciadas como um culto explicito ao paganismo declarado.

Durante quatro dias toda esta movimentação aparentemente harmoniosa com ritmos atordoantes e alucinantes regados a bebidas alcoólicas e sexo sem limites enchem ilusoriamente o coração de seus participantes nos variados clubes das noites, na esperança de poderem neste espaço de tempo ceder sem nenhum temor a Deus às suas luxurias, na ignorância de que na quarta-feira confessando os seus excessos pecaminosos, através da figuração das cinzas, serão de seus pecados perdoados como se Deus tivesse permitido, dado o seu aval para outros deuses serem venerados e adorados nesta celebração.

Talvez você não concorde comigo, porém Infelizmente o maior inimigo do ser humano é a sua ignorância. A ignorância têm cegado o entendimento, a lucidez da mente, porém Deus declara com muita rigidez em sua Palavra, a Bíblia as seguintes advertências:

Num.14:18-O Senhor é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente, e visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração.

Rm. 8.5-8,12-14 - que "os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz.

Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem em verdade o pode ser; e os que estão na carne não podem agradar a Deus. Portanto, irmãos, somos devedores, não à carne para vivermos segundo a carne; porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.

Gal.5:13,24-Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade par dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.

Gal.6:8-Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.

Amigo(a) internauta. No período de carnaval do ano 1976 eu me preparava mais uma vez para celebrar esta festa pagã com meus primos, quando Deus mudou radicalmente a história da minha vida. À convite de meu irmão Nilson R. Gouvêa escolhi participar naquele ano de um retiro de jovens em um local chamado Acampamento Clay na cidade de Paracambí-RJ. Em meio a vários jovens, Deus restaurou a minha vida naqueles dias. Deu-me uma nova visão da Vida Eterna, perdoou os meus pecados. A seguir Deus me preparou, me capacitou, me deu uma esposa maravilhosa, filhos maravilhosos e um ministério que pretendo continuar desenvolvendo com a Graça Dele até os últimos dias da minha vida. Nestes vinte e oito anos de vida com Deus não me arrependo um só instante daquele período de carnaval em que tomei a mais sábia decisão de todos os tempos, ou seja, Entregar-me sem reservas a Único e Soberano Deus dos deuses, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

Naquela oportunidade impar lembro-me da declaração de entrega que fiz ao Senhor. Eu disse para Ele com toda sinceridade:"Senhor. Eis a minha vida em tuas mãos. Faz da minha vida aquilo que tu queres". Todas as bênçãos que tenho continuadamente obtido do Senhor teve a sua origem nesta simples, porém sincera declaração de entrega.

Hoje querido(a) amigo(a) Deus está lhe dando uma oportunidade através deste breve comentário. Ele quer que você mude, cancele os seus planos de "se envolver neste carnaval". Tome a melhor decisão de sua vida. Escolha Jesus Cristo.

Veja que você pode fazer:

1. Se arrependa de seus pecados

2. Confessá-os ao Senhor

3. Peça que Jesus faça morada em sua vida

4. Ande em novidade de vida.


Tome uma decisão inteligente e racional. Saia da ignorância e pare de ouvir os pedidos do diabo para que você se envolva mais uma vez este ano. Jesus está pronto para libertá-lo (a) desta prisão que você se encontra. Venha para a Vida, Venha para Jesus.

A verdadeira vida você só encontra em Jesus.

A verdadeira alegria está em Jesus

A verdadeira paz é Cristo Jesus

Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

Em minhas palavras finais quero incentivá-lo (a) a procurar uma Igreja evangélica mais próxima de sua casa.

Veja a programação desta Igreja para o período de carnaval. Se inscreva nas atividades. Mude a sua trajetória radicalmente e me conte depois o que Deus fez em sua vida. Eu tenho a certeza absoluta que Jesus Cristo não vai decepcioná-lo (a). Sua vida não vai ser mais a mesma. Você vai experimentar a presença, a unção saudável do Espírito Santo em sua vida. Tudo vai ser diferente e coisas antigas vão ficar definitivamente para trás no passado

Receba a oração:

Amado Deus. Tudo que o Espírito me pediu que eu escrevesse, eu escrevi. Não cabe a mim a tarefa do convencimento. Somente o Senhor pode fazê-lo. Eu não sei quantas pessoas terão acesso a estas informações de sua Palavra, porém estou certo em fé que aquelas cujo coração for maleável, terra boa, com certeza milagres irão acontecer.

Quero orar pedindo ao Senhor que as correntes que estão enlaçando milhares de vida este ano nesta festa da carnalidade e do paganismo caia por terra em nome de Jesus de Nazaré. Salve e liberte agora mesmo esta pessoa que está lendo esta oração e que ainda não entregou a sua vida para Jesus. Que o povo de Deus concorde com estas declarações, porque a tua Palavra é bem clara quando diz: "Que se ligarmos alguma coisa aqui na terra o Senhor ligará no céu. Declaramos portanto que os intentos do diabo sobre a nossa nação bem como a salvação e libertação de milhares e milhares de pessoas seja uma realidade notória este ano, como nunca antes se viu nos anais da história. Oro em nome de Jesus a quem dou Honras,

Glórias e Louvores, hoje e sempre, Amém e Amém.
sábado 14 fevereiro 2009 22:54 , em Festas Pagãs

Significado do Natal

ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS - VALE A PENA COMEMORARA maior festa de aniversário do Mundo está chegando, um menino nasceu e mudou a história, por mais que o paganismo possa desconsiderar a pessoa de Jesus, aceitar que tudo e todos foram marcados antes e depois dele é inevitável, a historia mundial, os acontecimentos da tecnologia, e até o homem. O profeta Isaias declarou em alta e boa voz "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz. Mas será que Jesus nasceu neste dia? Devemos comemorar o Natal? De onde veio a idéia desta data?

Tenho em mente que vale muito a pena comemorar o Natal, quero dizer que respeito à posição das pessoas que não comemoram, mas gostaria muito que você pensasse sobre esta comemoração lendo esta matéria.
ORIGEM DO NATAL
Natal vem do latim "natale", que significa nascimento, os cristãos primitivos não tinha interesse de comemorar o natal, logo na metade do século III d.C., Hipólito, bispo de Roma, escolheu a data de dois de Janeiro para comemorar o nascimento de Jesus, outros cristãos escolheram outras datas. Em 325 a 354 d.C. fica acertada a data de 25 de Dezembro para a comemoração universal do Nascimento de Jesus. Olhando para a Palavra de Deus, não existe nenhum registro especifico para o nascimento de Jesus, o que conhecemos sobre este dia é que houve grande jubilo no céu e na terra marcados por um exercito de anjos, presentes, e uma alegria incomparável de Deus o criador universal. Por mais que esta data não seja a verdadeira data do nascimento de Cristo, isto seria um argumento legalista demais para não comemorar, será que você nunca viu ninguém nascer em um dia e ser registrado no outro? O que importa é que JESUS NASCEU e por isso o povo de Deus deve se alegrar. Mas esta data deve ser comemorada com mais alegria ainda pelos cristãos, sabe porque?

Quando olhamos o que era comemorado neste dia, e que foi esquecido, isto demonstra a soberania de Cristo em todos os aspectos. O Império Romano neste dia, 25 de Dezembro comemorava a festividade do Natal do Sol Invicto, esta festividade era comemorada pelos adoradores do "Sol Invicto". Estes adoradores eram identificados com Mitra. O Mitraismo era um culto semelhante ao cristianismo. Quando o dia 25 de Dezembro foi cogitado para o nascimento de Cristo, o cristianismo entrou em conflito com o mitraismo, mas quem venceu foi Jesus Cristo. Neste dia o cristianismo ofuscou as festividades pagãs. O profeta Malaquias profetiza no Capitulo 4v.2 "Mas vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerro da estrebaria." O sol da justiça nasceu e o costume pagão foi esquecido ao longo dos anos e até hoje Cristo é honrado pelo seu nascimento.

Este acontecimento é como se o de um feriado de uma festa pagã fosse substituído por uma comemoração cristã. Como no dia do Carnaval fosse colocado o dia de Ações de Graça, no dia 31 de Outubro dia de Halloween fosse substituído por qualquer dia que honre a Cristo. A pergunta é: Se acontecesse a troca destes dias por uma comemoração Cristã, você comemoraria com alegria ou não? Não importa se o dia é ou não 25 de Dezembro, mas devemos exaltar o acontecimento: JESUS NASCEU!

Não estamos preocupados no dia propriamente dito, mas o fato de Cristo nascer, já nos dá um gozo em nossa alma porque o plano de Deus estava preste a acontecer, a aliança entre você e Deus, a comunhão do homem com Deus, seria estabelecido pela morte de Cristo, e para morrer é necessário nascer, o inicio de uma nova vida estava prestes a acontecer.
O que deve ficar claro é que este dia podia ser comemorado em qualquer dia do ano, os cristãos não estão se apegando a data em si, mas sim o acontecimento.
JESUS NASCEU NO INVERNO OU NO VERÃO?
Existe duas teses que serão colocadas aqui, cada uma defendendo a sua posição, mas vale a pena conhece-las para que você possa abrir o seu leque de conhecimentos.

A primeira é que Jesus não nasceu no inverno. Levando o contexto de Lucas, que da a entender que Jesus teria nascido no verão, por causa do recenseamento determinado por César Augusto (Lucas 2- 1-2).

Outra posição defendida é que os pastores estavam no campo durante a noite, para quem já vez uma viagem a Israel, é de conhecimento que à noite em alguns lugares o frio é muito forte e que os pastores não conseguiriam agüentar estando com o rebanho. Outra situação contraria ao inverno é o deslocamento de uma grande quantidade de pessoas de um local para o outro, fato que não seria comum ou apropriado no inverno, então da a entender que poderia ter acontecido no período entre Abril e Novembro.

Por outro lado gostaria de colocar uma posição contraria que defende o nascimento de Jesus no Inverno. Levando em conta que o decreto foi dado pelo Imperador e devia ser obedecido, os Governantes romanos poderiam dar o recenseamento não importando se estava no inverno ou no verão. Outro ponto que devemos analisar é que todos eram obrigados alistar-se, não importando a situação em que se encontrava, até mesmo Maria grávida teve que ir. O recenseamento Romano tinha 2 finalidades:

1- Declaração dos nomes das pessoas,sua ocupação, esposas, filhos, servos e propriedades.
2- Declaração do valor de suas propriedades, do dinheiro e outros recursos com que esperavam contribuir para a manutenção do governo, o fornecimento de homens e dinheiro.

Por ser uma obrigação, não sabemos a necessidade do governo nesta época, na qual poderia ser uma chamada extraordinária, sabemos que o povo esperava um libertador de Israel, mas terreno porque não suportavam mais viver debaixo das vontades do governo Romano. Este poderia ser um recenseamento para obter mais imposto ou poderia ser que o governo Romano estava precisando de mais dinheiro e esta foi à saída para a ocasião.

Outra situação que deve ser levada em conta é que Jesus não nasceu no relento como é demonstrado nos presépios, ele nasceu na estrebaria.

As casas da época normalmente tinham um lugar de colocar os animais dentro da casa, seria como se a casa tivesse uma garagem e ali fosse o primeiro nível da casa aonde os animais poderiam ficar no inverno. Jesus estava na manjedoura, isto para alguns defensores do inverno demonstra que Jesus estava dentro da casa, ou seja,dentro do 1º nível.

Na questão dos pastores que estariam com as ovelhas no campo, existe uma posição de R.N.Chaplin, que na Mishnah indica que as ovelhas reservadas para o sacrifício no templo eram postas a pastar nos campos que circundavam Belém, e que as ovelhas para o sacrifício não poderiam ser confinadas. Estes pastores deveriam ser homens preparados para esta tarefa, cuidando das ovelhas que eram em beneficio a adoração efetuada no templo. Os pastores foram abençoados por Deus e tiveram a oportunidade de ver o menino Jesus que seria a substituição dos sacrifícios, por amor e submissão à ordem do Senhor. Deus tinha dado aos pastores a certeza de que aquele sacrifício de ficar tomando conta das ovelhas iria acabar em breve.

Aqui colocamos algumas questões, mas não importa se ele nasceu no inverno ou no verão, importa que JESUS NASCEU!
ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS
As datas, o tempo ficam em segundo plano para o Cristão, o que não podemos esquecer é que Jesus foi uma promessa de Deus para resgatar o Homem. Quando olho para a Bíblia o nascimento de Jesus indica esperança, Ele foi o libertador, o profeta, o sacerdote, e o próprio sacrifício. Para qualquer cristão o natal deve lembrar a materialização do Amor de Deus, a revelação do próprio Deus para o homem, a porta que nos dá entrada ao reino Celestial.

Por isso quero lembrar Isaias 53:

Quem deu credito a nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor?

Porque foi subindo como um renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência para que o desejássemos. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, experimentado nos trabalhos e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos caso dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si, e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades, o castigo que nos trouxe a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós estávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele à iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca, como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.

Da opressão e do juízo foi tirado, e quem contará o tempo de sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes, pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sai morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.

Todavia, ao Senhor agradou moê-lo. fazendo enfermar, quando sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará aos seus dias, e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão.

Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores, mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores.

ELE NASCEU PARA MORRER POR NÓS.
FELIZ ANIVERSÁRIO - JESUS




Fontes:
 http://www.montesiao.pro.br/estudos/festasbiblicas/estudo_festasbiblicas.html
http://portal.metodista.br/fateo/materiais-de-apoio/estudos-biblicos/a-festa-de-pentecostes-no-antigo-te
http://www.escoladeprofetas.net/index.php?option=com_content&task=view&id=69
http://estudosbiblicos.spaceblog.com.br/r5516/Festas-Pagas/  ...................................................................................... .................................................................................... ....................................................................................
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